Na UTI com Covid-19, Zambelli deve receber alta nesta segunda

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Informações são da assessoria da parlamentar

A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) foi diagnosticada com Covid-19 e está internada no hospital DF Star, em Brasília, desde a última segunda-feira (15). A assessoria da parlamentar informou que ela não se vacinou contra o coronavírus por recomendação médica e que teria se contaminado durante viagem à Coreia do Sul.

Zambelli foi hospitalizada ao se sentir mal depois de voltar do país asiático. A assessoria da deputada afirma que ela não apresenta sintomas de Covid, mas continuará no hospital para fazer mais exames.

A parlamentar fez novos exames neste domingo (21) e passou o dia sob efeito de anestesia. Ela deverá permanecer hospitalizada até esta segunda (22) ou, no máximo, terça-feira (23) e, depois, continuar o tratamento em São Paulo. Carla disse ainda que negociará sua participação à distância em votações da Câmara dos Deputados.

No vídeo publicado em suas redes sociais neste sábado (20), Zambelli diz sofrer há anos com problemas de saúde. Ela conta ter fibromialgia – uma síndrome que afeta a musculatura e causa dor e sensibilidade no corpo – e síndrome de Ehlers-Danos – doença do tecido conjuntivo que torna a pele elástica e afeta as articulações.

Zambelli relata ainda ter feito um tratamento na Coreia do Sul para circulação e fazer uso de ozônio, parte de uma terapia experimental sem comprovação científica. A assessoria da deputada acrescentou que ela estava fazendo tratamento de úlcera gástrica antes de ser internada.

Por portal Novo Norte

Nikolas Ferreira fala de perseguição política: “Eles podem me colocar na cadeia real”

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O parlamentar falou em um podcast sobre sua atuação política e sobre cristianismo

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) declarou no, podcast Tretas e Diálogos, apresentado pelo pastor Anderson Silva e Letícia Zupirolli, que ele pode ser preso por conta de suas posições políticas e religiosas.

Nikolas disse que até consegue imaginar o dia que ele será preso e que já sabe que terá uma câmera para registrar o momento.

– Pra mim é tão forte dentro de mim… Eles podem me colocar na cadeia real e fico imaginando o dia que eles vão me prender. E eu já até sei o que eu vou dizer – revelou.

Ele declarou que, conversando com sua esposa, Lívia, sobre esta possibilidade, ela até chorou emocionada, por entender que, de fato, este dia pode chegar.

O deputado entende que ele está em momento de orar por seus inimigos políticos, para que Deus os convença do pecado, da justiça e do juízo.

Em parte da entrevista, ele exemplificou a perseguição ideológica que vive, quando foi condenado a pagar R$ 80 mil por danos morais por chamar uma mulher trans de “ele”. Mas quando o também deputado André Janones (Avante-MG) o acusou de crimes que ele não cometeu, foi condenado a pagar apenas R$ 5 mil.

ASSISTA:

Por portal Novo Norte

Do Val revela ter documentos para derrubar Lula e Dino

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O senador diz que o governo quer evitar que ele participe da CPMI para impedir que ele mostre as provas

O senador Marcos do Val (Podemos-ES) gravou um vídeo e publicou em suas redes sociais dizendo que tem documentos que podem levar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ministro da Justiça, Flávio Dino, a perderem seus cargos.

O parlamentar mostra um pen drive laranja e diz que ali estão guardadas as provas que ele só irá revelar na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI).

Todavia, sua participação no grupo de trabalhos é incerta e ele acusa o governo federal de tentar impedir que ele participe da CPMI.

– O “sistema” fazendo de tudo para me deixar de fora da CPMI. Governo do Lula está desesperado com a minha participação. Sabem que vou derrubá-los – declara.

ASSISTA:

Por portal Novo Norte

Senador Marcos do Val é intimado por Moraes e responde: “Dane-se”

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O parlamentar acredita que há um plano para evitar que ele participe da CPMI de 8 de janeiro

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), intimou o senador Marcos do Val (Podemos-ES) para depor sobre os atos de 8 de janeiro. O parlamentar, porém, ironizou a intimação e acusou o magistrado de tentar fazê-lo desistir de integrar a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investigará as invasões às sedes dos Três Poderes.

– Olha o sistema trabalhando. Eu passei de testemunha para investigado. Isso é um movimento para tentar me intimidar, para dizer que se eu continuar, estarei ferrado. Mas isso não me abala! Dane-se! – declarou.

Do Val mostrou um email enviado pela secretaria do Congresso Nacional com o nome de todos os integrantes da CPMI, inclusive o nome do provável presidente que irá liderar os trabalhos. Na verdade, a votação deve ser feita pelos integrantes da Comissão.

O governo terá a maioria das vagas, o que já pode indicar como as investigações seguirão. Na lista de senadores, o nome dele não aparece. Por isso, acredita que há um trabalho nos bastidores para impedir que ele participe.

O parlamentar disse que tem os principais documentos para apontar os rumos das investigações e, por esse motivo, o governo não tem interesse em permitir que ele trabalhe.

– O sistema é pesado! Muito mais do que vocês imaginam – completou.

ASSISTA:

Por portal Novo Norte

Nikolas revela seis nomes no “radar da cassação” do TSE; veja

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Hoje não há uma Justiça pautada na Constituição, mas uma perseguição jurídica; denunciou Ferreira

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) citou seis nomes que compõem a oposição ao governo e que estariam no que chamou de “radar da cassação” pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). De acordo com a coluna de Paulo Cappelli, do Metrópoles, além do próprio Nikolas, seriam três senadores, um deputado federal e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Quando perguntado se teria medo de perder o mandato, Nikolas foi bastante objetivo.

– Não temo. Eu só temo a Deus. Não temo decisões autoritárias. Vejo que em uma guerra você sofre injustiças do mal. E acredito que está no radar deles (TSE) cassar não só a mim, mas Moro, Magno Malta, Eduardo Bolsonaro, Flávio, o próprio Bolsonaro. Porque não temos uma Justiça pautada na Constituição e no correto. O que temos hoje é uma perseguição jurídica – disparou.

Em um cenário em que ocorra sua inelegibilidade, Nikolas revelou qual seria seu campo de atuação.

– Faria trabalho de base pelo Brasil inteiro, uma vez que minha agenda ficaria mais aberta. Continuaria dando minhas palestras, com mais frequência, acompanhando locais onde o PT tem maioria. Não é o cargo que me define. Tenho minhas bandeiras e acredito que iria continuar trabalhando pelo Brasil até que não ficasse mais inelegível [após oito anos]. Mas isso somente em hipótese de cassação. Não trato isso como realidade até então – observou.

Por portal Novo Norte

Collor pode ir para a cadeia

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Ex-senador é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou nesta quinta-feira(18) pela condenação do ex-senador e ex-presidente Fernando Collorpor corrupção passiva e lavagem de dinheiro em um processo da Operação Lava Jato.Até o momento, o placar do julgamento é de 6 votos a 1 pela condenação. Após os votos, a sessão foi suspensa e será retomada na quarta-feira (24).

Os votos foram formados a partir do voto do relator, ministro Edson Fachin, que se manifestou na quarta-feira (17) pela condenação do ex-parlamentar a 33 anos e 10 meses de prisão. Dois ex-assessores também podem ser condenados no caso.

Para Fachin,Collor, como antigo dirigente do PTB, foi responsável por indicações políticas para a BR Distribuidora, empresa subsidiária da Petrobras, e recebeu R$ 20 milhões como contraprestação à facilitação da contratação da UTC Engenharia.

Além do relator, também votaram pela condenação os ministros Alexandre de Moraes, André Mendonça, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux e Cármen Lúcia. A pena total de Collor ainda não foi definida.

A Corte julga uma ação penal aberta em agosto de 2017. Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), o ex-presidente da República teria recebido pelo menos R$ 20 milhões de propina pela influência política na BR Distribuidora. Os crimes teriam ocorrido entre 2010 e 2014.

Absolvição

O ministro Nunes Marques votou pela absolvição de Collor. Para o ministro, não ficou comprovado que ele tenha se beneficiado de desvios na BR Distribuidora.

“Inexistindo nos autos elementos externos idôneos para corroborar as declarações prestadas pelos colaboradores, não há como considerar a tese acusatória de que teria havido a negociação de venda de apoio político para indicação e manutenção de dirigentes na BR Distribuidora”, afirmou.

Defesa

Durante o julgamento, o advogado Marcelo Bessa pediu a absolvição de Collor. A defesaalegouque as acusações da PGR estão baseadas em depoimentos de delação premiada e não foram apresentadas provas para incriminar o ex-senador.

Bessa também negou que o ex-parlamentar tenha sido responsável pela indicação de diretores da empresa. Segundo ele, os delatores acusaram Collor com base em comentários de terceiros.

“Não há nenhuma prova idônea que corrobore essa versão do Ministério Público. Se tem aqui uma versão posta, única e exclusivamente, por colaboradores premiados, que não dizem que a arrecadação desses valores teria relação com Collor ou com suposta intermediação desse contrato de embandeiramento”, completou.

Por portal Novo Norte

Moro: “É desprezível ver pessoas do Governo comemorando”

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O senador usou as redes sociais para mostrar sua insatisfação com a repercussão da decisão tomada pelo TSE contra Dallagnol

O senador Sergio Moro (União-PR) se revoltou ao ver pessoas aliadas do presidente Lula (PT) comemorando a cassação de Deltan Dallagnol (Podemos-PR), que perdeu o cargo de deputado federal após decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Moro, enquanto juiz federal, e Dallagnol, ex-procurador, trabalharam juntos na Operação Lava Jato que descobriu e puniu envolvidos no maior esquema de corrupção da história.

“É desprezível ver pessoas do Governo comemorando a cassação de um deputado federal Deltan Dallagnol, ainda mais de um com histórico de combate à corrupção e desvio de dinheiro público. Coisa de gente pequena. Era esse o Governo que ia pacificar o país?”, escreveu Moro.

Esta não foi a primeira vez que o senador se pronunciou sobre o assunto. Na terça (16), assim que o TSE decidiu pela cassação, Moro lamentou o ocorrido através do Twitter.

– É com muita tristeza que recebo a informação da cassação do mandato de deputado federal do Deltan Dallagnol. Estou estarrecido por ver fora do Parlamento uma voz honesta na política que sempre esteve em busca de melhorias para o povo brasileiro. Perde a política. Minha solidariedade aos eleitores do Paraná e aos cidadãos do Brasil.

Por portal Novo Norte

Ricardo Salles será relator da CPI do MST

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Comando da comissão ficará nas mãos do deputado coronel Zuco

A Câmara instalou, nesta quarta-feira (17), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e delegou a Ricardo Salles (PL-SP), ex-ministro do governo Jair Bolsonaro, a função de preparar o relatório com os resultados da investigação que mira as lideranças e os financiadores do grupo.

O comando da CPI ficará nas mãos do deputado coronel Zuco (Republicanos-RS), que terá como vice-presidentes os parlamentares Kim Kataguiri (União Brasil-SP), Fábio Costa (PP-AL) e Evair de Melo (PP-ES). Todos os membros da mesa diretora da CPI integram a bancada ruralista na Câmara.

Zuco afirmou que os parlamentares da CPI precisam compreender que “existe fato concreto” envolvendo a atuação do MST.

– Em 2023, ocorreu e está ocorrendo uma escalada de invasões em propriedades privadas. Então cabe a essa CPI trabalhar a paz no campo e trazer de volta a segurança no campo – afirmou o presidente da comissão.

A mesa diretora da CPI agora organiza o plano de trabalho das próximas sessões. Segundo Salles, o objetivo da relatoria é dar início a diligências e autorizar visitas a locais em que a atuação do MST é mais recorrente. O relator ainda afirmou que a convocação de ministros do governo Lula “é sempre uma possibilidade”, mas que só vão chamar as autoridades quando houver “justificativa”.

– Em relação ao MST, à Frente Nacional de Luta, à Via Campesina e qualquer outro movimento de invasão de propriedade, o que nós queremos estabelecer – e de novo faço menção ao nosso presidente coronel Zuco – é que existe uma lei no Brasil que protege a propriedade privada. Todas as ações que são criminosas e de desrespeito à propriedade privada devem ser indicadas e investigadas por essa CPI, seja do MST ou de qualquer outro grupo – disse Salles.

Em sua fala de posse da relatoria, Salles afirmou ainda que a CPI vai diferenciar os produtores assentados da agricultura familiar dos “invasores de terras”.

– Será um trabalho técnico, objetivo, com o máximo de imparcialidade e esperamos contar com aqueles que tem uma visão diferente: favorável aos movimentos e à reforma agrária – disse Salles.

Dentre os vinte deputados que compõem a CPI, apenas três não são membros da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). O controle absoluto da apuração pelos ruralistas deve colocar as lideranças do MST contra a parede e ainda buscará desgastar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela aliança histórica do movimento com o PT.

A deputada Sâmia Bonfim (PSOL-SP) chegou a apresentar questão de ordem para impedir que Salles assumisse o relatório da apuração por, segundo ela, haver conflito de interesses entre a atuação do parlamentar e o tema da comissão.

A questão de ordem da parlamentar acabou rejeitado pelo presidente Zuco. O deputado alegou que os argumentos apresentados por Sâmia eram subjetivos e que Salles poderia se declarar impedido em votações relacionadas aos temas pelos quais é investigado. A rejeição do pedido de Sâmia foi aplaudida pela maioria dos deputados e assessores que acompanhavam a sessão do plenário.

Ao se defender, Salles argumentou que não está impedido porque não atua como produtor rural, tampouco tem relação com “atividades de invasão de propriedade”. Ele criticou Sâmia e acusou a parlamentar de ter conflito de interesse por “empregar em seu gabinete” a esposa de José Rainha, ex-líder do MST preso por acusações de extorsão.

– Ela (Sâmia) está umbilicalmente ligada a esse pessoal da quadrilha de invasão de propriedade no nosso país – falou.

Por portal Novo Norte

Corregedoria da Câmara vai analisar cassação de Deltan

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Lira garantiu que deputado paranaense poderá apresentar sua defesa

A Corregedoria da Câmara dos Deputados analisará a cassação de Deltan Dallagnol (Podemos-PR), segundo informou o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL).

– A Mesa seguirá o que determina esse ato: a Câmara tem que ser citada, a Mesa informará ao corregedor, o corregedor vai dar um prazo ao deputado, o deputado faz sua defesa e sucessivamente – explicou Lira durante sessão no Plenário nesta quarta-feira (17).

A declaração foi dada em resposta a um pedido do deputado Maurício Marcon (Podemos-RS), para ele, apenas a Câmara tem o poder de cassar um mandato.

O deputado mais votado do estado do Paraná perdeu o mandato após decisão do TSE, nesta terça (16), mas a Constituição garante a ele o direito à ampla defesa dentro da Câmara dos Deputados.

Assim, Dallagnol tem um prazo de cinco dias úteis para se manifestar. Quando a representação é fundamentada em ato da Justiça Eleitoral, cabe apenas ao corregedor tratar dos aspectos formais da decisão judicial.

Por portal Novo Norte

Projeto na Câmara quer tornar hediondo o crime de “LGBTcídio”

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Comissão de Direitos Humanos promoveu audiência para tratar sobre o texto

Nesta quarta-feira (17), a Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados realizou uma audiência pública para debater sobre o Projeto de Lei 7292/17, que considera o LGBTcídio como homicídio qualificado e o classifica como crime hediondo.

De acordo com o texto, que foi batizado de Lei Dandara, será considerado LGBTcídio todo homicídio cometido contra homossexuais e transexuais que tenha como motivação a discriminação por sexualidade ou identidade de gênero.

O texto foi apresentado pela deputada Luizianne Lins (PT-CE) que presidiu a audiência com representantes de grupos em defesa dos direitos LGBT, entre eles Toni Reis, da Aliança Nacional LGBTI+.

Além dele, também foram convidados a secretária nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, Symmy Larrat; o procurador federal dos Direitos do Cidadão, Carlos Alberto Vilhena; o promotor de Justiça do Ceará Marcus Renan; e outros.

A autora do projeto defendeu a aprovação do mesmo citando a questão de violência contra a população LGBTQ+. Ela ainda citou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que enquadra as práticas de homofobia e de transfobia no conceito de racismo previsto na Lei 7.716/89.

– O Brasil é um dos países que mais matam e desrespeitam os direitos da população LGBTQIA+ no mundo – declarou ela ao defender o projeto.

LEI DANDARA

A proposta foi batizada de Lei Dandara em referência ao assassinato da travesti Dandara dos Santos, espancada e morta a tiros em Fortaleza (CE), em 2017.

Por portal Novo Norte