PT de mãos dadas com Maluf

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A campanha de Nunes busca destacar a complexidade das alianças políticas em São Paulo, evidenciando o apoio de Maluf a Haddad em 2012

A campanha de reeleição do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, do MDB, está implementando estratégias para contrapor as acusações do PT e do PSOL de alinhamento com setores antidemocráticos. Esta ação ocorre em resposta ao apoio recebido pelo prefeito do ex-presidente Jair Bolsonaro. De acordo com informações da Folha de S.Paulo, a tática do MDB inclui a lembrança do apoio histórico do ex-prefeito Paulo Maluf, tanto a Fernando Haddad, do PT, em 2012, quanto à chapa de Luiza Erundina e Michel Temer em 2004.

A campanha de Nunes busca destacar a complexidade das alianças políticas em São Paulo, evidenciando o apoio de Maluf a Haddad em 2012, um momento marcante na política municipal, caracterizado pelo encontro entre Lula, Haddad e Maluf. Esta aliança anterior é apresentada como exemplo de pragmatismo político, semelhante às críticas atuais dirigidas a Nunes. Em 2004, Maluf também apoiou a chapa formada por Michel Temer, então visto como uma figura controversa pela esquerda, e Luiza Erundina, que atualmente é parte do PSOL.

Além disso, o MDB reivindica a criação de uma “frente ampla” para as eleições de 2024 em São Paulo, enfatizando a natureza do partido como uma coalizão centrada na diversidade política. O deputado Baleia Rossi, presidente nacional do MDB, destacou o histórico do partido como opositor à ditadura e salientou os esforços de Nunes para formar uma aliança política abrangente, incluindo partidos de diferentes espectros, como Solidariedade, Avante, PL, PSD, PP, PSDB e Cidadania.

Polícia do Equador prende 68 criminosos que tentavam dominar hospital

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O grupo tentava controlar um hospital na cidade de Yaguachi, localizada na província de Guayas, sudoeste do país

Uma operação policial no Equador resultou neste domingo (21) na prisão de 68 criminosos suspeitos de integrarem uma organização. O grupo tentava controlar um hospital na cidade de Yaguachi, localizada na província de Guayas, sudoeste do país. A ação faz parte de uma ampla campanha do governo equatoriano contra o narcotráfico, que já mobilizou milhares de militares.

Segundo as autoridades, o objetivo da ocupação do hospital era proteger um membro da organização que havia sido ferido. Durante a operação, foram apreendidas armas de fogo e drogas. A polícia também descobriu e invadiu um centro clandestino de reabilitação, usado como esconderijo pelos suspeitos. O chefe da polícia local, Julio Camacho, revelou que, além de abrigar os membros da quadrilha, o local funcionava como um bordel.

A situação no Equador tem se agravado com a atuação de cerca de vinte organizações criminosas, que exercem controle a partir das prisões e têm realizado ações violentas, como a invasão do canal TC em 9 de janeiro, transmitida ao vivo. Em resposta, o presidente Noboa declarou um “conflito armado interno” e iniciou uma ofensiva contra os grupos, classificados por ele como “terroristas”. Este cenário tem levado ao fechamento de vários centros clandestinos de reabilitação, alguns dos quais foram palco de tragédias, como um incêndio em 2019 que resultou em 18 mortes.

PSOL diz que vai quitar dívida de campanha de Boulos

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O Psol (Partido Socialismo e Liberdade) anunciou que irá quitar a dívida de R$ 44,4 mil referente à campanha presidencial de Guilherme Boulos em 2018. O valor, que está inscrito na Dívida Ativa da União, é referente a impostos de contribuição previdenciária não pagos pelo CNPJ criado para a campanha do atual deputado federal.

Caso a dívida não seja quitada, tanto o político quanto sua empresa podem ser alvo de um processo judicial. Em 2018, a campanha de Boulos arrecadou R$ 6,2 milhões, sendo a maior parte financiada pelo próprio Psol. Além disso, houve uma arrecadação de R$ 120 mil por meio de financiamento coletivo e R$ 90 mil em doações de pessoas físicas.

Por Junior Takamoto

https://www.juniortakamoto.com.br/psol-diz-que-vai-quitar-divida-de-campanha-de-boulos/

Repúdio total a declarações antissemitas de petista histórico

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As entidades acusam Genoino de incitar o antissemitismo e ameaçar a segurança da comunidade judaica, após suas sugestões de boicote a empresas de judeus

A Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro (FIERJ), em conjunto com a Confederação Israelita do Brasil (Conib), manifestou repúdio às recentes declarações do ex-deputado e ex-presidente do PT, José Genoino. As entidades acusam Genoino de incitar o antissemitismo e ameaçar a segurança da comunidade judaica, após suas sugestões de boicote a empresas de judeus. Essas declarações foram feitas em uma entrevista concedida a um blog ligado ao PT, criticando um abaixo-assinado de empresários contra ações do Brasil em relação a Israel.

Alberto David Klein, presidente da FIERJ, enfatizou a seriedade das declarações de Genoino, lembrando que o antissemitismo é considerado crime no Brasil. Klein comparou a situação atual com o início do Holocausto, caracterizado por discursos de ódio e perseguição aos judeus. A posição da FIERJ é de que tais falas não devem ficar sem investigação e responsabilização legal. Por sua vez, a Federação Israelita de São Paulo classificou as palavras de Genoino como “criminosas”, equiparando-as às ideias de Adolf Hitler, e expressou preocupação com a falta de posicionamento dos dirigentes do PT sobre o caso.

A Conib, em sua nota oficial, também condenou as declarações de Genoino, recordando que o boicote a judeus foi uma das primeiras ações do regime nazista. A entidade fez um apelo às lideranças políticas brasileiras para que mantenham moderação e equilíbrio em relação ao conflito no Oriente Médio, buscando evitar que as tensões daquela região se propaguem para o Brasil. A situação levanta questões importantes sobre o discurso político no país e a necessidade de respeitar a diversidade étnica e religiosa na sociedade brasileira.

Deputado explica por que Lula odeia tanto evangélicos e cristãos

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Segundo Sóstenes Cavalcante, as ações do Governo Lula demonstram desrespeito às crenças evangélicas e cristãs.

O deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), ex-presidente da Frente Parlamentar Evangélica, expressou descontentamento com a atual administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em entrevista ao Poder360, Cavalcante afirmou categoricamente que o governo odeia evangélicos e cristãos. Essa declaração ocorre após a decisão da Receita Federal de cancelar a isenção fiscal que beneficiava líderes religiosos, uma norma estabelecida no governo de Jair Bolsonaro (PL).

Sóstenes Cavalcante, que liderou a Frente Parlamentar Evangélica até o início de 2023, criticou várias ações do governo Lula, incluindo a legalização dos jogos e o uso do pronome neutro “todes” em cerimônias oficiais. Segundo ele, essas ações demonstram desrespeito às crenças evangélicas e cristãs. O deputado, ainda influente no segmento, vê a revogação da isenção fiscal como parte de uma estratégia maior do Executivo para pressionar a bancada evangélica a apoiar medidas do governo, algo que ele categoriza como uma tentativa de chantagem.

Além disso, Cavalcante projeta que essa decisão do governo pode piorar sua avaliação entre o eleitorado evangélico e afetar as candidaturas apoiadas por Lula nas eleições municipais deste ano. Ele enfatiza o distanciamento ideológico e político entre a bancada evangélica e o governo, antecipando resultados eleitorais desfavoráveis para o governo nas próximas eleições, citando como exemplo o sucesso da bancada nas eleições para os conselhos tutelares. Para Cavalcante, o governo enfrentará consequências nas urnas, especialmente com a proximidade das eleições municipais e a eleição presidencial de 2026.

Gabinete do Ódio da esquerda não tem medo de nova lei e promove cyberbullying contra Jordy nas redes

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Se a nova lei também valesse para o Gabinete do Ódio da esquerda, o cyberbullying poderia acarretar em penas de 2 a 4 anos de reclusão, além de multa para quem fez estes essas postagens.

Uma série de ataques virtuais coordenados está sendo realizada por militantes de esquerda contra o deputado federal Carlos Jordy. O deputado, que teve mandados de busca e apreensão cumpridos em sua casa e gabinete a mando do ministro Alexandre de Moraes, está sendo ofendido com o termo “pinscher”, uma expressão pejorativa em referência à sua estatura. Esses ataques surgem poucos dias depois que uma legislação, sancionada por Lula, busca combater o bullying e cyberbullying de forma mais rigorosa.

Um dos perfis pede “Pinscher na cadeia”. Outros usuários também se juntaram a essa onda de ataques, chegando a utilizar a expressão “animalzinho feroz” ao se referir ao deputado. Os ataques, acompanhandos de montagens fotográficas com o deputado carioca no corpo de um cão, são curtidos e retuitados por vários perfis semelhantes. 

Se a nova lei também valesse para os membros do Gabinete do Ódio da esquerda, o cyberbullying poderia acarretar em penas de 2 a 4 anos de reclusão, além de multa para quem fez estes essas postagens. Estes ataques virtuais levantam questionamentos sobre a eficácia da lei em desencorajar comportamentos abusivos nas redes sociais e a leniência das autoridades quando supostos crimes virtuais são praticados pela esquerda.

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Em evento contra o aborto, senador alerta sobre o risco de um STF cada vez mais político e ideológico

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Girão, acompanhado do ex-senador Magno Malta, da juíza exilada Ludmila Grilo e dos comunicadores Gerson Gomes e Paulo Figueiredo, realçou a troca de experiências com lideranças pró-vida americanas.

O senador Eduardo Girão usou as redes sociais na sexta-feira, 19 de janeiro, para compartilhar sua participação na 51ª March for Life, evento realizado nos Estados Unidos em defesa da vida e contra o aborto. Em seu post, Girão enfatiza a necessidade de reforçar a luta contra o aborto no Brasil, mencionando as ameaças de um Supremo Tribunal Federal que ele percebe como cada vez mais ativista político e ideológico. O senador ressaltou sua presença no evento sem o uso de dinheiro público.

Girão, acompanhado do ex-senador Magno Malta, da juíza exilada Ludmila Grilo e dos comunicadores Gerson Gomes e Paulo Figueiredo, realçou a troca de experiências com lideranças pró-vida americanas. O parlamentar destacou a importância da marcha na estratégia de mobilização que, segundo ele, contribuiu para a reversão da legalização do aborto nos Estados Unidos, uma mudança que foi impulsionada também por mobilizações de rua.

O senador brasileiro lembrou que a March for Life foi uma resposta à legalização do aborto nos EUA em 1973. Ele frisou que tem participado do evento há cerca de dez anos e destacou o papel das marchas na conscientização sobre o tema. Segundo Girão, as marchas em Fortaleza e Brasília, realizadas há mais de 16 anos, têm mostrado resultados positivos nesse sentido.

Ao final de seu post, Eduardo Girão vinculou a questão do aborto a impactos sociais e científicos, apontando as consequências devastadoras para a vida da mãe e do bebê. 

Jornalista explica por que Lula e o PT não podem ser considerados democráticos. Entenda

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Ele sugere que, para considerá-los democráticos, seria necessário alterar o próprio conceito de democracia, adaptando-o para uma noção onde a cidadania é ofertada pelo Estado sob a liderança de um partido ou líder específico.

O artigo publicado hoje na revista Crusoé traz uma análise contundente de Augusto de Franco sobre a relação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Partido dos Trabalhadores (PT) com o conceito de democracia. Franco argumenta que, segundo as definições clássicas de democracia, baseadas nas obras de filósofos e pensadores como Spinoza, Locke, Montesquieu, Rousseau, entre outros, não seria possível classificar Lula e o PT como democráticos.

De acordo com Franco, a democracia, conforme entendida por estes pensadores, difere substancialmente da prática política de Lula e do PT. Ele sugere que, para considerá-los democráticos, seria necessário alterar o próprio conceito de democracia, adaptando-o para uma noção onde a cidadania é ofertada pelo Estado sob a liderança de um partido ou líder específico. Essa definição, argumenta Franco, poderia também se aplicar a regimes como o de Miguel Díaz-Canel em Cuba.

Franco acusa Lula e o PT de tentarem “sequestrar” o termo democracia, redefinindo-o para se alinhar com suas práticas políticas, que ele considera não democráticas. Ele menciona uma declaração de Lula sobre Cuba, onde o ex-presidente elogia os avanços do país em educação e dignidade, apesar do bloqueio econômico. Para Franco, isso é um exemplo de como Lula e o PT desviam do conceito tradicional de democracia.

Finalmente, o artigo de Franco na Crusoé aponta para as alianças internacionais de Lula e do PT, criticando-as por se alinharem com autocracias ao redor do mundo, em detrimento das democracias liberais. Ele menciona especificamente o alinhamento com países como China, Rússia e Irã, e a participação no grupo BRICS, que, segundo ele, é composto majoritariamente por ditaduras.

Líderes no Senado condenam ação de Moraes contra Carlos Jordy

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Os parlamentares argumentam que a nomeação de Moraes para a relatoria dos processos desviou do procedimento padrão

Uma nota pública foi emitida por oito líderes de oposição no Senado  nesta sexta (19), criticando a operação da Polícia Federal contra Carlos Jordy (PL-RJ), líder da oposição na Câmara. A ação ocorreu nesta quinta-feira, 18, e fez parte da 24ª fase da Operação Lesa Pátria, focada em identificar envolvidos nos atos de janeiro de 2023. O grupo de senadores também levanta suspeitas sobre a imparcialidade do ministro Alexandre de Moraes no julgamento de casos relacionados a esses eventos.

Os parlamentares argumentam que a nomeação de Moraes para a relatoria dos processos desviou do procedimento padrão. Eles alegam que tal designação possui um vício de origem. A nota enfatiza que a atuação do ministro no STF é questionável, citando a falta de amparo na Constituição Federal, na Lei Orgânica da Magistratura e no Código de Processo Penal. Os senadores apontam que Moraes, supostamente envolvido nos eventos, atua como vítima, investigador e julgador, e opinou sobre casos ainda em julgamento.

Assinam a nota os líderes parlamentares Rogério Marinho (PL), Ciro Nogueira (PP), Flávio Bolsonaro (PL), Carlos Portinho (PL), Tereza Cristina (PP), Mecias de Jesus (Republicanos), Izalci Lucas (PSDB) e Eduardo Girão (Novo). Além disso, Sostenes Cavalcante, segundo vice-presidente da Câmara, criticou a operação contra Jordy, classificando-a como uma tentativa de silenciar a oposição.

A Polícia Federal investiga Carlos Jordy por seu envolvimento com indivíduos que planejaram os atos de 8 de janeiro de 2023. A nota emitida pelos líderes da oposição no Senado expressa preocupação com o respeito ao Estado de Direito e aos princípios democráticos durante as investigações, ao mesmo tempo que condena os atos de violência ocorridos em janeiro. A nota enfatiza a importância de se manter a separação entre os Poderes e questiona a adequação das ações do ministro Alexandre de Moraes no contexto desses processos.

Quem são os três deputados de oposição que podem ser alvo de Alexandre de Moraes nos próximos dias

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestou-se pelo arquivamento do caso, porém as investigações prosseguem no STF

Na última quinta-feira (18), o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) foi alvo de mandados de busca e apreensão determinados pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), devido à sua possível participação nos atos de 8 de janeiro. 

Outros três deputados podem se tornar “as próximas vítimas”. São eles André Fernandes (PP-CE), Sílvia Waiãpi (PL-AP) e Clarissa Tércio (PP-PE), que também estão sendo investigados pela mesma causa.

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, expressou repulsa pela 24ª fase da operação Lesa Pátria contra Jordy. Costa Neto questionou a postura do Congresso Nacional, liderado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), na gestão dos casos envolvendo os deputados.

Os deputados André Fernandes, Sílvia Waiãpi e Clarissa Tércio, além de Carlos Jordy, já prestaram depoimento à Polícia Federal. A Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestou-se pelo arquivamento do caso, porém as investigações prosseguem no STF. Fernandes é acusado de postar uma imagem celebrando a invasão da Esplanada dos Ministérios, o que foi interpretado como incitação ao movimento bolsonarista. O post foi posteriormente removido de suas redes sociais.

Em relação a Sílvia Waiãpi e Clarissa Tércio, há registros de postagens em redes sociais relacionadas aos eventos de 8 de janeiro. Waiãpi publicou imagens da destruição na Esplanada com legendas alusivas a uma “tomada de poder pelo povo brasileiro”. Por outro lado, Clarissa Tércio compartilhou um vídeo em que um extremista celebra a invasão do Congresso Nacional, indicando um momento histórico para futuras gerações. Essas ações estão agora sob análise do STF, que busca esclarecer o envolvimento dos deputados nos eventos questionados.