Malta sugere CPI sobre denúncias de pedofilia na Ilha de Marajó

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Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O senador Magno Malta (PL-ES), em pronunciamento no Plenário na terça-feira (27), destacou denúncias que repercutem em redes sociais sobre supostos…

O senador Magno Malta (PL-ES), em pronunciamento no Plenário na terça-feira (27), destacou denúncias que repercutem em redes sociais sobre supostos abusos contra crianças na Ilha de Marajó (PA). O parlamentar lembrou que, durante o andamento da CPI da Pedofilia de 2007, da qual foi presidente, chegou a denunciar casos ocorridos na região. Malta sugeriu a instalação de uma nova CPI para apurar a situação.

— Eu tenho todos os laudos de todos os pedófilos investigados. Eu tenho a investigação da Polícia Federal, desde o Amazonas até o Marajó, os sigilos quebrados pelo trabalho da Luz na Infância 1, que foi feito no Amazonas. E, neste momento, é preciso que nós instalemos uma CPI, a que eu já dei entrada, de abuso de infantes e adolescentes, para que advogados não digam: “não, foi sexo consentido, porque ela já tinha 15 anos” — enfatizou.

No discurso, o senador comemorou o resultado da manifestação pró-Bolsonaro realizada na Avenida Paulista, em São Paulo, no domingo (25). Segundo ele, o evento reuniu mais de “1 milhão de pessoas”. O parlamentar declarou ainda ser contrário à obrigatoriedade da vacinação contra a covid-19 para crianças de zero a cinco anos.

— Por que nós não queremos vacina de criança de zero a cinco anos? Porque cobaia de laboratório é rato, não crianças. Eles querem uma geração de adultos deformados, adolescentes deformados, com essa desgraça para pôr dentro do corpo das nossas crianças. Nós vamos lutar até o fim — disse.

Por portal Novo Norte

CDH aprova porte de arma para agente de segurança socioeducativo

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Para Girão, o porte de armas é uma forma de aumentar a segurança pessoal dos agentes - Foto: Pedro França/Agência Senado

A Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou nesta quarta-feira (28) projeto que autoriza o porte de arma de fogo para os agentes de segurança soci…

A Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou nesta quarta-feira (28) projeto que autoriza o porte de arma de fogo para os agentes de segurança socioeducativos em todo o país. O projeto de lei ( PL) 4.256/2019 , do senador Fabiano Contarato (PT-ES), recebeu parecer favorável do relator, senador Eduardo Girão (Novo-CE), que apresentou duas emendas. Agora, o texto será decidido definitivamente pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Girão afirmou que a liberação de armas a esses profissionais é uma forma de aumentar a segurança pessoal dos agentes. Ele disse ser contra a liberação de armas à população, mas a realidade dos agentes socioeducativos justifica o porte de armas.

— O fato é que esses agentes socioeducativos são constantemente ameaçados por elementos que integram quadrilhas, muitas delas comandadas, infelizmente, por menores infratores. Muitos deles [estão] passando por problemas de saúde mental, e esse era um dos questionamentos deles com relação a esse tema.

O senador Magno Malta (PL-ES) reforçou a preocupação com a segurança pessoal dos profissionais.

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— Eles [adolescentes infratores] mandam recado igual facção: “Você tem família lá fora, nós sabemos onde sua familia mora”. Não é tão somente num caso de rebelião para se utilizar da arma, mas para guardar sua própria família.

Porte

O relator esclareceu que a intenção não é permitir o ingresso armado nos estabelecimentos em que os jovens cumprem as medidas de restrição de liberdade.

Os agentes, que trabalham nos centros de detenção de adolescentes infratores, deverão ser concursados para ter o direito. Também serão isentos das taxas de registro e manutenção da legalidade desses equipamentos. Para isso, a proposta modifica o Estatuto do Desarmamento ( Lei 10.826, de 2003 ), que regula o porte e a comercialização de armas.

O porte de arma de fogo permitirá ao agente transportar e trazer consigo uma arma de fogo, de forma discreta, fora das dependências de sua residência ou local de trabalho. A autorização é mais ampla que o posse de arma, que autoriza a manter exclusivamente no interior de residência ou no seu local de trabalho (caso seja o responsável legal pela empresa).

Emendas

Girão também apresentou emenda para proibir o uso ostensivo, de acordo com futuro regulamento. Ou seja, as armas deverão ser escondidas na vestimenta, por baixo da camisa, na perna ou na axila, por exemplo. O relatório também prevê que os guardas armados devem seguir condições e boas práticas que estejam em concordância com “a condição de pessoas em desenvolvimento que a Constituição atribui aos adolescentes”.

Na avaliação de Contarato, o relatório aperfeiçoou a proposta. Ele criticou discursos que consideram os policiais em geral como agressores, e comparou com a necessidade do agente socioeducativo poder andar armado.

— Eu fico triste quando vejo uma parcela significativa da população criminalizando os policiais. Ele não é violador de direitos, é o principal garantidor de direitos. Temos que sair um pouco dessa discussão muito mais academicista sem entender qual a realidade que nós passamos diuturnamente dentro do sistema prisional — disse o senador.

Os agentes socioeducativos são responsáveis por acompanhar, escoltar e cuidar de jovens e adolescentes infratores que foram submetidos à privação de liberdade ou restrição de direitos. A profissão pode receber nomenclaturas diferentes dependendo do estado. Segundo o senador Flávio Arns (PSB-PR), que já foi secretário de Educação do Paraná, as medidas socioeducativas não se restringem à punição, mas deve funcionar como uma política interdisciplinar.

Por portal Novo Norte

Projeto exige relatório prévio sobre estado de veículos anunciados em leilão

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Deverão ser informadas as condições de documentação, componentes e sistemas

O Projeto de Lei 3590/23 torna obrigatória a divulgação de relatório prévio sobre o estado de conservação de veículos anunciados em leilões públicos. A Câmara dos Deputados analisa a proposta, que muda a Lei de Licitações e Contratos Administrativos Código de Trânsito Brasileiro .

Além da descrição e das características do veículo apto a trafegar, o relatório prévio deverá trazer informações sobre a documentação, componentes e sistemas.

“Hoje, as informações prestadas aos interessados são bastante reduzidas, limitando-se a características principais como: fabricante, modelo, placa, ano, modelo, cor, número de chassi, registro e valor de avaliação”, explica o deputado Hercílio Coelho Diniz (MDB-MG), autor da proposta.

“O estado de sistemas e de componentes do veículo, bem como de detalhes de sua situação legal ou administrativa não são revelados ao público, cabendo ao interessado fazer, por sua própria conta, a vistoria e a pesquisa documental”, conclui.

Tramitação
O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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Girão anuncia ações pela suspensão da vacina de COVID obrigatória em crianças

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Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Girão resumiu os debates ocorridos no Plenário com médicos brasileiros e estrangeiros, além de cientistas, pesquisadores, setores da sociedade brasileira e outros parlamentares

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) informou, em pronunciamento nesta terça-feira (27), que um grupo de trabalho foi formado no Congresso para encaminhar solicitações e providências contra a vacinação infantil contra a covid-19, determinada pelo Ministério da Saúde que, segundo ele, seria obrigatória. Após a sessão temática sobre assunto, realizada no Plenário na segunda-feira (26), o grupo, coordenado pelo médico e deputado federal Dr. Luiz Alberto Ovando (PP-MS), identificou a necessidade de o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco, “usar de sua autoridade para entrar em contato com o governo federal imediatamente”, e pedir a suspensão da vacinação.

— O Brasil é o único país do mundo que está fazendo essa exigência. O Dr. Francisco Cardoso, [que participou da sessão temática], disse que a nota técnica que trata da incorporação da vacina da covid-19 no Programa Nacional de Imunizações é apenas uma nota técnica. E não pode ser usada para obrigar crianças a tomar uma vacina de método mRNA, que ainda não possui todos os testes de segurança a médio e longo prazos, além dos efeitos colaterais já documentados.

Girão resumiu os debates ocorridos no Plenário com médicos brasileiros e estrangeiros, além de cientistas, pesquisadores, setores da sociedade brasileira e outros parlamentares. Afirmou que a ministra da Saúde, Nísia Trindade, não compareceu e nem enviou representante. O senador, contrário a exigência de vacina, informou que os participantes da sessão temática apresentaram informações sobre imunização dessa faixa etária, mostrando que o risco da covid-19 até os dez anos de idade é “baixíssimo”. Girão também registrou que a Organização Mundial de Saúde (OMS) não sugere vacinação obrigatória contra covid-19 em menores de cinco anos. Segundo ele, a vacina aplicada nas crianças brasileiras é a Pfizer Whuan, de 2019, que, disse Girão, está obsoleta.

Por portal Novo Norte

Debatedores defendem PEC para ampliar força dos projetos de iniciativa popular

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O presidente da comissão, senador Paulo Paim (PT-RS), foi o autor do requerimento de realização do debate

Em audiência pública nesta quinta-feira (22) na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), debatedores apoiaram a ampliação da força dos projetos de iniciativa popular, previstos na Constituição. O objetivo foi discutir a sugestão popular (SUG 22/2020) que pede a garantia ao direito do cidadão de apresentar e colocar em pauta projetos de lei no Congresso.

O presidente da comissão, senador Paulo Paim (PT-RS), foi o autor do requerimento de realização do debate. A sugestão é fruto de uma ideia legislativa apresentada pela Associação Nacional dos Aposentados, Deficientes, Idosos, Pensionistas e dos Segurados da Previdência Social (Anadips). Em 2021, a sugestão foi aprovada pela CDH com parecer favorável de Paim e transformada em proposta de emenda à Constituição (PEC).

Na reunião, Paim declarou que propostas como a debatida na audiência são o “coração da democracia”. Ele informou que, para começar a tramitar, a PEC ainda precisa reunir a assinatura de 27 senadores e pediu apoio na articulação do texto.

— Sabemos que uma PEC como essa não é fácil [de ser aprovada], vai precisar muito, muito trabalho […] Temos 13 assinaturas, precisamos ainda de em torno de 14 assinaturas. Se passou um ano e ainda não conseguimos que ela andasse além da comissão. Aqui fica um apelo para toda a sociedade organizada para que haja um movimento de conversa com os senadores — afirmou Paim.

Um dos autores da sugestão legislativa, o diretor executivo da Anadips, Nery Charlie Batista Neri, afirmou que a proposta é uma oportunidade de o Congresso Nacional se aproximar da sociedade de forma mais efetiva.

— A decisão de incluir [um projeto] na pauta é do presidente da Casa legislativa, seja quem for. O que nós queremos é que a soberania popular, o povo, tenha o poder de chegar na Casa do povo e apresentar um projeto de iniciativa popular e ele poder tramitar […] Não queremos impor que esse projeto seja aprovado, queremos que seja submetido à deliberação — disse.

Antonio Carlos Fernandes Lima Junior, presidente da Confederação Nacional das Carreiras e Atividades Típicas de Estado (Conacate), também manifestou apoio à proposta e defendeu que a medida fortalece a democracia. Segundo ele, o ideal seria aprovar a PEC antes das eleições municipais de outubro deste ano.

Em participação virtual, Vilson Antônio Romero, presidente da Pública Central do Servidor no Distrito Federal, declarou que, apesar de a já Constituição prever uma forma de participação popular no Legislativo, as regras atuais dificultam a realização desse processo.

— A Constituição de 88 permite que a iniciativa popular se consolide, porém, sabemos que isso é um trabalho árduo, porque obter 1% de mais de 157 milhões de eleitores é muita coisa, com o grande agravante que há a dificuldade de legitimar os apoios e assinaturas — disse.

Para Eduardo Kassuga, defensor público federal, os mecanismos de participação direta da sociedade civil na legislação têm, ao longo dos últimos anos, contribuído com o aprimoramento do regime democrático e devem ser incentivados.

— Muitas vezes, na dinâmica parlamentar, a gente ouve que a política tem o seu próprio tempo. De outro lado, sabemos que o Congresso é soberano para, dentro da razoável duração de um processo legislativo, amadurecer consensos e reflexões para a deliberação. Entretanto, essa soberania, esse amadurecimento e esse tempo da política existem em função da sociedade — afirmou no debate.

O que diz a proposta

O texto sugerido altera o artigo 61 da Constituição que estabelece que a iniciativa popular pode ser exercida pela apresentação à Câmara dos Deputados de projeto subscrito por, no mínimo, 1% do eleitorado nacional, distribuído pelo menos por cinco estados, com não menos de 0,3% dos eleitores de cada um deles.

A SUG 22/2020 estabelecia a obrigatoriedade de os presidentes das duas Casas incluírem na pauta de votação qualquer projeto de lei, inclusive os de iniciativa popular, em duas hipóteses: quando houvesse requerimento para pautar o texto com assinaturas de 500 mil eleitores, com no mínimo 10 mil assinaturas por região do país; e quando houvesse requerimento com a assinatura da maioria simples dos integrantes do Senado ou da Câmara dos Deputados ou da maioria simples dos líderes partidários da respectiva Casa legislativa.

Já em seu relatório, que resultou na proposta de emenda à Constituição para a qual busca apoio no Senado, Paim altera a sugestão original para que o requerimento seja assinado por no mínimo 0,3% do eleitorado nacional com não menos de 0,2% dos eleitores de cada região do país. Ele também mudou a segunda hipótese para ter como critério apenas a maioria dos deputados ou senadores ou por líderes partidários que representem essa maioria.

O senador mantém no texto a previsão de votação nominal e aberta para os projetos de lei de iniciativa popular. Ele também acrescentou que a subscrição do requerimento pelos eleitores, sua contabilização, processamento e certificação serão efetuados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), preferencialmente, por sistema eletrônico.

— A Constituição Cidadã já prevê o exercício popular da soberania direta ou indiretamente. É preciso fazer valer as forças constitucionais e democráticas. A população precisa estar junto à soberania. O poder emana do povo. É um princípio democrático que enfatiza que a autoridade política deriva do consentimento de cada cidadão. Isso implica que os governantes são eleitos ou designados pelos cidadãos e devem governar de acordo com os interesses e a vontade do povo — declarou Paim na audiência.

Pelo parecer da sugestão aprovado na CDH, se o projeto de lei objeto do requerimento não for votado em até 45 dias depois de protocolado, passará a sobrestar a pauta e a Casa legislativa fica impedida de votar outras matérias — com exceção das propostas que tiverem prazo constitucional determinado. Paim também retirou do texto original a possibilidade de os presidentes das duas Casas serem processados por crime de responsabilidade caso não coloquem em votação o projeto de iniciativa popular.

Por portal Novo Norte

Como será o ato pelo impeachment de Lula no Senado Federal

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Até o momento, o pedido já reuniu mais de 130 assinaturas, fundamentado na controvérsia gerada pelas declarações de Lula comparando a morte de palestinos na Faixa de Gaza com o Holocausto.

Na próxima semana, deputados federais e senadores da oposição realizarão no Senado Federal um ato simbólico em defesa do impeachment do presidente Lula. A decisão foi tomada em uma reunião na quarta-feira (21/2), com o objetivo de oficializar o pedido de impeachment na Câmara dos Deputados. O movimento é estratégico para evitar possíveis impedimentos dos senadores da oposição em participar do processo de julgamento, caso este seja iniciado, permitindo-lhes assim demonstrar apoio à iniciativa sem comprometimento direto.

O acordo entre os parlamentares estabelece que somente deputados assinem o pedido de impeachment. Esta ação simbólica busca unificar o apoio contra o presidente Lula, enquanto contorna limitações legais que poderiam afetar a participação de senadores no processo. Até o momento, o pedido já reuniu mais de 130 assinaturas, fundamentado na controvérsia gerada pelas declarações de Lula comparando a morte de palestinos na Faixa de Gaza com o Holocausto.

O ato de oposição também visa retomar o debate público sobre o impeachment, seguindo uma manifestação programada para domingo (25/2) na Avenida Paulista, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro abordará acusações contra ele. Segundo a legislação brasileira, o processo de impeachment deve ser iniciado na Câmara dos Deputados, que avalia a admissibilidade da acusação, cabendo posteriormente ao Senado, sob a presidência do presidente do STF, julgar o mérito da questão.

Por portal Novo Norte

“Quem for à manifestação dia 25 tá comprando uma passagem direto para Papuda”, diz Lindbergh (vídeo)

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Por Tribuna 5/ You Tube

Marco Feliciano elogia Capitão Derrite e Tarcísio pela segurança pública em SP

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O deputado comparou a insegurança no carnaval do Rio com a eficácia das políticas de segurança em São Paulo, atribuindo os sucessos do estado à liderança do Capitão Derrite e do Governador Tarcísio, aos quais prestou seus parabéns.

Em discurso realizado no plenário da Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (22), o Deputado Marco Feliciano (PL-SP) saiu em defesa da segurança pública de São Paulo, elogiando as ações do Capitão Derrite e a gestão do Governador Tarcísio. Feliciano destacou a sensação de segurança entre os moradores do estado, em resposta a críticas feitas por um deputado do Rio de Janeiro à política de segurança paulista.

Feliciano rebateu as críticas apontando os desafios de segurança enfrentados pelo Rio de Janeiro, incluindo altas taxas de latrocínio e dificuldades de policiamento em áreas de risco, chegando a citar a necessidade de intervenção do Exército no passado. Ele sugeriu que os parlamentares focassem nos problemas de segurança de seus próprios estados antes de avaliar a situação em São Paulo.

O deputado comparou a insegurança no carnaval do Rio com a eficácia das políticas de segurança em São Paulo, atribuindo os sucessos do estado à liderança do Capitão Derrite e do Governador Tarcísio, aos quais prestou seus parabéns.

Feliciano criticou a postura da esquerda diante da segurança pública e reafirmou a posição de São Paulo como um estado seguro, agradecendo ao presidente da sessão por permitir seu discurso.

Por portal Novo Norte

PEC que limita ações policiais a mando do STF no Congresso tem 27 assinaturas de apoio. Veja nomes

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A PEC também propõe que os parlamentares tenham o direito de recusar o cumprimento de ordens judiciais ou administrativas que possam ser interpretadas como censura.

A proposta exige autorização da Casa para ações da Polícia Federal e amplia a inviolabilidade dos parlamentares.

O Senador Jorge Seif (PL-SC) conseguiu nesta quinta (22) o apoio de 27 parlamentares para apresentar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa restringir a atuação da Polícia Federal, a mando do STF, no Congresso Nacional. De acordo com a proposta, qualquer operação da PF nas dependências do Congresso precisará de autorização prévia da respectiva Casa legislativa que for alvo do mandado.

A PEC também propõe que os parlamentares tenham o direito de recusar o cumprimento de ordens judiciais ou administrativas que possam ser interpretadas como censura. Além disso, estabelece a inviolabilidade dos deputados e senadores em qualquer local, situação, conteúdo de fala ou objetivo, garantindo a liberdade de expressão.

O texto sugere ainda que os meios de comunicação possam divulgar opiniões ou declarações dos parlamentares sem que jornalistas ou veículos de imprensa sejam responsabilizados. Entre os signatários da proposta, encontram-se nomes como Alan Rick (União-AC), Angelo Coronel (PSB-BA), Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) e outros, incluindo figuras conhecidas como Damares Alves (Republicanos-DF) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Esta iniciativa tem gerado discussões sobre o equilíbrio entre a independência do Poder Legislativo e a necessidade de investigações conduzidas pela Polícia Federal, sob a perspectiva de garantir a transparência e o combate à corrupção dentro do Congresso Nacional.

Veja a lista:

1. Jorge Seif (PL-SC)

2. ⁠Alan Rick (União- AC)

3. ⁠Angelo Coronel (PSB-BA)

4. ⁠Astronauta Marcos Pontes (PL-SP)

5. Carlos Portinho (PL-RJ)

6. ⁠Ciro Nogueira (PP-PI)

7. ⁠ ⁠Cleitinho (Republicanos- MG)

8. Damares Alves (Republicanos-DF)

9. ⁠Dr. Hiran (PP-RR) 

10. ⁠Eduardo Girão (Novo-CE)

11. ⁠ Eduardo Gomes (PL-TO)

12. Flávio Bolsonaro (PL-RJ) 

13. ⁠Hamilton Mourão (Republicanos-RS)

14. ⁠Izalcy Lucas (PSDB-DF)

15. ⁠Lucas Barreto (PSB-AP)

16. ⁠Luis Carlos Heinze (RS-PP)

17. ⁠Marcos Rogério (PL-RO)

18. Marcos do Val (Podemos-ES) 

19. ⁠Mecias de Jesus (Republicanos-RS)

20. ⁠Márcio Bittar (União- AC)

21. ⁠Plínio Valério (PSDB-AM)

22. ⁠Sérgio Moro (União-PR)

23. ⁠Styvenson Valentim (Rio Branco-AC)

24. ⁠Tereza Cristina (PP-MS)

25. ⁠Wellington Fagundes (PL-MT)

26. ⁠Wilder Morais (PL-GO)

27. ⁠Zequinha Marinho (Podemos-MA)

Com informações do Diário do Poder.

Por portal Novo Norte

Pressão total sobre Lira pelo impeachment de Lula

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A deputada Carla Zambelli lembrou de um caso anterior, durante o governo Dilma, em que a pressão popular e política levou à abertura de um processo de impeachment mesmo com um presidente da Câmara inicialmente resistente.

Um grupo de senadores de oposição, incluindo nomes como Rogério Marinho (PL-RN), Hamilton Mourão (Republicanos-RS), Damares Alves (Republicanos-DF) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ), anunciou nesta quinta (22) que vai manifestar seu apoio ao pedido de impeachment contra o presidente Lula. Esse pedido foi feito por deputados também da oposição, depois que Lula fez um comentário comparando ações de Israel contra o Hamas ao Holocausto.

Os senadores optaram por não assinar o pedido de impeachment. Eles explicaram que, se assinassem, poderiam ser considerados impedidos de votar sobre o assunto no futuro. Isso porque o Senado é responsável por julgar o presidente em um processo de impeachment, após a Câmara dos Deputados avaliar se o caso deve prosseguir.

Apesar do apoio dos senadores ao impeachment, pessoas próximas a Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara dos Deputados, acreditam que ele provavelmente não dará continuidade ao pedido. No entanto, a deputada Carla Zambelli lembrou de um caso anterior, durante o governo Dilma, em que a pressão popular e política levou à abertura de um processo de impeachment mesmo com um presidente da Câmara inicialmente resistente.

Por portal Novo Norte