Debatedores defendem PEC para ampliar força dos projetos de iniciativa popular

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O presidente da comissão, senador Paulo Paim (PT-RS), foi o autor do requerimento de realização do debate

Em audiência pública nesta quinta-feira (22) na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), debatedores apoiaram a ampliação da força dos projetos de iniciativa popular, previstos na Constituição. O objetivo foi discutir a sugestão popular (SUG 22/2020) que pede a garantia ao direito do cidadão de apresentar e colocar em pauta projetos de lei no Congresso.

O presidente da comissão, senador Paulo Paim (PT-RS), foi o autor do requerimento de realização do debate. A sugestão é fruto de uma ideia legislativa apresentada pela Associação Nacional dos Aposentados, Deficientes, Idosos, Pensionistas e dos Segurados da Previdência Social (Anadips). Em 2021, a sugestão foi aprovada pela CDH com parecer favorável de Paim e transformada em proposta de emenda à Constituição (PEC).

Na reunião, Paim declarou que propostas como a debatida na audiência são o “coração da democracia”. Ele informou que, para começar a tramitar, a PEC ainda precisa reunir a assinatura de 27 senadores e pediu apoio na articulação do texto.

— Sabemos que uma PEC como essa não é fácil [de ser aprovada], vai precisar muito, muito trabalho […] Temos 13 assinaturas, precisamos ainda de em torno de 14 assinaturas. Se passou um ano e ainda não conseguimos que ela andasse além da comissão. Aqui fica um apelo para toda a sociedade organizada para que haja um movimento de conversa com os senadores — afirmou Paim.

Um dos autores da sugestão legislativa, o diretor executivo da Anadips, Nery Charlie Batista Neri, afirmou que a proposta é uma oportunidade de o Congresso Nacional se aproximar da sociedade de forma mais efetiva.

— A decisão de incluir [um projeto] na pauta é do presidente da Casa legislativa, seja quem for. O que nós queremos é que a soberania popular, o povo, tenha o poder de chegar na Casa do povo e apresentar um projeto de iniciativa popular e ele poder tramitar […] Não queremos impor que esse projeto seja aprovado, queremos que seja submetido à deliberação — disse.

Antonio Carlos Fernandes Lima Junior, presidente da Confederação Nacional das Carreiras e Atividades Típicas de Estado (Conacate), também manifestou apoio à proposta e defendeu que a medida fortalece a democracia. Segundo ele, o ideal seria aprovar a PEC antes das eleições municipais de outubro deste ano.

Em participação virtual, Vilson Antônio Romero, presidente da Pública Central do Servidor no Distrito Federal, declarou que, apesar de a já Constituição prever uma forma de participação popular no Legislativo, as regras atuais dificultam a realização desse processo.

— A Constituição de 88 permite que a iniciativa popular se consolide, porém, sabemos que isso é um trabalho árduo, porque obter 1% de mais de 157 milhões de eleitores é muita coisa, com o grande agravante que há a dificuldade de legitimar os apoios e assinaturas — disse.

Para Eduardo Kassuga, defensor público federal, os mecanismos de participação direta da sociedade civil na legislação têm, ao longo dos últimos anos, contribuído com o aprimoramento do regime democrático e devem ser incentivados.

— Muitas vezes, na dinâmica parlamentar, a gente ouve que a política tem o seu próprio tempo. De outro lado, sabemos que o Congresso é soberano para, dentro da razoável duração de um processo legislativo, amadurecer consensos e reflexões para a deliberação. Entretanto, essa soberania, esse amadurecimento e esse tempo da política existem em função da sociedade — afirmou no debate.

O que diz a proposta

O texto sugerido altera o artigo 61 da Constituição que estabelece que a iniciativa popular pode ser exercida pela apresentação à Câmara dos Deputados de projeto subscrito por, no mínimo, 1% do eleitorado nacional, distribuído pelo menos por cinco estados, com não menos de 0,3% dos eleitores de cada um deles.

A SUG 22/2020 estabelecia a obrigatoriedade de os presidentes das duas Casas incluírem na pauta de votação qualquer projeto de lei, inclusive os de iniciativa popular, em duas hipóteses: quando houvesse requerimento para pautar o texto com assinaturas de 500 mil eleitores, com no mínimo 10 mil assinaturas por região do país; e quando houvesse requerimento com a assinatura da maioria simples dos integrantes do Senado ou da Câmara dos Deputados ou da maioria simples dos líderes partidários da respectiva Casa legislativa.

Já em seu relatório, que resultou na proposta de emenda à Constituição para a qual busca apoio no Senado, Paim altera a sugestão original para que o requerimento seja assinado por no mínimo 0,3% do eleitorado nacional com não menos de 0,2% dos eleitores de cada região do país. Ele também mudou a segunda hipótese para ter como critério apenas a maioria dos deputados ou senadores ou por líderes partidários que representem essa maioria.

O senador mantém no texto a previsão de votação nominal e aberta para os projetos de lei de iniciativa popular. Ele também acrescentou que a subscrição do requerimento pelos eleitores, sua contabilização, processamento e certificação serão efetuados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), preferencialmente, por sistema eletrônico.

— A Constituição Cidadã já prevê o exercício popular da soberania direta ou indiretamente. É preciso fazer valer as forças constitucionais e democráticas. A população precisa estar junto à soberania. O poder emana do povo. É um princípio democrático que enfatiza que a autoridade política deriva do consentimento de cada cidadão. Isso implica que os governantes são eleitos ou designados pelos cidadãos e devem governar de acordo com os interesses e a vontade do povo — declarou Paim na audiência.

Pelo parecer da sugestão aprovado na CDH, se o projeto de lei objeto do requerimento não for votado em até 45 dias depois de protocolado, passará a sobrestar a pauta e a Casa legislativa fica impedida de votar outras matérias — com exceção das propostas que tiverem prazo constitucional determinado. Paim também retirou do texto original a possibilidade de os presidentes das duas Casas serem processados por crime de responsabilidade caso não coloquem em votação o projeto de iniciativa popular.

Por portal Novo Norte

Como será o ato pelo impeachment de Lula no Senado Federal

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Até o momento, o pedido já reuniu mais de 130 assinaturas, fundamentado na controvérsia gerada pelas declarações de Lula comparando a morte de palestinos na Faixa de Gaza com o Holocausto.

Na próxima semana, deputados federais e senadores da oposição realizarão no Senado Federal um ato simbólico em defesa do impeachment do presidente Lula. A decisão foi tomada em uma reunião na quarta-feira (21/2), com o objetivo de oficializar o pedido de impeachment na Câmara dos Deputados. O movimento é estratégico para evitar possíveis impedimentos dos senadores da oposição em participar do processo de julgamento, caso este seja iniciado, permitindo-lhes assim demonstrar apoio à iniciativa sem comprometimento direto.

O acordo entre os parlamentares estabelece que somente deputados assinem o pedido de impeachment. Esta ação simbólica busca unificar o apoio contra o presidente Lula, enquanto contorna limitações legais que poderiam afetar a participação de senadores no processo. Até o momento, o pedido já reuniu mais de 130 assinaturas, fundamentado na controvérsia gerada pelas declarações de Lula comparando a morte de palestinos na Faixa de Gaza com o Holocausto.

O ato de oposição também visa retomar o debate público sobre o impeachment, seguindo uma manifestação programada para domingo (25/2) na Avenida Paulista, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro abordará acusações contra ele. Segundo a legislação brasileira, o processo de impeachment deve ser iniciado na Câmara dos Deputados, que avalia a admissibilidade da acusação, cabendo posteriormente ao Senado, sob a presidência do presidente do STF, julgar o mérito da questão.

Por portal Novo Norte

“Quem for à manifestação dia 25 tá comprando uma passagem direto para Papuda”, diz Lindbergh (vídeo)

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Por Tribuna 5/ You Tube

Marco Feliciano elogia Capitão Derrite e Tarcísio pela segurança pública em SP

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O deputado comparou a insegurança no carnaval do Rio com a eficácia das políticas de segurança em São Paulo, atribuindo os sucessos do estado à liderança do Capitão Derrite e do Governador Tarcísio, aos quais prestou seus parabéns.

Em discurso realizado no plenário da Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (22), o Deputado Marco Feliciano (PL-SP) saiu em defesa da segurança pública de São Paulo, elogiando as ações do Capitão Derrite e a gestão do Governador Tarcísio. Feliciano destacou a sensação de segurança entre os moradores do estado, em resposta a críticas feitas por um deputado do Rio de Janeiro à política de segurança paulista.

Feliciano rebateu as críticas apontando os desafios de segurança enfrentados pelo Rio de Janeiro, incluindo altas taxas de latrocínio e dificuldades de policiamento em áreas de risco, chegando a citar a necessidade de intervenção do Exército no passado. Ele sugeriu que os parlamentares focassem nos problemas de segurança de seus próprios estados antes de avaliar a situação em São Paulo.

O deputado comparou a insegurança no carnaval do Rio com a eficácia das políticas de segurança em São Paulo, atribuindo os sucessos do estado à liderança do Capitão Derrite e do Governador Tarcísio, aos quais prestou seus parabéns.

Feliciano criticou a postura da esquerda diante da segurança pública e reafirmou a posição de São Paulo como um estado seguro, agradecendo ao presidente da sessão por permitir seu discurso.

Por portal Novo Norte

PEC que limita ações policiais a mando do STF no Congresso tem 27 assinaturas de apoio. Veja nomes

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A PEC também propõe que os parlamentares tenham o direito de recusar o cumprimento de ordens judiciais ou administrativas que possam ser interpretadas como censura.

A proposta exige autorização da Casa para ações da Polícia Federal e amplia a inviolabilidade dos parlamentares.

O Senador Jorge Seif (PL-SC) conseguiu nesta quinta (22) o apoio de 27 parlamentares para apresentar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa restringir a atuação da Polícia Federal, a mando do STF, no Congresso Nacional. De acordo com a proposta, qualquer operação da PF nas dependências do Congresso precisará de autorização prévia da respectiva Casa legislativa que for alvo do mandado.

A PEC também propõe que os parlamentares tenham o direito de recusar o cumprimento de ordens judiciais ou administrativas que possam ser interpretadas como censura. Além disso, estabelece a inviolabilidade dos deputados e senadores em qualquer local, situação, conteúdo de fala ou objetivo, garantindo a liberdade de expressão.

O texto sugere ainda que os meios de comunicação possam divulgar opiniões ou declarações dos parlamentares sem que jornalistas ou veículos de imprensa sejam responsabilizados. Entre os signatários da proposta, encontram-se nomes como Alan Rick (União-AC), Angelo Coronel (PSB-BA), Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) e outros, incluindo figuras conhecidas como Damares Alves (Republicanos-DF) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Esta iniciativa tem gerado discussões sobre o equilíbrio entre a independência do Poder Legislativo e a necessidade de investigações conduzidas pela Polícia Federal, sob a perspectiva de garantir a transparência e o combate à corrupção dentro do Congresso Nacional.

Veja a lista:

1. Jorge Seif (PL-SC)

2. ⁠Alan Rick (União- AC)

3. ⁠Angelo Coronel (PSB-BA)

4. ⁠Astronauta Marcos Pontes (PL-SP)

5. Carlos Portinho (PL-RJ)

6. ⁠Ciro Nogueira (PP-PI)

7. ⁠ ⁠Cleitinho (Republicanos- MG)

8. Damares Alves (Republicanos-DF)

9. ⁠Dr. Hiran (PP-RR) 

10. ⁠Eduardo Girão (Novo-CE)

11. ⁠ Eduardo Gomes (PL-TO)

12. Flávio Bolsonaro (PL-RJ) 

13. ⁠Hamilton Mourão (Republicanos-RS)

14. ⁠Izalcy Lucas (PSDB-DF)

15. ⁠Lucas Barreto (PSB-AP)

16. ⁠Luis Carlos Heinze (RS-PP)

17. ⁠Marcos Rogério (PL-RO)

18. Marcos do Val (Podemos-ES) 

19. ⁠Mecias de Jesus (Republicanos-RS)

20. ⁠Márcio Bittar (União- AC)

21. ⁠Plínio Valério (PSDB-AM)

22. ⁠Sérgio Moro (União-PR)

23. ⁠Styvenson Valentim (Rio Branco-AC)

24. ⁠Tereza Cristina (PP-MS)

25. ⁠Wellington Fagundes (PL-MT)

26. ⁠Wilder Morais (PL-GO)

27. ⁠Zequinha Marinho (Podemos-MA)

Com informações do Diário do Poder.

Por portal Novo Norte

Pressão total sobre Lira pelo impeachment de Lula

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A deputada Carla Zambelli lembrou de um caso anterior, durante o governo Dilma, em que a pressão popular e política levou à abertura de um processo de impeachment mesmo com um presidente da Câmara inicialmente resistente.

Um grupo de senadores de oposição, incluindo nomes como Rogério Marinho (PL-RN), Hamilton Mourão (Republicanos-RS), Damares Alves (Republicanos-DF) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ), anunciou nesta quinta (22) que vai manifestar seu apoio ao pedido de impeachment contra o presidente Lula. Esse pedido foi feito por deputados também da oposição, depois que Lula fez um comentário comparando ações de Israel contra o Hamas ao Holocausto.

Os senadores optaram por não assinar o pedido de impeachment. Eles explicaram que, se assinassem, poderiam ser considerados impedidos de votar sobre o assunto no futuro. Isso porque o Senado é responsável por julgar o presidente em um processo de impeachment, após a Câmara dos Deputados avaliar se o caso deve prosseguir.

Apesar do apoio dos senadores ao impeachment, pessoas próximas a Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara dos Deputados, acreditam que ele provavelmente não dará continuidade ao pedido. No entanto, a deputada Carla Zambelli lembrou de um caso anterior, durante o governo Dilma, em que a pressão popular e política levou à abertura de um processo de impeachment mesmo com um presidente da Câmara inicialmente resistente.

Por portal Novo Norte

Lula é recordista de pedidos de impeachment nos primeiros 14 meses de Governo

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Ex-presidentes como Fernando Collor, que foi efetivamente destituído do poder, tiveram menos solicitações de impeachment nos estágios iniciais de seus mandatos

Desde que assumiu o cargo em janeiro de 2023, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta o 19° pedido de impeachment, o maior número registrado nos primeiros 14 meses de um mandato presidencial no Brasil, conforme relatado pelo jornal O Globo. Essa quantidade supera em mais do dobro os pedidos contra Jair Bolsonaro (PL) no mesmo período de seu governo.

Comparativamente, ex-presidentes como Fernando Collor, que foi efetivamente destituído do poder, tiveram menos solicitações de impeachment nos estágios iniciais de seus mandatos. Collor enfrentou dois pedidos no mesmo intervalo de tempo, antes de alcançar um total de 29 pedidos até seu impeachment.

O mais recente pedido contra Lula, que estabeleceu um novo recorde de assinaturas com mais de 130 deputados federais apoiando, foi formulado pela deputada Carla Zambelli (PL-SP). Baseia-se no Artigo 5º da Lei 1.079/50, alegando que o presidente cometeu um ato de hostilidade contra nação estrangeira, referindo-se à comparação feita por Lula entre a guerra em Gaza e o Holocausto judeu. Até a manhã desta quarta-feira (21), o pedido havia reunido 137 assinaturas, ultrapassando as 124 assinaturas no processo de impeachment contra Dilma Rousseff (PT).

Por portal Novo Norte

Deputado defende manifestações e questiona se ministros tem medo de combater o verdadeiro crime organizado

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Segundo ele, esses partidos até defendem grupos violentos e tentam enganar as pessoas

O deputado Capitão Alden, do PL da Bahia, discursou na Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (22) criticando os partidos de esquerda. Ele disse que esses partidos falam de democracia e liberdade, mas apoiam ideias e pessoas que não combinam com o que pregam, como Karl Marx e Che Guevara. Segundo ele, esses partidos até defendem grupos violentos e tentam enganar as pessoas.

ALDEN também falou sobre um protesto planejado para o dia 25, dizendo que será um ato pacífico, diferente de ações violentas do passado, como as do Movimento Sem Terra (MST) em 2014, que ele chamou de terrorismo. Ele destacou que seus apoiadores querem protestar de forma calma e organizada.

O deputado questionou por que as autoridades não combatem mais duramente o crime organizado, como o tráfico de drogas controlado por grupos como o Comando Vermelho e o PCC. Ele gostaria de ver ações mais fortes da polícia contra esses criminosos, argumentando que eles são a verdadeira ameaça à sociedade, não as pessoas que apoiam o governo.

Para terminar, ALDEN pediu mais respeito pelos brasileiros, especialmente os que pagam seus impostos. Ele questionou se as autoridades têm medo de enfrentar os criminosos de verdade, em vez de focar em pessoas que, segundo ele, só querem o bem do país.

Por portal Novo Norte

Deputado pede que Centrão assuma a direção política do Brasil no lugar de Lula

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Ele destacou que as falas do presidente violam preceitos da carta da ONU, acusando o governo de agressão a uma etnia, religião e um Estado constituído

O deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL – SP) discursou no plenário da Câmara dos Deputados na manhã desta quinta-feira (22), criticando as declarações do Presidente Lula sobre Israel e o Holocausto, além do alinhamento do Brasil com países considerados ditatoriais. Ele destacou que as falas do presidente violam preceitos da carta da ONU, acusando o governo de agressão a uma etnia, religião e um Estado constituído, e atribuiu parte dessa postura às ideias de Celso Amorim, ex-Ministro das Relações Exteriores.

Orleans e Bragança argumentou que, com esses posicionamentos, o Brasil se distancia dos países ocidentais, com quem tem fortes alianças, e se aproxima de grupos que declaram guerra ao Ocidente. Ele mencionou movimentos como a reconvocação do embaixador brasileiro em Israel e a carta da África do Sul contra Israel, indicando um apoio do Brasil a esses países e movimentos considerados radicais.

Internamente, o deputado alertou para uma crescente autocracia no Brasil, com o Executivo e o Judiciário dominando a esfera política, e questionou o alinhamento dos partidos do centro com o governo. Ele expressou preocupação com a falta de apoio ao pedido de impeachment do presidente, sugerindo que essa hesitação contribui para a projeção do país como uma autocracia alinhada a países terroristas.

O deputado finalizou seu discurso apelando aos partidos do centro para assumirem a responsabilidade pela direção política do país, criticando o alinhamento com práticas antidemocráticas e a falta de ação para preservar o Estado de Direito no Brasil.

Por portal Novo Norte

Com 129 assinaturas, impeachment de Lula por ataques contra Israel bate recorde de apoio

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A iniciativa, liderada pela deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), marca a maior adesão parlamentar a um pedido de impeachment até o momento, superando o recorde anterior do processo contra Dilma Rousseff em 2016

O pedido de impeachment contra o presidente Lula, motivado por suas declarações que equiparam a ofensiva israelense em Gaza ao Holocausto, será protocolado, contando com o apoio de 129 deputados. 

A iniciativa, liderada pela deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), marca a maior adesão parlamentar a um pedido de impeachment até o momento, superando o recorde anterior do processo contra Dilma Rousseff em 2016, que teve 124 assinaturas.

Este movimento surge após Lula, durante uma agenda na Etiópia no início desta semana, ter classificado a atuação de Israel na Faixa de Gaza como genocida, comparando-a ao Holocausto judeu na Segunda Guerra Mundial. 

Os parlamentares alegam que tal comparação constitui um crime de responsabilidade, baseando-se no Artigo 5º da Constituição Federal, que define como crime de responsabilidade atos de hostilidade contra nações estrangeiras que possam expor a República ao perigo de guerra ou comprometer sua neutralidade.

Apesar do forte apoio ao pedido de impeachment, aliados do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), consideram mínimas as chances de o processo ser efetivamente levado adiante. A oposição, contudo, se mobiliza intensamente por meio deste ato parlamentar.

Veja a lista completa de assinaturas:

Carla Zambelli
Julia Zanatta
Delegado Caveira
Mario Frias
Coronel Meira
Maurício Marcon
Paulo Bilynskyj
Sgt Fahur
Delegado Fabio Costa
Carlos Jordy
Gustavo Gayer
Sgt Gonçalves
Kim Kataguiri
Bia Kicis
General Girão
Luiz Philippe
Nikolas Ferreira
Alfredo Gaspar
Rosangela Moro
Gilvan da Federal
Carol de Toni
Amália Barros
Domingos Sávio
Ramagem
Nicoletti
Messias Donato
André Fernandes
Marcelo Álvaro Antônio
Eros Biondini
Junio Amaral
Coronel Telhada
Marcel Van Hattem
José Medeiros
Zucco
Daniel Freitas
Zé Trovão
Daniela Reinehr
Capitão Alden
Filipe Martins
Bibo Nunes
Adriana Ventura
Gilberto Silva
Cel Chrisóstomo
Sanderson
Giovani Cherini
Filipe Barros
Cristiane Lopes
Capitão Augusto
Gilson Marques
Coronel Fernanda
Eduardo Bolsonaro
Any Ortiz
Marco Feliciano
Adilson Barroso
Chris Tonietto
Silvio Antonio
Ricardo Salles
Silvia Waiãpi
Abilio
Marcio Alvino
Jefferson Campos
Rodrigo Valadares
Marcelo Moraes
Delegado Éder Mauro
Rodolfo Nogueira
Dr. Frederico
Clarissa Tercio
Evair Vieira de Melo
Eli Borges
Coronel Assis
Luiz Lima
Coronel Ulysses
Dr. Jaziel⁠
Capitão Alberto Neto
Mariana Carvalho
Roberto Duarte
Marcos Pollon
Magda Mofatto
Dayany Bittencourt
Maurício Souza
Fernando Rodolfo
Roberta Roma
Alberto Fraga
Reinhold Stephanes Jr
Lincoln Portela
Miguel Lombardi
⁠Dr. Zacharias Calil
Professor Alcides
Rosana Valle
Hélio Lopes
Pedro Lupion
Pastor Eurico
Delegado Palumbo
Zé Vitor
Lucas Redecker
⁠Dr. Fernando Maximo
Thiago Flores
Dr Luiz Ovando
Roberto Monteiro
General Pazuello
Luciano Galego
Afonso Hamm
Osmar Terra
Covatti Filho
Pedro Westphalen
Geovania de Sá
Nelsinho Padovani
André Ferreira
Gerlen Diniz
Ana Paula Leão
Dilceu Sperafico
Vermelho Maria
Franciane Bayer
Joaquim Passarinho
Vicentinho Júnior
Fred Linhares
Sostenes Cavalcante
Amaro Neto
Dep. Carlos Sampaio
Mendonça Filho
Silvia Cristina
Felipe Saliba
Maurício Carvalho
Rafael Simões
Paulinho Freire
Emidinho Madeira
Diego Garcia
Pezenti
Paulo Freire Costa

Por portal Novo Norte