Aceno a mulheres e ataques a Bolsonaro e Haddad ganham considerações finais

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Por Cristian Favaro e Daniel Weterman

O aceno a mulheres e os ataques à polarização entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) tomaram boa parte das considerações finais de candidatos à Presidência no debate promovido pela TV Record entre a noite de domingo e a madrugada desta segunda-feira, 1.

Geraldo Alckmin (PSDB) e Fernando Haddad (PT) aproveitaram para cumprimentar as mulheres, em referência às manifestações femininas contrárias a Bolsonaro, que lidera pesquisas de intenção de voto para o primeiro turno da disputa.

“As mulheres terão um papel preponderante neste novo Brasil que vai sair das urnas”, disse Alckmin, citando sua candidata a vice, Ana Amélia (PP). Além disso, o tucano reforçou que é preciso unir o País contra extremos e fazer a virada na última semana antes do primeiro turno.

Haddad fez referência aos movimentos de mulheres contra Bolsonaro e enalteceu a mulher “que foi às ruas ontem (sábado) pedir paz, democracia e exigir seus direitos garantidos na constituição.

O candidato também relembrou o passado petista e os empregos criados durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sem deixar de alfinetar Bolsonaro. “A imagem que eu vislumbro é das brasileiras e dos brasileiros com a carteira assinada e com livro na mão, não com armas”.

Já Ciro Gomes atacou a tese do voto útil. “Quero me dirigir a você que vota no Bolsonaro porque não quer o PT, ou que vota no PT porque não quer o Bolsonaro… Eu entendo vocês, mas se isso continuar acontecendo, a única certeza dessas eleições é que a crise vai continuar”, afirmou, ao pedir a oportunidade para reconciliar o País.

Na mesma direção de Ciro, Guilherme Boulos (Psol) disse que no primeiro turno o eleitor deve votar em quem acredita. “Eleição não é corrida de cavalo que você escolhe quem está em primeiro lugar”.

Marina, única mulher na disputa, usou seu tempo final para se posicionar como alternativa para unir o Brasil. “Estou aqui para oferecer a outra face de um País desunido por PT e Bolsonaro”, disse. Alvaro Dias, do Podemos, retomou sua defesa da refundação da república e defendeu o combate à corrupção.

Cabo Daciolo cumprimentou sua vice, Suelene Balduino Nascimento, nas considerações finais. Otimista, disse que acredita em “sinais” e destacou que faltam sete dias para o primeiro turno. O candidato fez uma oração para “expulsar” o Satanás do Brasil.

 

Fonte: Estadão conteúdo

Alckmin apela para ‘união’ e Marina relaciona PSDB com Bolsonaro e PT

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Por Daniel Weterman e Cristian Favaro

Na última semana antes do primeiro turno das eleições presidenciais, Geraldo Alckmin (PSDB) fez um apelo para que eleitores se “unam” contra os radicalismos representados, segundo ele, por Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

Sem decolar nas pesquisas, o tucano reforçou sua aposta de crescimento na reta final. “Esta semana é que vai mudar a eleição; sempre nas últimas eleições, é a última onda aquela que vale; vamos unir o Brasil”, disse Alckmin, no terceiro bloco do debate entre presidenciáveis realizado pela TV Record.

O tucano tentou novamente vincular a imagem do PT à de Jair Bolsonaro, candidato do PSL na disputa. “Queria chamar a atenção de vocês para como os radicais são parecidos. O PT votou contra o Plano Real, Bolsonaro também. O PT votou contra a quebra do monopólio de comunicação, o Bolsonaro votou igual. O PT votou contra a quebra do monopólio do petróleo, Bolsonaro também”, disse Alckmin.

Em uma resposta indireta a Alckmin, Marina Silva relacionou o PSDB com o quadro polarizado entre PSL e PT. “O projeto autoritário do Bolsonaro foi chocado no ninho da polarização do PT e do PSDB. Não venham agora dizer que vão unir o Brasil”, declarou.

Haddad continuou sendo alvo de adversários no terceiro bloco do debate. Alvaro Dias (Podemos) criticou o PT por propor reduzir impostos e, durante o governo, ter ficado “ao lado dos banqueiros”.

Fonte: Estadão conteúdo

Dias se junta a Ciro e critica Haddad: da prisão, Lula comanda campanha do PT

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Por Daniel Weterman e Cristian Favaro

Após Ciro Gomes (PDT) atacar a aliança de Fernando Haddad (PT) com Eunício Oliveira (MDB) no Ceará, o candidato do Podemos à Presidência, Alvaro Dias, se juntou ao pedetista para atacar Haddad durante debate na TV Record, neste domingo, 30.

Alvaro citou reportagem da revista IstoÉ que aponta mandos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso em Curitiba, sobre alianças do PT no pleito. “Lá da prisão, em Curitiba, o ex-presidente Lula comanda a campanha do PT com bilhetes e autoriza repasses de recursos.” Haddad pediu direito de resposta, o que foi negado por comissão da emissora.

Fonte: Estadão conteúdo

Economia entra no debate e Alckmin ataca era Dilma, que PT “tenta esconder”

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Por Cristian Favaro e Daniel Weterman

O tema econômico ganhou destaque no segundo bloco do debate entre os candidatos ao Planalto na Record, neste domingo. Durante embate com Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB) prometeu corte de juros com “boa política fiscal” e sem aumentar impostos. O candidato alfinetou o PT e disse que o partido “só fala de Lula e esconde Dilma (Rousseff)”. A afirmação provocou risadas de Ciro.

Em ataque, Alckmin afirmou que Ciro estudou recriar a CPMF (imposto sobre movimentações financeiras, chamado imposto do cheque). O pedetista, entretanto, negou ter cogitado a ideia.

O ex-ministro da Fazenda de Michel Temer e candidato do MDB ao Planalto, Henrique Meirelles, também foi confrontado. Alckmin questionou o motivo de o Brasil não ter crescido durante seu período à frente da pasta. Meirelles disse que a economia foi prejudicada pelos confrontos políticos. “O Brasil cresceria mais se não fossem as propostas radicais”, disse o emedebista.

Vice de Bolsonaro

As recentes falas polêmicas do vice de Jair Bolsonaro (PSL), General Mourão, foram utilizadas por Henrique Meirelles e Marina Silva para atacar a candidatura. “O vice dele quer acabar com o 13º e o adicional de férias. O economista dele quer trazer de volta a CPMF”, disse Meirelles, em referência às propostas defendidas por Mourão em eventos. Marina disparou: “Eu nunca vi na minha vida um candidato a presidente que diz que vai governar para os fortes”, disse, e emendou: “espero que no próximo debate ele (Bolsonaro) esteja para explicar seus projetos de País”.

 

Fonte: Estadão conteúdo

Simulador de votação 2018

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Datafolha: Bolsonaro segue com 28% e Haddad cresce de 16% para 22%

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Por Daniel Weterman

O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, ficou estagnado na pesquisa Datafolha para o primeiro turno da disputa pelo Planalto. Conforme levantamento divulgado pelo instituto nesta noite de sexta-feira, 28, o candidato tem 28% das intenções de voto – o mesmo índice registrado no último dia 20.

O presidenciável Fernando Haddad (PT), por outro lado, teve um crescimento de seis pontos porcentuais e avançou de 16% para 22% Em um eventual segundo turno entre Haddad e Bolsonaro, o petista venceria o capitão reformado por 45% contra 39%.

Na pesquisa estimulada de primeiro turno, Ciro Gomes (PDT) oscilou para baixo de 13% para 11%. O candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, foi de 9% para 10%. Marina Silva (Rede), que já tinha apresentando tendência de queda, tinha 7% há uma semana e agora tem 5% das intenções de voto.

Brancos e nulos, que eram 12%, agora somam 10%. Entre os entrevistados, 5% dos eleitores estão indecisos sobre quem votar no primeiro turno – o mesmo índice da semana anterior.

A pesquisa foi feita de quarta, 26, até esta sexta-feira, 28. No período, Bolsonaro foi fortemente atacado por adversários após ser divulgado um documento relatando uma suposta ameaça de morte feita por ele a uma ex-mulher. Além disso, seu candidato a vice, Hamilton Mourão (PRTB), causou desconforto ao criticar o 13º salário.

Ainda de acordo com o Datafolha, a rejeição de Bolsonaro subiu de 43% para 46%. A reprovação de Haddad entre os eleitores também cresceu, de 29% para 32%. Marina é rejeitada por 28% e Alckmin, por 24%. Entre os entrevistados, 21% dos eleitores não votariam em Ciro de jeito nenhum.

Segundo turno

Apesar de se manter estável nas intenções de voto para o primeiro turno, o presidenciável do PSL passou a perder para todos os adversários nas simulações de segundo turno. Fernando Haddad saiu do empate em 41% e venceria Bolsonaro por 45% a 39%.

Enfrentando Bolsonaro no segundo turno, Ciro Gomes ampliou sua vantagem contra o adversário. Na semana anterior, o pedetista venceria por 45% a 39% e agora supera Bolsonaro por 48% a 38%. Contra Alckmin, Bolsonaro teria 38% e seria vencido pelo tucano, que teria 45% dos votos.

Em uma eventual disputa entre Haddad e Alckmin, os dois empatam com 39% na pesquisa. Já Ciro venceria Haddad por 41% a 35%.

A pesquisa Datafolha tem uma margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. Foram ouvidos 9 mil eleitores em 343 municípios de 26 a 28 de setembro.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08687/2018.

Fonte: Estadão conteúdo

Datafolha/Rio: Eduardo Paes tem 25%; Garotinho, 15%; e Romário, 14%

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Por Daniel Weterman

Na disputa pelo governo do Rio de Janeiro, o ex-prefeito Eduardo Paes (DEM) segue liderando as intenções de voto para o primeiro turno, com 25%, mostra pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira, 28. No levantamento anterior, ele tinha 22%.

Anthony Garotinho (PRP) tem 15% das intenções de voto. A pesquisa foi registrada e realizada antes da decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de barrar a candidatura de Garotinho. Ele tinha 12% na sondagem divulgada na quinta-feira da semana passada, 20.

Romário Faria (Podemos) se manteve com 14%. Ele é seguido por Índio da Costa (PSD), com 8%; Tarcísio Motta (PSOL), que tem 6%; Wilson Witzel (PSC), que pontuou 4%; Marcia Tiburi (PT), com 3%; e Pedro Fernandes (PDT), com 2%. Os demais concorrentes ficaram entre 0% e 1%.

Votos em branco e nulos somaram 15%. Entre os eleitores, 4% estão indecisos.

Eduardo Paes vence Romário (44% a 32%) e Garotinho (46% a 25%) nas simulações de segundo turno. Romário ganharia de Garotinho na segunda etapa da disputa por 40% a 28%.

A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. Foram ouvidos 1 414 eleitores de 26 a 28 de setembro. O levantamento está registrado no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio sob o protocolo RJ-00977/2018.

 

Fonte: Estadão conteúdo

Contas de luz continuam com bandeira vermelha nível 2 em outubro

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Por Anne Warth

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que as contas de luz vão continuar com a bandeira vermelha em seu segundo nível no mês de outubro. Com a bandeira vermelha no nível dois, no mês que vem, a tarifa continua com um adicional de R$ 5,00 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Será o quinto mês seguido em que a bandeira vermelha em seu segundo nível vigora.

De janeiro a abril, vigorou a bandeira verde, que não tem custo adicional. Em maio, foi adotada a bandeira amarela, que adicionava R$ 1,00 a cada 100 kWh consumidos.

De acordo com a Aneel, a manutenção da bandeira vermelha nível 2 se deve às condições hidrológicas desfavoráveis e à redução no nível de armazenamento dos principais reservatórios das hidrelétricas do País.

Escala

O sistema de bandeiras tarifárias leva em consideração o nível dos reservatórios das hidrelétricas e o preço da energia no mercado à vista. Na bandeira verde, não há cobrança de taxa extra. Na bandeira amarela, a taxa extra é de R$ 1,00 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. No primeiro nível da bandeira vermelha, o adicional é de R$ 3,00 a cada 100 kWh. E no segundo nível da bandeira vermelha, a cobrança é de R$ 5,00 a cada 100 kWh.

O sistema indica o custo da energia gerada para possibilitar o uso consciente de energia. Antes das bandeiras, o custo da energia era repassado às tarifas no reajuste anual de cada empresa, e tinha a incidência da taxa básica de juros. A Aneel deve anunciar a bandeira tarifária que vai vigorar em novembro no dia 26 de outubro.

No PR, Meirelles critica fala de Mourão e diz confiar que estará no 2º turno

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Por Katna Baran

O candidato à Presidência pelo MDB, Henrique Meirelles, criticou nesta sexta-feira, 28, a fala do general Hamilton Mourão (PRTB), postulante a vice-presidente na chapa encabeçada por Jair Bolsonaro (PSL), que classificou direitos trabalhistas como o 13.º salário e o adicional de férias, de “jabuticabas” – ou seja, coisas que só existem no Brasil. “O 13.º é uma conquista do trabalhador brasileiro e está assegurado na Constituição, é uma cláusula pétrea, inclusive”, afirmou o emedebista, durante ato de campanha em Curitiba (PR).

“É um absurdo que um candidato a vice-presidente simplesmente se coloque a contrariar uma cláusula pétrea da Constituição. Isso não poderia ser mudado nem pelo Congresso”, afirmou, depois de falar a empresários na capital paranaense.

Meirelles foi recebido em Curitiba pelo candidato ao governo do Paraná pelo MDB, João Arruda. O presidente do partido no Estado, senador Roberto Requião, no entanto, não compareceu à agenda de campanha do companheiro de sigla. Requião é crítico do governo Michel Temer e se posicionou contra a candidatura de Meirelles à Presidência. Apesar de flertar com o PT de Fernando Haddad (PT), formalmente Requião apoia Ciro Gomes (PDT) ao Planalto.

O candidato emedebista à Presidência preferiu não se posicionar seu possível apoio no segundo turno. “Estou lutando e trabalhando e tenho confiança de chegar no segundo turno, não acho adequado e é muito prematuro isso (declarar apoio)”, disse. Meirelles disse esperar que, na última semana antes do primeiro turno, o eleitorado fique mais atento à disputa presidencial e, assim, sua campanha possa “decolar”. “A eleição brasileira foi atípica, muito curta, com 35 dias de (propaganda de) televisão. A população não estava de fato ligada.”

Questionado sobre as críticas de seus oponentes, que dizem que o emedebista só se colocou como candidato à Presidência para defender a manutenção da agenda fiscal e monetária que implantou à frente do Banco Central e como Ministro da Fazenda do País, Meirelles se defendeu, afirmando que é o candidato “da criação do emprego e da renda”.

“A economia é a base de tudo. No momento em que o País cresce, cresce a arrecadação dos municípios, e as prefeituras podem cumprir sua função básica. A arrecadação do Estado cresce e ele pode investir em segurança. E a arrecadação federal cresce, diminuindo o déficit público estratosférico que temos e começando a criar condições para manter os juros e inflação baixos e o País crescer. E isso que interessa ao povo: a qualidade do serviço público.”

O presidenciável repetiu que vai reduzir e simplificar os impostos brasileiros e fará reformas que considera fundamentais, como a da Previdência. Sem citar nomes, ele criticou os candidatos à Presidência que apresentam propostas que, para ele, farão o País “voltar atrás”.

Ibope e Datafolha divulgam ao menos três pesquisas na próxima semana

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Por Marcelo Osakabe

O Ibope e o Datafolha registraram no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um total de mais três pesquisas de intenção de voto para presidente com previsão de divulgação para a próxima semana, a última antes da realização do primeiro turno, no dia 7

O Ibope, em parceria com o jornal O Estado de S.Paulo e a TV Globo, deve divulgar na segunda-feira, 1, e quarta-feira, 3, levantamentos com 3.010 eleitores de todo o Brasil. As pesquisas foram registrados sob os códigos BR-08650/2018 e BR-08245/2018, respectivamente.

Já o Datafolha vai entrevistar 3.240 pessoas na próxima terça-feira, 2. O resultado tem previsão de divulgação no mesmo dia. O código da pesquisa no TSE é BR-03147/2018.

Segundo o último Ibope, divulgado em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) no dia 26, Jair Bolsonaro (PSL) oscilou negativamente de 28% para 27% das intenções de voto em relação ao levantamento anterior, mesmo movimento de Fernando Haddad (PT), que passou de 22% para 21%. Ciro Gomes (PDT) oscilou um ponto porcentual para cima, alcançando 12%. Geraldo Alckmin (PSDB) manteve 8% e Marina Silva oscilou positivamente um ponto, chegando a 6%.

Já o último levantamento do Ibope, divulgado na madrugada do dia 20, deu Bolsonaro com 28%, Haddad (PT) com 16%, Ciro com 13%, Alckmin com 9% e Marina com 7%.

Fonte: Estadão conteúdo