“Nós precisamos atuar em nome do povo”

0
Candidato à Alerj, Val afirmou que mantém diálogo com moradores de comunidades

Val Barbeiro afirma que campanha eleitoral não impede trabalho de mandato no Legislativo

“É preciso garantir que, com eleição ou sem eleição, a opinião do povo prevaleça”. Ao discursar durante a sessão ordinária de ontem (2), o vereador Val Barbeiro (PHS) que também concorre à vaga de deputado estadual no pleito deste ano, afirmou que a dedicação de todos os políticos precisa ser em defesa da democracia.

Val complementou o debate levantado por Marcel Silvano (PT) sobre a dificuldade de entrar em comunidades carentes da cidade, em função da resistência imposta por membros de facções criminosas, que defendem outros candidatos.

“O povo não pode sofrer com isso. Eu sou um vereador de comunidade e vou continuar frequentando esses lugares, para ouvir a população. Se não posso panfletar na rua, eu me reúno com as famílias, apresento as minhas ideias. A liberdade precisa ser para todos, mas isso não vai ser dificuldade para o meu papel de representar essas pessoas que precisam da democracia”, disse Val Barbeiro.

Ao reiterar a sua campanha rumo a Alerj, Val Barbeiro também afirmou que as eleições deste ano darão um resultado significativo para a sociedade.

“Qualquer um que for eleito vai precisar dar respostas a todas as pessoas, tanto quem votou nele, quanto para quem não votou. Eu sei das dificuldades das comunidades, que muitas vezes não são atendidas pelo poder público. E por isso a minha presença nessas áreas se faz necessária”, defendeu.

Ações de conscientização do Outubro Rosa são cobradas

0
Vereadores voltaram a discutir demanda de exames de mamografia na cidade

Requerimento de Marvel Maillet volta a acender embate sobre falta de mamógrafo

A realização de ações previstas que irão marcar o Outubro Rosa em Macaé foram cobradas ontem (2) pela Câmara de Vereadores à rede municipal de Saúde. O pedido foi marcado pelo requerimento assinado pelo vereador Marvel Maillet (REDE), que reacendeu o debate sobre a falta de mamógrafos para a realização de exames gratuitos na cidade.

“É triste saber que ainda falta esse equipamento na rede pública. Sabemos que o diagnóstico precoce ajuda a garantir a cura. Além de marcar esta cobrança, o Outubro Rosa permite que informações sobre uma série de apoios ao paciente pode ser propagado, auxiliando as pessoas que encaram esse problema. Há benefícios sociais, isenção de impostos e acesso a programas de transferência de renda que ajudam no tratamento e isso pode ser informado às pessoas”, disse Marvel.

O vereador destacou que o paciente com câncer possui direito à quitação de financiamento de imóvel, junto a Caixa Econômica, além de pagamentos de benefícios do PIS e redução de impostos para a cobrança de veículos adaptados. “A população hoje está sendo enganada! Não está sendo mais feito o exame de mamógrafos na cidade, e isso é um absurdo. O diagnóstico dá ao paciente o direito a uma série de benefícios que ajudaria a amenizar a sua dor. Esperamos que, neste ano, o governo aja de forma diferente”, cobrou o parlamentar.

Líder da oposição, Maxwell Vaz (SD) voltou a defender a abertura de uma Comissão Parlamentar de Investigação (CPI) na Saúde, como forma de buscar soluções para estes e outros problemas identificados na rede. “Essa Câmara não se faz ser respeitada! Vamos abrir a CPI! Vamos chamar quem tem que responder, para vir aqui dar explicações à sociedade. Essa é a nossa atribuição como vereador: ser fiscal do dinheiro público, defendendo os anseios da população”, defendeu.

Presidente da Câmara, Dr. Eduardo (PPS) apontou que o câncer de mama mata um terço das mulheres que são diagnosticadas tardiamente. “O que se deveria massificar é a mamografia, de alta resolução, nas mulheres acima dos 30 anos, uma vez por ano. É um exame tão barato e eficaz que não tem porque ser preservado. É inadmissível que esse preventivo não esteja disponível na rede pública”, pontuou.

Facebook remove conta de falsos candidatos

0
Por Beatriz Bulla, correspondente

O Facebook informou nesta terça-feira, 2, que removeu no Brasil contas de pessoas que se passavam por candidatos e agiu contra fotos manipuladas com informações incorretas, como perfis que continham “santinhos fake”. A rede social não informou quantas contas foram já foram alvo em meio à campanha eleitoral

O Facebook acredita estar mais preparado para controlar interferência ilegal e notícias falsas sobre a eleição brasileira do que estava na disputa presidencial americana que levou Donald Trump à Casa Branca. Em conversa com jornalistas ontem, diretores da empresa detalharam as iniciativas tomadas para evitar que contas falsas interfiram no processo eleitoral brasileiro.

“A maior mudança nesse ano para o Brasil em comparação com os EUA em 2016 é que estamos muito mais proativos em prevenir abusos”, afirmou nesta terça o diretor de produtos para eleições e engajamento cívico da empresa, Samidh Chakrabati. Segundo ele, os “adversários” que divulgam desinformação se sofisticaram de lá para cá, mas o Facebook também melhorou suas ferramentas.

As eleições brasileiras são consideradas uma prioridade na empresa. O fundador e CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, admitiu em entrevista no início do ano que o Facebook cometeu erros em 2016 e afirmou que a empresa estava muito comprometida com a integridade da votação no Brasil.

Entre as medidas tomadas pelo Facebook nas eleições brasileiras estão, por exemplo, a inauguração de uma “sala de guerra” na sede da empresa, em Menlo Park, Califórnia. No local, que começou a funcionar há cerca de uma semana, o time de engenheiros, comunicação e política do Facebook decide questões sensíveis ligadas à eleição, como o que fazer após a identificação de contas falsas. Com uso de inteligência artificial, o Facebook já bloqueou 1,3 bilhões de contas falsas no mundo inteiro. A empresa não divulgou números específicos relacionados à eleição brasileira. A empresa tem parcerias com agências de checagem de fatos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Estadão conteúdo

Equipe de Marina barra aproximação com Ciro

0
Por Mariana Haubert, Marianna Holanda e Renan Truffi

Com a queda da candidata da Rede, Marina Silva, nas pesquisas, parte de seus apoiadores tentou articular uma aproximação com Ciro Gomes (PDT), mas a proposta foi vetada pela coordenação-geral de campanha, antes mesmo de chegar à candidata

Na pesquisa Ibope/Estado/TV Globo divulgada na segunda-feira, 1º, Ciro está em terceiro lugar, com 11%, atrás de Jair Bolsonaro (PSL), com 31%, e Fernando Haddad (PT) com 21%. Marina caiu de 6% para 4%.

Os integrantes do partido que fizeram o meio de campo pela aproximação entre Ciro e Marina acreditavam que ela “sairia maior” com o gesto. A ex-senadora demonstraria coerência com o discurso contra a polarização e pelo futuro do País, disposta a apoiar um nome mais competitivo.

O posicionamento em favor de Ciro teria também outro ponto positivo: evitar que Marina tenha de se posicionar em um eventual segundo turno entre Bolsonaro e Haddad. Em 2014, ela optou por apoiar a candidatura de Aécio Neves (PSDB), investigado na Lava Jato, e ainda hoje é cobrada por isso.

Na campanha da Rede, a avaliação geral é de que era necessária uma candidatura unificada de centro, mas que o movimento deveria ter sido feito antes. Marina e Ciro são amigos próximos e trabalharam juntos como ministros durante o governo Lula. Neste ano, apesar de adversários, só compartilham elogios em debates. Quando ela começou a cair nas pesquisas, parte da campanha tentou fazer com que adotasse um tom mais crítico ao pedetista, sem sucesso.

A reportagem apurou que a campanha de Ciro Gomes foi sondada de maneira informal. Internamente, o PDT avalia que o movimento teria pouco significado eleitoral, pois os eleitores de Marina não se alinhariam automaticamente e alguns destes votos já estão migrando para Ciro.

Um apoio formal de Marina ao pedetista ainda dependeria de adaptações no programa de governo do candidato, com concessões na área ambiental que minimizem, entre os apoiadores de Marina, o papel de sua vice, Kátia Abreu, ligada a setores ruralistas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Em debate no Rio, candidatos do PSC, PSD e PSOL trocam acusações

0
Por Vinicius Neder

Os candidatos ao governo do Estado do Rio do PSC, Wilson Witzel, do PSD, Indio da Costa, e do PSOL, Tarcisio Motta, trocaram acusações no primeiro bloco do debate da TV Globo.

A primeira troca de acusações foi entre Witzel e Indio, quando o candidato do PSC, ex-juiz federal, lembrou de suspeitas envolvendo o candidato do PSD, que foi candidato a vice-presidente em 2010, pelo DEM, na chapa com José Serra (PSDB). Indio rebateu dizendo que era “ficha limpa”.

Em seguida, Tarcísio Motta (PSOL) lembrou que Indio foi secretário do ex-governador Sergio Cabral (MDB), hoje preso, e do prefeito Marcelo Crivella (PRB). “Você faz parte dessa turma toda”, afirmou Motta.

Logo no início do segundo bloco, as acusações continuaram. Ao perguntar para o candidato do DEM, Eduardo Paes, Indio disse que temia pelas sentenças proferidas por Witzel, já que o candidato do PSC acusava sem provas. Também se dirigiu a Paes, listando acusações contra o ex-prefeito carioca. “A gente entende seu desespero”, respondeu Paes, numa referência às baixas intenções de voto de Índio.

Por causa da acusação, Witzel conquistou direito de resposta, mesmo não participando das perguntas e respostas entre Indio e Paes. “A maioria das minhas sentenças foi confirmada”, disse Witzel, destacando que as sentenças como juiz federal foram submetidas ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região, órgão que Indio teria ofendido, em sua visão.

Fonte: Estadão conteúdo

TSE libera ‘cola’ para facilitar vida do eleitor

0

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disponibilizou arquivo digital para que o eleitor possa se preparar para o dia da votação no próximo domingo, 7.

É uma ‘Cola Eleitoral’ que cada um pode imprimir e preencher com antecedência e levar para digital na urna eletrônica.

São seis votações que o eleitor deve fazer: Deputado Federal, Deputado Estadual, dois Senadores, Governador e Presidente.

O portal ODEBATEON disponibiliza essa cola eleitoral. Basta clicar aqui para salvar e imprimir a sua.

Faça uma escolha consciente.

Datafolha: rejeição a Haddad sobe para 41% e a de Bolsonaro vai de 46% a 45%

0
Por Mateus Fagundes

O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, viu a rejeição ao nome dele crescer nove pontos porcentuais, de 32% para 41%, na comparação entre as pesquisas Datafolha divulgadas na sexta-feira, 28, e hoje.

Já o contingente de eleitores que não votariam de jeito nenhum em Jair Bolsonaro (PSL) oscilou de 46% para 45%.

A rejeição ao nome de Marina Silva (Rede) passou de 28% para 30%, a de Geraldo Alckmin permaneceu em 24% e a de Ciro Gomes (PDT) oscilou de 21% para 22%.

Henrique Meirelles (MDB) tem rejeição de 15%, mesmo índice de Guilherme Boulos (15%).

Cabo Daciolo tem 14% de rejeição; Alvaro Dias (Podemos), 13%; Vera Lúcia (PSTU), também 13%; José Maria Eymael (DC), 12%; João Amoêdo (Novo), também 12%; e João Goulart Filho (PPL), 11%.

O total de eleitores que rejeitam todos os candidatos é de 3%, enquanto os que votariam em qualquer um são 1%. Os que não souberam ou não opinaram são 4%.

Neste levantamento, os entrevistados podem citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%.

A pesquisa tem margem de erro de dois pontos porcentuais e nível de confiança de 95%. Foram entrevistados 3.240 eleitores em 225 municípios nesta terça-feira, 2. O registro no TSE é o BR-03147/2018. O levantamento foi contratado pela Folha de S Paulo.

Fonte: Estadão conteúdo

General Mourão volta a criticar 13º salário: ‘Todos saímos prejudicados’

0
Por Leonêncio Nossa, enviado especial

O general da reserva Hamilton Mourão (PRTB), candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), voltou a irritar a equipe de campanha por críticas ao pagamento do 13º salário. Em entrevista no Aeroporto de Congonhas, ele afirmou nesta terça-feira, 2, que é preciso “planejamento” e “entendimento” para compensar o “custo” do adicional de trabalho

“Na realidade, se você for olhar, o empregador te paga 1/12 a menos e no fim do ano ele devolve esse salário. E o governo, o que faz? Ele aumenta o imposto para pagar o meu”, disse. “No final das contas, todos nós saímos prejudicados.”

Até o começo da tarde, Bolsonaro e os principais integrantes da equipe de campanha não tinham repreendido o candidato a vice. Na semana passada, Mourão chegou a ser criticado publicamente pelo presidenciável por declarar, na Câmara de Dirigentes Lojistas de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, que os pagamentos do 13º salário e do adicional de férias eram “jabuticabas”, que, numa máxima popular, só existem no Brasil. Diante do impacto negativo na campanha, Bolsonaro desautorizou Mourão e disse no Twitter que o general da reserva “ofendia” trabalhadores e desconhecia a Constituição.

O candidato à Presidência ainda afirmou em entrevista que vice só “atrapalha” e não “apita nada”. Depois, a tática de Bolsonaro e seus aliados foi propagar que as palavras de Mourão tinham sido distorcidas. Em conversa no Rio, o candidato do PSL pediu, no entanto, para o general da reserva evitar novas declarações e suspender sua agenda política, o que não foi aceito. Mourão está em São Paulo para reforçar a campanha do presidente do PRTB, Levy Fidelix, que concorre a uma vaga na Câmara.

Mourão diz que empresas fecham porque não têm como pagar 13º

Na entrevista desta terça-feira, Mourão ressaltou que se os trabalhadores recebessem bons salários seria possível economizar e ter “mais” no fim do ano. Desta vez, ele ressaltou que o 13º salário “não pode acabar”.

“O que mostrei é que tem que haver planejamento. Você vê empresa que fecha porque não tem como pagar. O governo tem que aumentar imposto, e agora já chegou no limite e não pode aumentar mais nem emitir títulos. Uma situação complicada”, afirmou.

Mourão propôs ainda um acordo para garantir alternativas ao 13º salário. “Tem governos estaduais que pagam atrasado. Não pode mudar (o 13º salário), está enraizado. Só se houvesse um amplo acordo nacional para aumentar os salários. Os salários são muito baixos, né? Você olha a nossa faixa salarial e ela é muito ruim”, disse.

Fonte: Estadão conteúdo

Datafolha: Bolsonaro sobe para 32% e Haddad oscila de 22% para 21%

0
Por Mateus Fagundes

A intenção de voto em Jair Bolsonaro (PSL) cresceu de 28% para 32%, de acordo com pesquisa Datafolha divulgada nesta terça-feira, 2. Ele abriu onze pontos de vantagem em relação ao segundo colocado, Fernando Haddad (PT).

O candidato do PT oscilou de 22% para 21%. Ciro Gomes (PDT) permaneceu com 11% e Geraldo Alckmin (PSDB) variou de 10% para 9%.

A candidata da Rede, Marina Silva, foi de 5% para 4%. João Amoêdo (Novo) permaneceu com 3%. Henrique Meirelles (MDB) e Alvaro Dias (Podemos) têm 2% cada, mesmo índice da pesquisa divulgada na sexta-feira, 28. Cabo Daciolo (Patriota) passou de 1% para 2%.

Vera Lúcia (PSTU) e Guilherme Boulos (PSOL), que tinham 1% cada na semana anterior, não pontuaram nesta pesquisa. João Goulart Filho (PPL) e José Maria Eymael (DC) não pontuaram.

O contingente de votos em branco e nulos saiu de 10% para 8%, enquanto os que não souberam ou não responderam são 5%.

A pesquisa tem margem de erro de dois pontos porcentuais e nível de confiança de 95%. Foram entrevistados 3.240 eleitores em 225 municípios nesta terça-feira, 2. O registro no TSE é o BR-03147/2018. O levantamento foi contratado pela Folha de S Paulo.

Fonte: Estadão conteúdo

Justiça Eleitoral disponibiliza aplicativo que exibe a totalização de votos durante a eleição

0
O aplicativo "Resultados" é ferramenta que permite aos cidadãos acompanharem o andamento do processo das Eleições 2018

O app “Resultados” é gratuito e pode ser baixado para sistemas IOS e Android

A Justiça Eleitoral disponibilizou, no último sábado (29), o aplicativo “Resultados”, uma ferramenta que permite aos cidadãos acompanharem o andamento do processo de totalização das Eleições 2018. A aplicação é uma versão atualizada do “Apuração 2014”, desenvolvida para o pleito daquele ano, que se tornou o aplicativo mais baixado do Tribunal Superior Eleitoral.

Com o novo app é possível acompanhar a contagem de votos de todo o Brasil e visualizá-la a partir de consulta nominal, que apresenta o quantitativo de votos totalizados para cada candidato com a indicação dos eleitos ou dos que foram para o segundo turno.

A nova versão traz inúmeras novidades em relação à anterior. Dentre as mudanças, está o aprimoramento do layout do sistema, que aparece completamente renovado com a apresentação das fotos de todos os candidatos que disputam a eleição.

Outra inovação diz respeito à experiência do usuário, que foi aumentada em relação à versão anterior. Com o “Resultados” será possível consultar, na mesma tela, informações referentes a todos os cargos majoritários (presidente, governador e senador).

Geolocalização

Como nos anos anteriores, o app também permitirá ao cidadão verificar resultados das eleições proporcionais para os deputados estaduais, distritais e federais, com a diferença que o aplicativo agora faz a utilização da geolocalização do aparelho para indicar os resultados relativos ao estado em que ele se encontra. O usuário também poderá optar por selecionar outras localizações que desejar consultar.

Eleições complementares

Além das eleições gerais, o aplicativo apresenta os números das eleições municipais suplementares. São pleitos que ocorrerão em 21 municípios, além de três plebiscitos e uma eleição distrital que vai escolher o Conselho Distrital do Arquipélago de Fernando de Noronha, em Pernambuco. No Rio de Janeiro, haverá um plebiscito em Petrópolis, sobre o uso de tração animal em passeios turísticos, na mesma data do 1º turno, e eleições suplementares para prefeito, no dia do 2º turno, em quatro municípios: Aperibé, Iguaba Grande, Laje do Muriaé e Mangaratiba.

Tutorial

Devido ao grande número de mudanças, o “Resultados” vem com um tutorial de interação intuitiva, acessível ao usuário já no primeiro contato com o aplicativo.