Os candidatos ao governo do Estado do Rio do PSC, Wilson Witzel, do PSD, Indio da Costa, e do PSOL, Tarcisio Motta, trocaram acusações no primeiro bloco do debate da TV Globo.
A primeira troca de acusações foi entre Witzel e Indio, quando o candidato do PSC, ex-juiz federal, lembrou de suspeitas envolvendo o candidato do PSD, que foi candidato a vice-presidente em 2010, pelo DEM, na chapa com José Serra (PSDB). Indio rebateu dizendo que era “ficha limpa”.
Em seguida, Tarcísio Motta (PSOL) lembrou que Indio foi secretário do ex-governador Sergio Cabral (MDB), hoje preso, e do prefeito Marcelo Crivella (PRB). “Você faz parte dessa turma toda”, afirmou Motta.
Logo no início do segundo bloco, as acusações continuaram. Ao perguntar para o candidato do DEM, Eduardo Paes, Indio disse que temia pelas sentenças proferidas por Witzel, já que o candidato do PSC acusava sem provas. Também se dirigiu a Paes, listando acusações contra o ex-prefeito carioca. “A gente entende seu desespero”, respondeu Paes, numa referência às baixas intenções de voto de Índio.
Por causa da acusação, Witzel conquistou direito de resposta, mesmo não participando das perguntas e respostas entre Indio e Paes. “A maioria das minhas sentenças foi confirmada”, disse Witzel, destacando que as sentenças como juiz federal foram submetidas ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região, órgão que Indio teria ofendido, em sua visão.
O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, viu a rejeição ao nome dele crescer nove pontos porcentuais, de 32% para 41%, na comparação entre as pesquisas Datafolha divulgadas na sexta-feira, 28, e hoje.
Já o contingente de eleitores que não votariam de jeito nenhum em Jair Bolsonaro (PSL) oscilou de 46% para 45%.
A rejeição ao nome de Marina Silva (Rede) passou de 28% para 30%, a de Geraldo Alckmin permaneceu em 24% e a de Ciro Gomes (PDT) oscilou de 21% para 22%.
Henrique Meirelles (MDB) tem rejeição de 15%, mesmo índice de Guilherme Boulos (15%).
Cabo Daciolo tem 14% de rejeição; Alvaro Dias (Podemos), 13%; Vera Lúcia (PSTU), também 13%; José Maria Eymael (DC), 12%; João Amoêdo (Novo), também 12%; e João Goulart Filho (PPL), 11%.
O total de eleitores que rejeitam todos os candidatos é de 3%, enquanto os que votariam em qualquer um são 1%. Os que não souberam ou não opinaram são 4%.
Neste levantamento, os entrevistados podem citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%.
A pesquisa tem margem de erro de dois pontos porcentuais e nível de confiança de 95%. Foram entrevistados 3.240 eleitores em 225 municípios nesta terça-feira, 2. O registro no TSE é o BR-03147/2018. O levantamento foi contratado pela Folha de S Paulo.
O general da reserva Hamilton Mourão (PRTB), candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), voltou a irritar a equipe de campanha por críticas ao pagamento do 13º salário. Em entrevista no Aeroporto de Congonhas, ele afirmou nesta terça-feira, 2, que é preciso “planejamento” e “entendimento” para compensar o “custo” do adicional de trabalho
“Na realidade, se você for olhar, o empregador te paga 1/12 a menos e no fim do ano ele devolve esse salário. E o governo, o que faz? Ele aumenta o imposto para pagar o meu”, disse. “No final das contas, todos nós saímos prejudicados.”
Até o começo da tarde, Bolsonaro e os principais integrantes da equipe de campanha não tinham repreendido o candidato a vice. Na semana passada, Mourão chegou a ser criticado publicamente pelo presidenciável por declarar, na Câmara de Dirigentes Lojistas de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, que os pagamentos do 13º salário e do adicional de férias eram “jabuticabas”, que, numa máxima popular, só existem no Brasil. Diante do impacto negativo na campanha, Bolsonaro desautorizou Mourão e disse no Twitter que o general da reserva “ofendia” trabalhadores e desconhecia a Constituição.
O candidato à Presidência ainda afirmou em entrevista que vice só “atrapalha” e não “apita nada”. Depois, a tática de Bolsonaro e seus aliados foi propagar que as palavras de Mourão tinham sido distorcidas. Em conversa no Rio, o candidato do PSL pediu, no entanto, para o general da reserva evitar novas declarações e suspender sua agenda política, o que não foi aceito. Mourão está em São Paulo para reforçar a campanha do presidente do PRTB, Levy Fidelix, que concorre a uma vaga na Câmara.
Mourão diz que empresas fecham porque não têm como pagar 13º
Na entrevista desta terça-feira, Mourão ressaltou que se os trabalhadores recebessem bons salários seria possível economizar e ter “mais” no fim do ano. Desta vez, ele ressaltou que o 13º salário “não pode acabar”.
“O que mostrei é que tem que haver planejamento. Você vê empresa que fecha porque não tem como pagar. O governo tem que aumentar imposto, e agora já chegou no limite e não pode aumentar mais nem emitir títulos. Uma situação complicada”, afirmou.
Mourão propôs ainda um acordo para garantir alternativas ao 13º salário. “Tem governos estaduais que pagam atrasado. Não pode mudar (o 13º salário), está enraizado. Só se houvesse um amplo acordo nacional para aumentar os salários. Os salários são muito baixos, né? Você olha a nossa faixa salarial e ela é muito ruim”, disse.
A intenção de voto em Jair Bolsonaro (PSL) cresceu de 28% para 32%, de acordo com pesquisa Datafolha divulgada nesta terça-feira, 2. Ele abriu onze pontos de vantagem em relação ao segundo colocado, Fernando Haddad (PT).
O candidato do PT oscilou de 22% para 21%. Ciro Gomes (PDT) permaneceu com 11% e Geraldo Alckmin (PSDB) variou de 10% para 9%.
A candidata da Rede, Marina Silva, foi de 5% para 4%. João Amoêdo (Novo) permaneceu com 3%. Henrique Meirelles (MDB) e Alvaro Dias (Podemos) têm 2% cada, mesmo índice da pesquisa divulgada na sexta-feira, 28. Cabo Daciolo (Patriota) passou de 1% para 2%.
Vera Lúcia (PSTU) e Guilherme Boulos (PSOL), que tinham 1% cada na semana anterior, não pontuaram nesta pesquisa. João Goulart Filho (PPL) e José Maria Eymael (DC) não pontuaram.
O contingente de votos em branco e nulos saiu de 10% para 8%, enquanto os que não souberam ou não responderam são 5%.
A pesquisa tem margem de erro de dois pontos porcentuais e nível de confiança de 95%. Foram entrevistados 3.240 eleitores em 225 municípios nesta terça-feira, 2. O registro no TSE é o BR-03147/2018. O levantamento foi contratado pela Folha de S Paulo.
O aplicativo "Resultados" é ferramenta que permite aos cidadãos acompanharem o andamento do processo das Eleições 2018
O app “Resultados” é gratuito e pode ser baixado para sistemas IOS e Android
A Justiça Eleitoral disponibilizou, no último sábado (29), o aplicativo “Resultados”, uma ferramenta que permite aos cidadãos acompanharem o andamento do processo de totalização das Eleições 2018. A aplicação é uma versão atualizada do “Apuração 2014”, desenvolvida para o pleito daquele ano, que se tornou o aplicativo mais baixado do Tribunal Superior Eleitoral.
Com o novo app é possível acompanhar a contagem de votos de todo o Brasil e visualizá-la a partir de consulta nominal, que apresenta o quantitativo de votos totalizados para cada candidato com a indicação dos eleitos ou dos que foram para o segundo turno.
A nova versão traz inúmeras novidades em relação à anterior. Dentre as mudanças, está o aprimoramento do layout do sistema, que aparece completamente renovado com a apresentação das fotos de todos os candidatos que disputam a eleição.
Outra inovação diz respeito à experiência do usuário, que foi aumentada em relação à versão anterior. Com o “Resultados” será possível consultar, na mesma tela, informações referentes a todos os cargos majoritários (presidente, governador e senador).
Geolocalização
Como nos anos anteriores, o app também permitirá ao cidadão verificar resultados das eleições proporcionais para os deputados estaduais, distritais e federais, com a diferença que o aplicativo agora faz a utilização da geolocalização do aparelho para indicar os resultados relativos ao estado em que ele se encontra. O usuário também poderá optar por selecionar outras localizações que desejar consultar.
Eleições complementares
Além das eleições gerais, o aplicativo apresenta os números das eleições municipais suplementares. São pleitos que ocorrerão em 21 municípios, além de três plebiscitos e uma eleição distrital que vai escolher o Conselho Distrital do Arquipélago de Fernando de Noronha, em Pernambuco. No Rio de Janeiro, haverá um plebiscito em Petrópolis, sobre o uso de tração animal em passeios turísticos, na mesma data do 1º turno, e eleições suplementares para prefeito, no dia do 2º turno, em quatro municípios: Aperibé, Iguaba Grande, Laje do Muriaé e Mangaratiba.
Tutorial
Devido ao grande número de mudanças, o “Resultados” vem com um tutorial de interação intuitiva, acessível ao usuário já no primeiro contato com o aplicativo.
Em busca de solidificar uma futura base no Congresso Nacional, o candidato do PSL ao Planalto, Jair Bolsonaro, pediu votos para nomes da sua sigla e aliados para deputado e senador. Segundo cálculos de Bolsonaro, eles devem eleger oito deputados federais em São Paulo. O problema, segundo ele, é a cláusula de barreira. “Para ser eleito, tem que ter pelo menos 30 mil votos”, disse, citando nomes de outros aliados. A fala foi feita durante transmissão no Facebook.
Bolsonaro também abrandou seu discurso sobre a fraude na eleição, mas disse que tem preocupação com ilegalidades no sistema eleitoral. “Estamos fazendo o possível com o partido junto de pessoas que entendem do assunto (para evitar fraudes)”. Como uma forma de se aproximar do eleitorado, Bolsonaro deve fazer transmissões na rede social todos os dias, às 20h30, até sexta-feira.
O candidato do PSL atacou o tucano Geraldo Alckmin pelas “mentiras” de que iria acabar com o 13º salário. “(A acusação) demonstra, inclusive, que o senhor não entende nada de Constituição”, disse o capitão do exército. Bolsonaro também fez duras críticas ao PT e disse que Jacques Wagner, ex-ministro petista, que defendeu o fim do 13º em pequenas e médias empresas
Nordeste
Bolsonaro aproveitou para fazer um aceno ao Nordeste, principal região petista que estaria “acordando e não quer ser tutelada por esse tipo de gente”. Bolsonaro afirmou que vai manter o Bolsa Família e que apenas combaterá fraudes. “Ao combater fraude, podemos aumentar o valor do Bolsa Família”, disse.
Sobre temas econômicos, negou recriar a CPMF (imposto sobre transações financeiras) e atacou o PSDB. “Quem criou a CPMF foi Fernando Henrique Cardoso, seu guru, Alckmin. Eu votei contra”, disse. O candidato também voltou a se dizer contrário à privatização de estatais estratégicas. “O que for estratégico, nem passa por nossa cabeça a palavra privatização”, disse, citando Furnas, Caixa e BB.
Em ato durante o qual recebeu o apoio de artistas, na Cinelândia (centro do Rio), na noite desta segunda-feira, 01, o candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, criticou o adversário Jair Bolsonaro (PSL) e classificou como “anarquia jurídica” a sequência de ordens judiciais autorizando e proibindo que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conceda entrevista à imprensa. Haddad agendou uma entrevista coletiva antes do ato, ao lado do palanque, mas minutos antes decidiu cancelar – segundo sua assessoria, para respeitar uma recomendação da equipe responsável por sua segurança, devido à multidão que estava na Cinelândia.
No discurso aos eleitores, o petista alertou para o que chamou de “riscos para a democracia”: “Existe um despertar deste país para os riscos que a nossa democracia está correndo. Os direitos sociais, trabalhistas, políticos, civis, todos eles estão em risco. Nem liberdade de imprensa eles respeitam mais, porque impedem os veículos de comunicação de fazer uma mera entrevista com Lula, como aconteceu agora, um bate cabeça no Supremo Tribunal Federal, que a gente nem sabe mais o que é direito, o que é certo neste país. Não tem mais parâmetros, estamos numa anarquia jurídica. Isso traz insegurança para todo mundo”, afirmou, referindo-se a uma sequência de decisões judiciais que autorizou e desautorizou entrevista com Lula.
Haddad mencionou uma fala do candidato a vice-presidente na chapa de Bolsonaro, general Hamilton Mourão, de que família onde não há “pai ou avô”, mas só “mãe e avó”, é “fábrica de desajustados que tendem a ingressar em narco-quadrilhas” e outra afirmação feita por um dos filhos de Bolsonaro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro. “Ontem ou anteontem, o filho do Bolsonaro disse que as mulheres progressistas são mais feias e menos higiênicas do que as mulheres de direita. Fico pensando o que passa na cabeça dessas pessoas pra fazer política ofendendo as mulheres do Brasil, que carregam esse país nas costas, com quatro jornadas de trabalho por dia”, afirmou. “Essa conduta reiterada da turma do Bolsonaro de ofender as mulheres explica muito das manifestações do último sábado”, completou o petista.
Haddad fez outra crítica a Bolsonaro, esta indireta, ao dizer que não quer “mãos armadas”, mas “uma carteira de trabalho numa mão e um diploma na outra”. O candidato do PSL defende maior liberdade para a compra e o porte de armas no Brasil.
Em outro trecho do discurso, Haddad afirmou que quando tornou mais fácil o acesso às universidades, enquanto ministro da Educação, ofendeu um grupo social mais rico, que não queria dividir os bancos escolares com a camada mais pobre da população
“Eles se incomodavam com a presença do povo na universidade, nos aeroportos, no restaurante”, afirmou.
Participaram do ato artistas como a escritora Conceição Evaristo, os atores Sérgio Mamberti e Bete Mendes e o diretor de teatro José Celso Martinez Corrêa. Este entoou a música “Tristeza”, lançada em 1963 por Niltinho Tristeza e Haroldo Lobo, que diz “tristeza, por favor vá embora”, embalando a multidão que compareceu à Cinelândia.
Haddad chegou ao Rio na tarde desta segunda-feira e seguiu para as imediações da igreja da Candelária, no centro, onde foi recebido por militantes. Dali percorreu a avenida Rio Branco sobre uma caminhonete, acompanhado por outros políticos, até chegar à Cinelândia, onde ocorreu o comício. Nesta terça-feira (2) ele cumprirá outros compromissos no Rio e na Baixada Fluminense.
Além de o candidato Jair Bolsonaro (PSL) ter crescido quatro pontos nas intenções de voto para o primeiro turno da eleição presidencial, a convicção do eleitorado que declara voto no capitão reformado também aumentou. Conforme pesquisa Ibope/Estado/TV Globo divulgada nesta segunda-feira, 1, 59% dos eleitores do presidenciável dizem que não mudarão sua intenção de voto de jeito nenhum. No último dia 26, esse porcentual era de 55%.
O eleitorado de Fernando Haddad (PT) continua sendo o segundo mais convicto, com 49% dos eleitores declarando que a decisão de votar no petista é firme – o mesmo índice do levantamento anterior. A convicção do eleitorado Geraldo Alckmin (PSDB) também cresceu, indo de 26% para 29%.
Entre os eleitores do candidato Ciro Gomes (PDT), porém, a convicção caiu, de 31% para 27%. Já entre os entrevistados que declaram voto em Marina, 23% dos eleitores afirmam que não mudarão sua decisão. O índice era de 22% na semana anterior.
O Ibope foi a campo no sábado, 29, e no domingo, 30, e ouviu 3 010 eleitores. A margem de erro estimada da pesquisa é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. O levantamento foi encomendado pelo jornal O Estado de S.Paulo e pela TV Globo, tendo sido registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR08650/2018.
Os candidatos à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) voltaram a empatar numericamente na simulação de segundo turno, de acordo com o último levantamento Ibope/Estado/TV Globo, divulgado na noite desta segunda-feira, 1º. Numa disputa direta, os dois aparecem com 42%. Em relação à última pesquisa, do dia 26 de setembro, Bolsonaro subiu quatro pontos e Haddad ficou estagnado – considerada a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, o cenário também configurava empate técnico.
Ciro Gomes (PDT) é o único candidato que vence Bolsonaro fora da margem de erro. O pedetista tem 45% das intenções de voto em um cenário com o capitão da reserva, oscilação positiva de um ponto porcentual em relação à pesquisa anterior. Bolsonaro teria 35% dos votos, mesmo índice encontrado no levantamento do dia 26 de setembro. Brancos e nulos somaram 13%; outros 3% não responderam ou preferiram não opinar.
Por outro lado, a candidata Marina Silva (Rede) é a única que perde para Bolsonaro no segundo turno, inclusive fora da margem de erro. Neste cenário, o presidenciável do PSL aparece com 43%, contra 38% da ex-senadora. Bolsonaro subiu três pontos em comparação com a pesquisa anterior, quando empatava tecnicamente com Marina (40% x 38% para ele). Aqui, brancos e nulos somam 17%, enquanto 2% não sabem ou não responderam.
Geraldo Alckmin (PSDB) está numericamente à frente de Bolsonaro em uma simulação de segundo turno – ele tem 42% das intenções de voto, contra 39% do candidato do PSL. No entanto, com a margem de erro, os dois presidenciáveis estão tecnicamente empatados. O tucano oscilou dois pontos para cima em comparação ao último levantamento, enquanto Bolsonaro subiu três. Neste cenário, 17% dos entrevistados disseram que votariam branco ou nulo e 3% não souberam opinar ou não responderam.
Quando são contados apenas os votos válidos – ou seja, sem os brancos e nulos -, Ciro pontuaria 54%, contra 46% de Bolsonaro. Marina teria 47%, ante 53% do candidato do PSL. Já Alckmin ganharia com 52%, enquanto Bolsonaro receberia 48%.
Só com homens, Bolsonaro ganharia de todos; só com mulheres, de nenhum
Bolsonaro voltou a ter diferença gritante entre os votos de homens e os de mulheres. Nas simulações de segundo turno pesquisadas pelo Ibope, o candidato do PSL perderia para todos os adversários se fossem consideradas apenas as eleitoras: contra Haddad, 46% a 34% para o petista; Marina, 44% a 34%; Alckmin, 47% a 30%; Ciro, 51% a 30%.
Por outro lado, a pesquisa voltou a afirmar a força de Bolsonaro entre o eleitorado masculino. Se somente homens votassem, o candidato do PSL venceria todos os cenários de segundo turno. Contra Haddad, pontuaria 50%, ante 37% do adversário; Marina, 53% contra 32%; Alckmin, 49% a 35%; e Ciro, 49% a 39%.
A pesquisa foi realizada nos dias 29 a 30 de setembro de 2018. Foram entrevistados 3.010 votantes em 208 municípios. A margem de erro máxima estimada é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.
O levantamento foi contratado pelo Estado e pela TV Globo, com registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo Nº BR-08650/2018.
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