Em debate na Band, candidato ao Senado disse ficar preocupado com a volta do PT
Na noite deste sábado (18), o ex-ministro da Justiça, Sergio Moro (UNIAO), participou de um debate promovido pela TV Band com outros candidatos ao Senado pelo Paraná. E durante atração, ele disparou críticas contra o Partido dos Trabalhadores (PT).
Moro revelou que tem um adversário em comum com o presidente Jair Bolsonaro, o PT.
– Jamais estarei ao lado do PT. Eu e Bolsonaro temos um adversário em comum nessas eleições. Me preocupa a volta do PT e do Lula com todos aqueles escândalos de corrupção desvendados e desmantelados pela Operação Lava Jato. A Petrobras conseguiu recuperar este ano, graças à Lava Jato, cerca de R$ 6 bilhões – apontou.
O ex-juiz também foi questionado sobre ter cometido uma traição com Bolsonaro.
– Eu não abandonei ninguém. Hoje estamos com uma situação complicada. O retorno do Lula e a corrupção que ele representa. Eu e o presidente Bolsonaro temos um adversário em comum – reforçou.
O presidente do Senado se encontrou com líderes da Casa para discutir alternativas após decisão do Supremo Tribunal Federal
O presidente do Senado e presidente da República em exercício, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), propôs às lideranças da Casa a aprovação de quatro projetos de lei para viabilizar o financiamento do piso salarial da enfermagem nesta segunda-feira (19). A articulação ocorre após o Supremo Tribunal Federal (STF) suspender a lei do piso, confirmando entendimento do relator, o ministro Luís Roberto Barroso, que suspendeu por 60 dias os efeitos da lei aprovada no Congresso.
Durante o período de suspensão, os entes ligados à Saúde precisam esclarecer o impacto financeiro da proposta. Pelo piso aprovado no Congresso, os enfermeiros teriam que receber um salário mínimo inicial de R$ 4.750. A remuneração mínima de técnicos de enfermagem será de 70% do piso nacional dos enfermeiros (R$ 3.325), enquanto o salário inicial de auxiliares de enfermagem e parteiras corresponderá a 50% do piso dos enfermeiros (R$ 2.375).
Pacheco propôs aos senadores os seguintes projetos:
• O projeto de lei complementar (PLP) 44, deste ano, que permite que os estados, o Distrito Federal e os municípios reconduzam recursos recebidos para o combate à Covid-19 a outros programas da área da sáude;
• O projeto e lei (PL) 798, do ano passado, que reabre por 120 dias o prazo para adesão ao Regime Especial de Regularização Cambial e Tributária (RERCT), a fim de incentivar a regularização de recursos, bens e valores, de origem lícita, que não tenham sido declarados aos órgãos públicos brasileiros;
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• O PL 458, do ano passado, que cria o Regime Especial de Atualização Patrimonial (Reap). O objetivo da proposta é permitir a atualização de valores e a correção de dados de bens móveis e imóveis de pessoas residentes ou domiciliadas no Brasil, e a regularização de bens que não tenham sido declarados à Receita, com a exclusão de penalidades decorrentes da omissão objeto de correção; e
• O PL 1.417, do ano passado, que prevê o pagamento por parte da União de até R$ 3,3 bilhões para as santas casas e os hospitais filantrópicos.
Emenda de relator
No encontro, líderes partidários do Senado apresentaram uma proposta de usar os recursos que o Ministério da Saúde recebe das emendas de relator, o chamado orçamento secreto, para financiar o piso da enfermagem.
Para 2023, o governo federal prevê o pagamento de R$ 10,4 bilhões em emendas de relator ao Ministério da Saúde. A destinação desses recursos para o piso da enfermagem foi sugerida pelo senador Jean Paul Prates (PT-RN), que disse ter tido o apoio de mais colegas, inclusive do líder do governo no Senado, Carlos Portinho (PL-RJ).
Prates afirmou que vai formalizar a ideia em um projeto de lei e apresentar a proposta ainda nesta segunda-feira, para que o Congresso decida sobre a viabilidade da medida. Segundo ele, como o piso ficará suspenso por dois meses, o parlamento terá tempo suficiente para discutir sobre o tema.
“Como esses recursos já estão reservados para a saúde, precisamos apenas carimbar que eles sejam usados no piso da enfermagem. Isso nos ajudaria em duas partes. Operacionalmente, pois ajudaria o governo federal a pagar essa conta. E também politicamente, pois ajudaria o Congresso a melhorar a sua imagem perante a sociedade devido ao caráter secreto das emendas de relator”, disse o senador, em entrevista à imprensa.
Mais propostas
Cálculos da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado, mostram que o piso da enfermagem pode gerar um custo anual de R$ 17,4 bilhões. Já o grupo de trabalho da Câmara, que analisou o projeto de lei, diz que o impacto será de pelo menos R$ 16,3 bilhões por ano. Na reunião, os senadores levantaram mais propostas que podem ser aprovadas para complementar o valor necessário para garantir o piso, junto com as emendas de relator.
Os senadores também falaram do projeto (442/1991), que legaliza e regulamenta a exploração de jogos de azar e apostas, propondo usar parte da arrecadação tributária decorrente da matéria para financiar o piso. Eles também citaram o PL 4188, do ano passado, que cria o Marco Legal das Garantias e a desoneração na folha de pagamento para atender os hospitais particulares.
Também foi citada na reunião uma proposta para alterar a lei que concede o direito de preferência para a Petrobras nas licitações dos contratos de partilha de produção para prever, pelo menos até 2026, a descentralização do excedente em óleo da União (pré-sal) para entes subnacionais, com valores proporcionais ao impacto do piso da enfermagem.
Numa demonstração de alinhamento político e força, o prefeito de Macaé, Welberth (Cidadania), o presidente da Câmara, Cesinha (PROS), e outros 14 vereadores declararam, em vídeo que circula nas redes sociais nesta sexta-feira, 16, apoio ao governador e candidato à reeleição, Claudio Castro (PL).
Apenas Iza (Rede) e Guto Garcia (PDT) não compõem a coalizão da Câmara em torno do nome do governador. Enquanto a única vereadora da atual legislatura apoia Freixo (PSB), o ex-secretário de Educação é correligionário de Rodrigo Neves (PDT).
Riverton Mussi, candidato a Deputado Federal nas Eleições 2022, teve sua candidatura julgada como inelegível, por unanimidade, pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RJ). Os votos nas urnas não vão valer e não serão destinados ao Partido Democrático Trabalhista (PDT), o qual é filiado.
Natural do Rio de Janeiro, Mussi tem 59 anos e é servidor público municipal em Macáe, tendo passado por várias instituições na cidade.
Foto de Lucas Nunes
Em suas redes sociais, Mussi comentou o caso e disse que fará uma live junto com seu advogado, nessa terça-feira (13) às 19h, para prestar esclarecimentos. “Meu registro de candidatura foi parcialmente indeferido. Já solicitei meus advogados que façam o resurso a qual tenho direito. Convido a todos assistirem a live”, comentou.
O autor da ação foi o também candidato a Deputado Federal Robson Oliveira. Mas, segundo processo, atos de improbidade administrativa podem ter causado rombos ao dinheiro público que passam dos R$ 56 milhões. Robson foi procurado pela reportagem mas ainda não retornou o contato.
Para Queiroz, pelo menos 290 deputados vão se reeleger Dois pesquisadores que acompanham as eleições acredita…
Dois pesquisadores que acompanham as eleições acreditam que a renovação da Câmara dos Deputados não será alta neste ano. Já as mudanças nas regras eleitorais podem reduzir os partidos com representação na Câmara, dos atuais 23 para cerca de 15.
Em entrevista ao programa Painel Eletrônico, da Rádio Câmara, o consultor político Antônio Augusto de Queiroz afirmou que a reeleição será alta porque 88% dos 513 deputados atuais, ou 446 parlamentares, são candidatos:
“O parlamentar não concorre à reeleição se ele não tiver muita certeza de que tem grande chance de retornar, em primeiro lugar. O índice de reaproveitamento dos candidatos à reeleição é superior a 65%. Portanto, dá para antecipar que pelo menos 290 vão se eleger desses que são candidatos e isso já será um recorde de reeleição”, disse.
Queiroz avalia que os atuais deputados têm a vantagem de geralmente receberem mais recursos dos partidos, além de terem a oportunidade de fazer emendas orçamentárias ligadas aos seus locais de votação.
O cientista político Cristiano Noronha previu um perfil de “centro-direita” para a Câmara e a redução do número de partidos, em razão da cláusula de desempenho. Essa cláusula fixa quantidades mínimas de votação para que um partido tenha acesso aos recursos do Fundos Partidário e ao horário de propaganda em rádio e TV.
Portanto, após as eleições, alguns partidos podem querer se fundir a outros para manter os benefícios, como acredita Noronha. “Para o futuro presidente da República, seja lá quem for, de certa forma, isso tende a facilitar a governabilidade, já que deve ter menos fragmentação partidária”, acrescentou.
Em relação ao tamanho dos partidos, as bancadas vão depender de novas regras também para a destinação das sobras de votos. Existe um total fixo de votos para a eleição de deputados, dependendo do estado. O que sobra vai para os outros do mesmo partido ou federação; mas somente para aqueles que têm uma quantidade mínima de votos, como explica o consultor político Antônio Queiroz:
“Pode se repetir um fenômeno que ocorreu com o PSL na eleição passada em que, em São Paulo, por exemplo, quatro vagas que esse partido tinha direito, ele não preencheu porque não tinha candidato com 10% do quociente que era a exigência de então.”
Noronha: após as eleições, alguns partidos podem querer se fundir – (Foto: Twitter)
Uma maneira de suavizar as regras é a criação das federações partidárias. Segundo Antônio Queiroz, se PCdoB, PT e PV não tivessem se tornado uma federação, eles teriam hoje menos 15 cadeiras com a mesma quantidade de votos.
Ao eleitor, o cientista político Cristiano Noronha aconselha que busque ativamente informações sobre os candidatos: “O eleitor tem quase que fazer um trabalho de garimpo para procurar as informações, aquilo que é verdade e aquilo que tem informação distorcida. Mas o fato é que, havendo um pouco de interesse, havendo um pouco de trabalho, o eleitor também pode se informar minimamente sobre aquele candidato que ele pretende votar.”
Segundo Noronha, a campanha no rádio e na TV tem o seu papel porque permite que os candidatos falem para um grupo maior do que aqueles que já os seguem em redes sociais.
Três candidatos de partidos da oposição, apoiados por Lula, caminharam nesta quarta-feira (14), no Calçadão de Macaé. Trata-se do deputado federal Marcelo Freixo (PSB), candidato ao governo do Rio de Janeiro; do vereador do Rio e ex-senador da república, Lindbergh Farias (PT), candidato a deputado federal, e do ex-vereador Marcel Silvano (PT), que concorre a uma cadeira na Assembleia Legislativa do Estado do Rio.
A caminhada, que se concentrou durante quase duas horas em frente à Sociedade Musical Nova Aurora, reuniu apoiadores, correligionários, simpatizantes e contou com a presença de representantes de partidos que fazem oposição ao atual governador do Rio, Cláudio Castro (PL), como PSOL, REDE, PCdoB, PV, PSDB, além do próprio PSB e do PT. O evento contou ainda, com a presença e apoio da vereadora Iza Vicente (REDE) e da ex-vereadora Marilena Garcia (PT). Com bandeiras nas mãos e palavras de ordem, os participantes percorreram o trecho do Calçadão entre a Nova Aurora e o antigo prédio da Câmara de Vereadores.
Durante a caminhada de campanha, Marcelo Freixo, Lindbergh Farias e Marcel Silvano, seguiram em conversas com a população transeunte e com o comércio local que se encontravam no centro.
Considerado o candidato do Lula para o governo do Rio de Janeiro, Marcelo Freixo está em segundo lugar nas últimas pesquisas de intenção de votos e é opositor ao ex-governador cassado, Wilson Witzel (PMB), e a seu vice, Cláudio Castro, que assumiu o cargo, após o impeachment de Witzel. Já foi escolhido duas vezes como o melhor deputado do Brasil e traz um legado de enfrentamento às máfias que comandam o Rio, contribuindo com a CPI das Milícias, um marco na luta contra o crime organizado, que colocou mais de 200 bandidos na cadeia, além de enfrentar a corrupção e lutar por transparência no Legislativo.
Freixo acabou com o voto secreto para a cassação de mandatos e denunciou a fraude no auxílio-educação da Alerj. Agora, junto com Lula, quer botar o Rio de Janeiro de pé novamente. “Quero agora, entre outras coisas, reorganizar a cadeia produtiva do petróleo e propor um novo momento de desenvolvimento para o Norte Fluminense e a região da Bacia de Campos. E, aqui peço à população de Macaé que eleja o deputado estadual aliado ao nosso programa de governo e o deputado federal ligado ao Lula”, disse o candidato 40.
Lindbergh Farias (PT), que atualmente é vereador eleito com maior votação do PT no Rio de Janeiro, é um incansável defensor da democracia. Ex-líder estudantil, já foi deputado federal, prefeito de Nova Iguaçu, senador da República e uma das mais firmes vozes do golpe contra Lula e Dilma. Em todos os seus mandatos lutou pela educação pública de qualidade, redução das desigualdades, inclusão e pelo desenvolvimento, sempre defendendo a soberania brasileira.
– Sou candidato à Câmara dos Deputados para lutar por todos nós e porque Lula sendo eleito, vai precisar de verdadeiros guerreiros no Congresso para reconstruir o Brasil e tirar o país do buraco em que está. A crise no Rio de Janeiro é ainda pior, com quase três milhões de pessoas passando fome, a maioria mulheres, negros e desempregados. A boa notícia é que a esperança está voltando e quem sempre esteve na luta agora vai colocar toda sua experiência, garra e disposição de luta para fazer o Brasil feliz de novo. Isso aqui foi lindo demais. A caminhada de Macaé foi ótima. Vamos com tudo e é Lula no primeiro turno! -, ressaltou Farias.
Marcel Silvano é considerado o candidato a deputado estadual de Marcelo Freixo e quer mudar a política do estado do Rio, pela esquerda e pelo interior. É jornalista e foi vereador em Macaé, por dois mandatos, com uma trajetória coerente, ética e participativa. Une experiência e juventude, exercitando uma política leve e direta. Seu trabalho no legislativo macaense foi marcado pela coragem para enfrentar o coronelismo, o atraso e o conservadorismo. Como vereador, foi autor da Lei do Artista de Rua de Macaé e conselheiro de Políticas Culturais.
Agora, como candidato a deputado estadual quer trazer mais avanços para a cidade e para o Norte Fluminense. Estão em sua pauta de lutas, a defesa dos direitos dos trabalhadores, dos servidores públicos, os direitos da juventude e o combate ao monopólio do transporte. Defende também uma segurança pública cidadã que promova a paz e proteja a vida de todos. Seu número na urna é o 13333.
– Na Assembleia Legislativa, quero apresentar um novo debate sobre o desenvolvimento e as alternativas econômicas para o Estado do Rio e para o Norte Fluminense. Provocar a discussão de uma região que gere empregos, oportunidades, distribua renda e preserve a vida e o ambiente. Além disso, quero fazer do mandato de deputado, um forte instrumento de defesa da Universidade Pública de qualidade e no interior, com pesquisa, extensão e políticas de permanência -, assegurou.
Segundo presidente, há imagens que mostram Adélio em locais próximos a ele e à sua família
Durante conversa com influenciadores cristãos, nesta segunda-feira (12), o presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que Adélio Bispo, responsável pelo atentado à faca contra ele, já o seguia antes do ataque que aconteceu em Juiz de Fora, em setembro de 2018. Segundo o chefe do Executivo, há imagens que o mostram próximo a locais onde ele e sua família frequentavam.
Para Bolsonaro, Adélio não pretendia se limitar a um atentado contra a sua vida, mas também contra seu filho, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ).
– Ele me seguia. Antes da facada também, temos imagens, eu estava perto do carro da Polícia Federal ali, mas não estava escrito “Polícia Federal”. Era um carro que me transportava. Ele [Adélio] passou do lado do meu filho Carlos e daí, meu filho, quando tava (sic) indo em direção a ele, ele [Carlos] entrou no carro. Ou seja, talvez ele [Adélio] fosse dar uma facada no meu filho ali – contou.
Ele também relembrou outra ocasião, quando Adélio compareceu ao clube de tiro que Carlos costuma ir.
– Olha, teve um episódio, alguns dias antes, num clube de tiro de Santa Catarina, que o meu filho Carlos frequentava. E o Adélio esteve lá. Eu acho… o meu filho, nesse dia, faltou. Eu acho que um dos planos dele [Adélio] era matar um filho meu para eu desistir [de concorrer à Presidência] – ponderou.
As declarações ocorreram durante o podcast colaborativo com os influenciadores cristãos Karina Bacchi, Téo Hayashi, Felipe Vilela, Luma Elpídio e Luciano Subirá. Nos primeiros minutos já contava com mais de 300 mil espectadores.
Senador afirma que há necessidade de doações para impulsioná-la
Nesta terça-feira (13), o senador Flávio Bolsonaro (PL) expôs que a campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL) está enfrentando um “ponto crítico” em razão da falta de recursos. O parlamentar afirma que há necessidade de mais doações a fim de impulsioná-la.
– O dinheiro que aguardávamos que viesse com as arrecadações estão sendo realizadas de forma muito lenta ainda. Isso atrapalha muito. Fazemos conta para ver quanto custa o deslocamento do presidente de um lugar paro outro – assinalou ele em entrevista ao jornal O Globo.
Segundo Flávio, a campanha teria maior potencial se não fosse o problema.
– Poderíamos estar com uma força muito maior, com capilaridade muito maior com os candidatos do PL a deputado federal e estadual com mais recurso para fazer a campanha e levando o nome do Bolsonaro. Isso não está acontecendo porque não tem recurso. Esse é sim um ponto crítico da nossa campanha – destacou.
Até o momento, o Partido Liberal investiu R$ 10 milhões na corrida presidencial de seu candidato. A efeito de comparação, o Partido dos Trabalhadores já chegou ao limite de R$ 88 milhões na campanha do ex-presidente Lula (PT). Por outro lado, Bolsonaro é líder nas doações de pessoas físicas, já tendo recebido 265 repasses acima dos R$ 10 mil, segundo informações do site O Antagonista.
O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que a legenda enfrenta um “aperto muito grande”.
– Nós temos esse quadro hoje, a dificuldade é muito grande. Se nós não tivermos doações, vamos passar um aperto muito grande. É essa satisfação [prestação de contas] que eu queria dar para todos vocês, para que a gente continue trabalhando para receber doações. As doações são muito importantes para nós. O dinheiro que vem do fundo não é suficiente – pontuou.
As pesquisas continuam caminhando ao encontro da realidade, aquela que se vê nas ruas, nas redes sociais, tão bem demonstrada pelo infalível DataPovo.
Nesse sentido, os eventos em comemoração a Independência do Brasil, demonstraram de maneira categórica que o povo brasileiro quer a reeleição de Bolsonaro.
E assim, a mais nova pesquisa realizada pela Futura para o Banco Modal S/A, mostra o presidente da República caminhando para se consolidar na liderança.
Certamente, na medida em que a data do pleito for se aproximando, a diferença a favor de Bolsonaro vai aumentar.
Parece claro que os institutos de pesquisa tentaram durante mais de um ano construir uma realidade favorável ao ex-presidiário, mas estão sendo derrotados.
Os institutos de pesquisa e a velha mídia estão percebendo que não possuem mais força para mudar a opinião pública, como sempre fizeram.
Bolsonaro suportou ataques sorrateiros durante todo o seu mandato, enquanto os tais institutos tentavam construir uma realidade distante do sentimento popular.
Vão ser derrotados.
Veja os números do cenário estimulado, em que é apresentada uma lista de candidatos:
Relator do registro foi o presidente da Corte, ministro Alexandre de Moraes
Nesta terça-feira (6), o plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou o registro de candidatura do presidente Jair Bolsonaro, que disputa à reeleição. A decisão foi por unanimidade.
O relator do registro de Bolsonaro foi o presidente da Corte, ministro Alexandre de Moraes. Ele seguiu um parecer do Ministério Público Eleitoral (MPE), que não viu nada que impede a chapa de Bolsonaro.
Em seu relatório, Moraes apontou que, “ainda que os inquéritos em que reconhecidamente o candidato responde ou as ações populares e ações civis públicas ajuizadas em seu desfavor não limitam a condição de concorrer à reeleição, devendo ser comprovada, e isso não o foi, decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado”.
Além de Bolsonaro, o TSE também aprovou o registro do vice, general Braga Netto (PL).
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