O Porto do Açu conta com terminais portuários em áreas onshore e offshore

Base servirá de apoio às plataformas offshore de petróleo e gás natural

A Porto do Açu Operações e Grupo Aeropart – Participações Aeroportuárias assinaram, nesta semana, um contrato para a instalação do Heliporto do Açu, no Complexo Portuário, em São João da Barra (RJ). Com área total de 210 mil m² e destinado especificamente para o uso de helicópteros que atenderão às plataformas offshore na região, incluindo as bacias de Campos e Espírito Santo, o Heliporto contará com 20 posições para o estacionamento de aeronaves.

Em operação desde 2014, o Porto do Açu conta hoje com empresas líderes do setor de O&G. Entre elas está a Edison Chouest, que opera no local a maior base de apoio offshore do mundo, com 16 berços para atracação e mais de 1km de cais. O Heliporto irá oferecer ainda uma outra importante operação logística: a de pessoas para as plataformas.

“Esta parceria oferece uma nova logística para a indústria de O&G, principalmente para o Upstream. Além disso, fortalece ainda mais o Porto do Açu como principal plataforma para este setor”, disse Tadeu Fraga, presidente da Porto do Açu Operações.

Para o Grupo Aeropart, a operação no Açu apresenta inúmeras possibilidades. “Esta parceria soma a localização estratégica do Porto do Açu com a experiência do Grupo Aeropart em operação de base de apoio offshore por helicópteros. Com certeza irá reforçar o Açu como principal polo para O&G no Brasil”, disse Murilo Junqueira, um de seus diretores.

A previsão é que as obras do Heliporto do Açu sejam iniciadas em 2019, após a obtenção das autorizações necessárias, sob a responsabilidade do Grupo Aeropart. As operações estão previstas para 2020. A expectativa é que sejam gerados 150 empregos na fase de construção do Heliporto e cerca de 240 durante a operação.

1 COMENTÁRIO

  1. Cada melhorias no Porto do Açu é ma ameaça a cidade de Macaé. Não há no mundo uma cidade que se dedique as atividades offshore sem porto ou um terminal de serviço. Depois de muito oba oba, os politiqueiros da terra colocaram a viola no saco e esqueceram do futuro de Macaé.

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