“87 dias sem picanha”: Deputado exibe placa e irrita Lindbergh

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A participação do ministro da Justiça, Flávio Dino, na sessão da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), da Câmara dos Deputados, foi marcada por debates acalorados e confusões entre os deputados e o próprio convidado.

Uma delas foi protagonizada pelo deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) e pelo deputado federal Evair Neto (PP-ES).

Tudo aconteceu quando chegou a vez do petista elogiar o ministro e criticar o governo de Jair Bolsonaro. Enquanto Lindbergh discursava, o parlamentar capixaba recebeu uma folha de outro parlamentar e exibiu uma placa com a frase “87 dias sem picanha”.

Ao ver o que o seu colega fazia nas suas costas pelas imagens da TV Câmara, Lindbergh contestou.

– É a quinta série? – questionou o ex-senador exigindo que Neto baixasse a folha.

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Por portal Novo Norte

Deputado protesta com abóbora na Câmara: “Picanha trans”

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Rodolfo Nogueira lembra promessa de campanha de Lula

O deputado federal Rodolfo Nogueira (PL-MS) usou seu tempo na tribuna da Câmara dos Deputados, nesta segunda-feira (27), para protestar contra uma promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que por enquanto está sendo cumprida de forma “diferente”. Segundo o petista, o brasileiro teria picanha na mesa, mas recentemente ele incentivou o consumo de abóbora.

Segurando o legume, Nogueira citou uma publicação de Lula na qual o presidente aparece com o alimento na mão, sugerindo que a abóbora ia acabar com a fome no Brasil.

– Quando a gente planta abóbora na roça é para alimentar porco. Eu queria lembrar o Lula que ele prometeu picanha ao povo brasileiro e ele está tratando o povo como porco. O povo brasileiro não é porco, Lula! Cadê a picanha que o senhor prometeu na campanha? – disparou o congressista.

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– O povo brasileiro não é porco e não é bobo. O povo está vendo os seus atos, a sua incapacidade de cumprir aquilo que o senhor prometeu na campanha. Talvez o Lula pense que isso aqui é uma picanha trans, ou talvez essa abóbora pense que ela é uma picanha – ironizou.

Rodolfo Nogueira é produtor rural e membro da Comissão de Agricultura da Câmara.

Confira o discurso:

Por portal Novo Norte

Deputados cobram redução da maioridade penal para 14 anos

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Deputados cobram redução da maioridade penal para 14 anos

Os deputados federais Bia Kicis (PL-DF) e Evair Vieira de Melo (PP-ES) defendem que o Congresso Nacional debata a redução da maioridade penal para 14 anos no Brasil.

– A princípio, sempre pensei na redução da maioridade para os 16 anos. Mas, diante das informações a que os jovens têm acesso hoje em dia e sobretudo diante dos crimes que alguns têm cometido, acredito que o melhor seja a redução para 14 anos. Vamos trabalhar para o Congresso debater e aprovar essa mudança – disse Bia Kicis.

A proposta recebe o apoio de Evair Vieira de Melo, que cobra mais rigor da legislação para maiores de 14 anos e que cometam, principalmente, crimes hediondos.

– É passado da hora de esse tema avançar e fazermos a redução da maioridade. A fragilidade na lei é um estímulo, uma ferramenta de decisão. Punição dura, rápida e exemplar será um inibidor para que jovens ingressem no mundo do crime. Não irá resolver todos os problemas, mas com certeza irá reduzir. Temos que fazer isso rápido – defendeu o parlamentar.

O assunto voltou à discussão com força total nesta segunda-feira (27) em razão do crime cometido pelo aluno Guilherme, de 13 anos, que matou uma professora e feriu outras quatro pessoas a facadas, na Escola Estadual Thomázia Montoro, na Vila Sônia, Zona Sul de São Paulo.

Por Portal Novo Norte

Nikolas sai em defesa de Lira na Câmara e alfineta Pacheco e STF

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“Estou aqui para fazer a defesa desse Parlamento”, disse o deputado

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que assumiu a presidência do diretório do Partido Liberal na cidade de Belo Horizonte, saiu em defesa do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL).

Em um vídeo divulgado nas redes sociais, Nikolas também alfinetou o Supremo Tribunal Federal (STF) e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

– Quero pedir licença aqui para poder falar com quem está assistindo a esse vídeo agora. Muitas vezes, a gente vê nos noticiários notícias, e as pessoas podem se perguntar: ‘o que isso tem a ver comigo?’ Discussões a respeito de comissões mistas, a respeito de MPs, O que isso tem a ver com o brasileiro no dia a dia? E eu quero explicar isso aqui pra você do quão importante é a gente estar atento a esses temas porque isso impacta diretamente a sua vida. Agora nós estamos tendo um embate, né, em relação às MPs, às comissões mistas, de como será feito. (…) E o que aconteceu agora no Senado, recentemente, que eu quero abrir os olhos, né, da população brasileira que, geralmente, acha que o senador é só um deputado mais velho. Não sabe que o senador tem algumas prerrogativas diferentes dos deputados. E por que eu digo isso? Porque o presidente do Senado, influenciado por alguém que acha que ainda é o rei do Brasil, senador Renan Calheiros, fez uma questão de ordem ultrapassando o rito normal de que deveria ser chamada uma sessão para poder olhar de forma conjunta com essa casa a apreciação das comissões mistas. [Ele] simplesmente fez uma questão de ordem, e o presidente do Senado acatou, para que fosse feita a comissão no rito, anteriormente, ultrapassando aqui o diálogo dessas casa, desrespeitando o nosso presidente Lira, desrespeitando essa casa, simplesmente, porque caso o presidente do Senado convocasse a sessão, o que aconteceria, deputado André Fernandes? Seria, automaticamente, convocada a CPMI do dia 8 de janeiro. Então, por uma artimanha, né, digamos, regimental, estão passando por cima do diálogo da democracia que tem que haver entre essas duas Casas. (…) Estou aqui para fazer a defesa desse Parlamento. (…) As prerrogativas, já que o Senado quer ser tanto revisor quanto iniciador, vamos fazer com que não somente o Senado ele tenha a prerrogativa de indicar ministro do STF, de também fazer a sabatina dos ministros do STF, de também indicar diretores para agências reguladoras e embaixadoras. Vamos fazer com que também a Câmara Federal possa apreciar isso também! Eu tenho certeza que é a vontade do povo brasileiro, que essa casa, por exemplo, faça aí uma apreciação de impeachment de algum ministro aí do STF.

Confira o vídeo, abaixo:

Por Portal Novo Norte

Líder da bancada evangélica alerta sobre o perigo da portaria do governo Lula sobre “racismo religioso

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Qualquer citação a aspectos de religiões africanas poderia ser interpretado como racismo, o que fere a liberdade religiosa garantida pela Constituição Brasileira

O deputado Eli Borges (PL-TO) utilizou seu tempo de discurso na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (22) para criticar a portaria nº 11.446, de 21 de março de 2023, que trata do racismo religioso e foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo Borges, a portaria criou uma “palavrinha” para o vocabulário brasileiro, que é o racismo religioso, algo que teria como objetivo impedir qualquer segmento religioso de criticar religiões de origem africana. O deputado afirmou que a lei que destina o dia 21 de março às religiões de origem africana foi aprovada sem dificuldades, uma vez que o princípio defendido é o da liberdade religiosa.

O deputado ainda comparou a proposta da portaria à situação da China, onde os pastores são pagos pelo Estado e só pregam o que o governo determina. Para Borges, a portaria é uma discriminação religiosa e vai contra a liberdade religiosa garantida pela Constituição Federal.

Borges finalizou seu discurso afirmando que respeita todas as religiões, mas espera o mesmo respeito em relação ao seu ponto de vista e ao ordenamento jurídico brasileiro. Ele ressaltou que a Constituição e o ordenamento jurídico brasileiro garantem o direito das instituições religiosas pregarem acerca de tudo que está na Bíblia.

A portaria em questão ainda está em análise pela Comissão de Estudo.

Por Portal Novo Norte

As oito armações de Lula nos 100 dias de governo

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São “medidas que apontam para o grande retrocesso e para um dos maiores estelionatos eleitorais da história recente do Brasil”

O senador Eduardo Girão (Novo-CE), em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (27), apontou o que, a seu ver, são “oito armações” que ocorreram nos cem dias do governo do presidente Lula, que se completam nesta semana. Ao defender o senador Sérgio Moro (União-PR), Girão criticou o uso do termo “armação” pelo presidente Lula em referência à tentativa de atentado, pelo Primeiro Comando da Capital (PCC), ao senador pelo Paraná e sua família, além de outras autoridades. — No dicionário, o significado da palavra “armação” está relacionado com o ato de construir, equipar e preparar. Mas, quando vamos ao mundo da gíria, que engloba também a linguagem popular, veremos que o termo é empregado para designar uma coisa simulada, algo falso — explicou.

Girão sustentou que o termo acaba servindo para resumir o que está acontecendo nestes cem dias de governo. São “medidas que apontam para o grande retrocesso e para um dos maiores estelionatos eleitorais da história recente do Brasil”. Além de defender decisões da Operação Lava Jato, na época em que era conduzida por Moro, o senador listou as medidas que qualifica como “armações”. A primeira delas foi a revogação de portarias pelo Ministério da Saúde “que defendiam a vida desde a concepção e tinham como objetivo evitar o terrível crime do aborto”. — Tais portarias estabeleciam que os serviços de saúde tinham obrigação de comunicar às autoridades policiais os casos de aborto decorrente de estupro e definir uma preservação de materiais que pudessem auxiliar na identificação do estuprador por exames genéticos — sustentou.

Outras medidas

A segunda “armação”, segundo ele, foi a desconstrução da Secretaria Nacional de Cuidados e Prevenção às Drogas (Senapred), que, “nos últimos quatro anos, foi responsável pelo apoio a 700 comunidades terapêuticas, que representaram mais de cem mil atendimentos voltados ao tratamento de dependentes químicos”. — Devemos contestar veementemente a recente declaração do ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, que defendeu abertamente o falso argumento de que a legalização das drogas irá diminuir a população carcerária no país.

A terceira “armação”, continuou, foi o anúncio da disposição em financiar, com recursos do BNDES, a construção de um gasoduto na Argentina. Lembrou o que considerou “calote” em financiamentos desse tipo, produzidos por países como Cuba, Venezuela e Nicarágua. Girão informou que, por essa razão, entrou com o PLC 163/2022, projeto de lei complementar “que impede a execução desse tipo de financiamento com recursos do povo brasileiro, do BNDES, enquanto existir algum cidadão em nosso país sobrevivendo na miséria”. 

Criticou o chamado “orçamento secreto” e listou ainda, entre as “armações”, o aumento de impostos sobre a gasolina e o etanol, ampliação de 23 para 37 ministérios, “grande empenho para derrotar a lei das estatais” (como a extinção da Diretoria de Governança e Conformidade da Petrobras).

Também apontou, como a oitava armação, ainda não concretizada, a reativação de mais um jogo de azar, a chamada raspadinha.  — É aquela loteria instantânea. O governo Lula acabou de dizer que está editando uma medida que, segundo o ministro da Fazenda, vai arrecadar R$ 5 bilhões de impostos.

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Disputa por cargos pode fazer base do governo Lula no Congresso derreter

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Para tentar ampliar sua base política, o Lula planeja liberar R$ 3 bilhões em recursos de emendas parlamentares, indicadas por deputados e senadores ainda no governo de Jair Bolsonaro.

Lula (PT) tem enfrentado dificuldades para consolidar sua base política no Congresso, apesar de ter oferecido ministérios e cargos no segundo escalão do governo a membros do MDB, PSD e União Brasil. Líderes partidários afirmam que o governo tem atualmente cerca de 30 votos no MDB e 30 no PSD, que têm 42 deputados cada um. 

Apesar de ter indicado três ministros cada, dirigentes de União Brasil e PSD afirmam ter apenas dois desses cargos de primeiro escalão. O PSD considera que Carlos Fávaro (Agricultura e Pecuária) está na cota pessoal de Lula. O PSD escolheu André de Paula (Pesca) como seu ministro, mas a bancada critica a baixa relevância da pasta. Alexandre Silveira (Minas e Energia) tem sido uma escolha mais associada ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), do que à bancada de senadores da sigla. Na União Brasil, líderes não reconhecem Waldez Góes (Integração Nacional) como parte da cota do partido. Daniela Carneiro (Turismo) e Juscelino Filho (Comunicações) foram escolhas dos partidos, mas, devido à pulverização da bancada de deputados da União Brasil, as nomeações não tiveram o efeito político esperado.

Para tentar ampliar sua base política, o governo planeja liberar R$ 3 bilhões em recursos de emendas parlamentares, indicadas por deputados e senadores ainda no governo de Jair Bolsonaro. Há cerca de R$ 11 bilhões de emendas de relator –usadas como moeda de troca em negociações políticas no governo passado– e que ainda não foram pagas. Isso significa que o contrato da obra foi assinado, mas o empreendimento não foi finalizado, pois a emenda é paga quando há conclusão do serviço. A estratégia do governo é que, a cada trimestre, haja a liberação de recursos para quitar as emendas, melhorando a relação com o Congresso.

O governo espera que, com os primeiros pagamentos, haja uma melhoria na relação com o Congresso. Ainda assim, o Palácio do Planalto precisa consolidar sua base para evitar derrotas políticas e alterações em projetos do governo.

Por Portal Novo Norte

Parlamantares representam contra Lula na Procuradoria-Geral da República por crime de prevaricação

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Por canal Tribuna5/ You Tube

Lula passa o domingo no Palácio da Alvorada, sem receber visitas

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Petista está com pneumonia e influenza A

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, passa este domingo (26), no Palácio da Alvorada, sem receber visitas. Com pneumonia e influenza A, o petista cancelou a viagem que faria à China a partir deste fim de semana e se recupera da doença por recomendação médica.

O cardiologista Roberto Kalil, médico de Lula, disse que o quadro de saúde do mandatário é bom e que ele teria condições de fazer qualquer viagem em um prazo de 15 dias a um mês.

– O estado geral é bom e ele deve retornar às atividades dele durante a semana. Ele volta à vida normal dele, claro, com uma precaução inicial depois de um quadro de pneumonia, nos próximos dias. Se você me perguntar, daqui a um mês ou daqui a 15 dias teria condição, evidentemente, de fazer qualquer viagem – disse Kalil, em entrevista à CNN Brasil.

O governo gostaria de remarcar a viagem à China “o quanto antes” por causa da importância do país asiático para a economia doméstica e da aproximação que Lula quer ter com o presidente chinês, Xi Jinping, por causa de questões geopolíticas, como a guerra na Ucrânia.

Além disso, Lula quer participar da posse de sua antecessora Dilma Rousseff como a nova presidente do Banco dos Brics, que tem sede em Xangai.

Com o cancelamento da comitiva presidencial, a ex-presidente da República seguirá para a China sozinha, na segunda-feira (27), como apurou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), mas a solenidade de sua posse aguardará a presença de Lula.

No sábado (25), Lula recebeu no início da noite no Palácio da Alvorada a visita do ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, que afirmou que, na próxima semana, o chefe do Executivo deve focar em agendas internas em Brasília.

De acordo com o ministro, a permanência do presidente no país permite que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se dedique, junto com Lula, à formulação da proposta do arcabouço fiscal.

O ministro Padilha foi a única visita, além da médica da Presidência da República, Ana Helena Germoglio.

Como médico, Padilha disse não recomendar que o presidente vá presencialmente à Marcha dos Municípios, nesta semana, em Brasília. O ministro disse que analisará se é possível Lula receber uma comitiva, de acordo com a recuperação.

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Senador Rogério Marinho pede ao STF inclusão de Lula no inquérito das fake news

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