Moradores e comerciantes solicitam pintura de sinalização

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Pedido é para que a prefeitura reforce a sinalização horizontal na Alameda Tenente Célio

Problemas de sinalização são muitas vezes as causas de acidentes nas vias. Entre elas, está a pintura horizontal. Em Macaé, esse tipo de situação tem ocorrido em algumas localidades. Uma delas é a Alameda Tenente Célio, na Granja dos Cavaleiros.

A via tem uma grande importância, pois é uma das principais ligações do bairro com a Rodovia Amaral Peixoto (RJ-106), além de ser rota para quem quer acessar o Polo Offshore, do Novo Cavaleiros. O fluxo de veículos, entre eles, os de grandes portes, no local é intenso, o que aumenta ainda mais a preocupação de moradores, comerciantes e motoristas que trafegam por ali.

Há cerca de quatro meses, moradores e comerciantes procuraram o jornal O DEBATE para denunciar o problema no bairro. Na época, a prefeitura foi procurada pela nossa equipe, mas não se pronunciou sobre o caso.

Diante disso, o comerciante Dirant Ferraz, que já esteve à frente da AMOGRANJA, voltou a reforçar o alerta, segundo ele, já vem sendo feito há um bom tempo.

Ele relata que dois redutores de velocidade (quebra-molas) estão sem a sinalização horizontal. “Até hoje não realizaram a pintura dos quebra-molas da Alameda Tenente Célio. Um pedido que vem sendo feito há anos, uma coisa simples, que até agora não foi feito. Não cheguei a fazer um ofício porque foi uma solicitação que fiz a uma pessoa na prefeitura, da Mobilidade, que me prometeu que seria cumprido. Só pintou uma faixa na descida do São Marcos e mais nada”, diz. “Gostaria de pedir novamente à Secretaria de Mobilidade Urbana para que venha e refaça a pintura deles. A sinalização está gasta, impossível de ser vista. É uma ação simples, mas que vai fazer uma grande diferença”, enfatiza.

Na última visita, Dirant relatou que, por conta disso, os acidentes se tornaram cada vez mais comuns nesses trechos. Lembrando que a Alameda Tenente Célio também tem um histórico de colisões nos cruzamentos e até mesmo atropelamentos.

“Toda hora alguém se acidenta porque vem em uma certa velocidade e só nota o quebra-molas quando está praticamente em cima dele. Muitas vezes não dá tempo de parar. Outro dia um motociclista caiu ao tentar frear. Vinha um veículo atrás e acabou batendo. Esse, infelizmente, é só um exemplo”, diz ele, ressaltando que o problema não acontece apenas ali na Tenente Célio. “Outro dia andei pelas ruas do São Marcos e notei uns quatro nas mesmas condições. Precisamos que a manutenção seja constante para evitar esse tipo de problema”, enfatiza.

Diante das denúncias, o jornal O DEBATE entrou em contato com a prefeitura mais uma vez para saber quais medidas serão adotadas para resolver o problema. No entanto, ela não se pronunciou. A nossa equipe de reportagem fica à disposição, caso o poder público queira prestar esclarecimentos.