Macaense lança mais uma obra literária

0
588

A escritora Priscila Caroline lança o seu terceiro livro, intitulado ‘O Último Romântico’, na próxima quinta-feira (1º) na Livraria Nobel, no Cavaleiros

Escritora reúne seus conhecimentos, junta talento e muita imaginação e lança obra literária sobre o tema relacionamento abusivo, violência psicológica e fisica. Trata-se de Priscila Caroline, que está em preparativos para fazer o lançamento do seu terceiro livro, intitulado ‘O Último Romântico’. O evento está marcado para a próxima quinta-feira (1º) na Livraria Nobel, no Cavaleiros, onde a autora estará distribuindo sorrisos e muitos autógrafos.

Aos 26 anos de idade, a escritora está em ritmo acelerado de produção literária, já que ela acabou de lançar, semana passada (21 e 22/10), o livro infantil ‘A Princesa Prometida’, em espaço cultural de São Paulo (SP).

Segundo Priscila, ‘O Último Romântico’ é um livro de ficção, mas baseado na realidade e em situações corriqueiras da vida, enfocando o relacionamento abusivo entre casais.
“Nem sempre é necessário conhecer os espinhos para apreciar as flores. Devemos acreditar que as coisas boas não precisam ser difíceis. Não precisa machucar para um dia dar certo”, declara a escritora.

Talento nato

Priscila conta que começou a escrever aos 17 anos, quando ela recebeu estímulo de todos os professores de Português e Literatura, já que na verdade foram eles que descobriram o seu talento. O seu primeiro livro foi ‘Mas e Depois para Sempre’, também um romance, que fala sobre depressão, dependência emocional do outro.

Dedicatória

A escritora dedica este livro ‘O Último Romântico’ a todas as mulheres que já passaram por alguma relação conturbada e afirma que o amor existe. “Algumas pessoas só utilizam dessa palavra para alegarem um sentimento que desconhecem. Não se preocupe se não deu certo da primeira vez. Temos uma chance de recomeço todos os dias”, afirma Priscila.

‘O Último Romântico’

O livro ‘O Último Romântico’ conta a história de Alice, que é jovem, bem sucedida e independente. Amante da vida, música e livros, acredita ter encontrado o príncipe encantado. Pouco tempo depois, porém, descobre que o príncipe é manipulador, possessivo e ciumento. Numa jornada de autopreservação e autoconhecimento, com a ajuda de sua melhor amiga, dará um fim ao relacionamento abusivo em que vivia. Contudo, ele deixará marcas, e Alice não sabe se será capaz de amar e confiar em alguém novamente.

Amor não dói

Priscila Caroline lembra aos leitores que já leu que o amor dói; que quem ama tem ciúmes; e que quando se namora, a gente tem que fazer o que o outro quer para não perdê-lo. Mas a autora afirma que o amor que é gritado não é amor, porque todo barulho ensurdece. “O amor, aquele que todo mundo fala, está no que é singelo, simples. Ele é construído, é moldado, mas não machuca para fazer isso. Ele não pode fazer doer porque ele é a própria cura.

Ele acontece depois da euforia da paixão. É o depois, é o que fica. É a admiração depois das descobertas do que não é óbvio, dos segredos, defeitos. É a aceitação.” E concluiu: “O amor, esse que todos devem experimentar, nada tem a ver com os excessos. Porque até água em excesso faz mal.”

Priscila Caroline

Jovem macaense, Priscila Caroline é professora e estudante de Direito e apaixonada por leitura, fã de livros e séries de TV e filmes. Reside em Macaé, onde nasceu. É uma escritora versátil, escreve desde poemas infantis a comédias românticas e sempre com linguagem simples e contextos próximos à realidade de pessoas das mais diversas idades. Com muita sutileza na escrita, ela conquista todos os gostos e torna descomplicado o entendimento e o envolvimento do leitor com a história.

Metas e desafios

Priscila Caroline revela seus projetos futuros, ressaltando que está escrevendo uma nova versão da Bela e a Fera, onde a fera será representada pela figura feminina, fugindo do tradicional. “Nesta obra vou explorar a “fera” que todos nós temos intrinsicamente”, disse acrescentando que o titulo é ‘A Fera que Habita em Nós’ e que a principal característica é o reforço de que ninguém é integralmente bom, quase angelical.