Reunião formaliza Governo de Transição em Rio das Ostras

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Rio das Ostras promoveu uma reunião para marcar o Governo de Transição

Gestores do atual e futuro governos se reuniram para trocar relatórios

Uma reunião realizada na última quinta-feira (12), no Parque dos Pássaros, marcou o início da transição de governo do prefeito interino, Carlos Afonso, e do eleito, Marcelino Borba. Gestores de cada pasta trocaram relatórios apresentando como está a situação de cada secretária.

A atual chefe de gabinete, Kátia Brandão, esteve presente representando o prefeito Carlos Afonso.

A equipe de transição é formada por Alexandre Beleza Romão, Aurora Cristina Siqueira Ferreira Pereira, Daniel Martins Gomes, Diego dos Santos Machado, Eliara Fialho Ribeiro dos Santos, Felipe da Costa Ferreira, Gilberto Victorino de Menezes Neto, João Francisco de Souza Araújo, Leandro Alves Pinto, Júlio César Marins, Lenise Maria Pedrosa da Silva, Marcelo Rangel, Marcus David Gomes de Rezende, Mário Alves Baião Filho, Maurício Henrique Santana, Ricardo Silva Lopes, Ronaldo Paes Lemes e Wagner de Albuquerque Lima Sobrinho, representando o novo governo eleito.

Os representantes da atual administração são Nelito Senra Esterque, Marcelo Chebor da Costa, João Batista Esteves ​​​​Gonçalves, Luiz Henrique Borges, Rosimeri de Souza Azevedo, Rosemarie da Silva e Souza Teixeira, Ricardo Azevedo Lima de Carvalho, Elizabeth Bousquet Schott, Cezar Augusto Rufino de Santa Ana, Zenilton Castilho Marques, Antenor Lopes Martins Júnior, Alan Gonçalves Machado, Mara Moreira Fróes, Luciano Macário dos Santos e Gliciane Alves da Silva.

A posse do prefeito eleito Marcelino Borba e do vice Leandro Almeida está marcada para segunda-feira (16), às 19h, na sede administrativa da Prefeitura.

Marcelino venceu a eleição suplementar para prefeito de Rio das Ostras obtendo 24.179 mil votos. O novo chefe do Executivo vai comandar a cidade até o dia 31 de dezembro de 2020, substituindo o ex-prefeito Carlos Augusto, afastado do cargo por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por ter sido condenado por abuso de poder econômico e político, considerado inelegível por oito anos.