Debate sobre o Tepor ocorrerá hoje no Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho

Etapa de licenciamento marca consolidação de empreendimento assumido no ano passado pela EBTE Engenharia

Reestruturado ao ser assumido pela EBTE Engenharia, o projeto do Tepor, que inclui a construção do novo porto do São José do Barreto e da implantação de uma Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) no Imburo, abre para Macaé uma nova janela de oportunidades de investimentos e de empregos, contribuindo assim com a retomada do setor de óleo e gás.

Nesta quarta-feira (7), às 19h, no Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho, a sociedade macaense terá a oportunidade de conhecer os estudos que viabilizam os empreendimentos, garantindo assim o cumprimento de condicionantes que irão amenizar impactos sociais e ambientais em virtude da instalação dos projetos.

No debate de amanhã, a equipe que compõe o Conselho Estadual de Controle Ambiental (CECA) apresenta para a sociedade o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), análises que já foram aceitas pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), com base em regras previamente cumpridas pela EBTE Engenharia.

A contribuição da sociedade nas discussões sobre o empreendimento é fundamental para que, dentro de 90 dias, o Tepor receba a licença prévia, documento que abre prazo para que as obras de construção do terminal marítimo e da planta de gás sejam efetivamente iniciadas.

Com o apoio das instituições empresariais locais, de especialistas e de lideranças políticas, o Tepor atenderá a nova dinâmica da logística do petróleo, que surge através do desenvolvimento dos projetos de exploração e de produção de novas reservas leiloadas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Após a discussão de amanhã, o Inea terá 90 dias para apresentar a licença prévia, após o grupo empreendedor cumprir todas as ressalvas aos estudos em análise pública. Cumprindo essas diretrizes, a EBTE Engenharia terá mais 90 dias para obter a licença de instalação, que permitirá o início das obras do novo porto, previstas para acontecer no primeiro semestre do próximo ano.

1 COMENTÁRIO

  1. O jornalista não entendeu que o porto não significa somente oportunidade de empregos , significa a sobrevivência de Macaé em um ambiente inóspito de concorrência. Porto do Açu, Campos Maricá , Rio de Janeiro, Paranaguá, etc querem a destruição do sonho macaense de um porto offshore. A construção do porto tem que ser uma caminho trilha rápida(“fast track”) para não perder a oportunidade dentro de um universo de trinta anos de atividades.

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