Clássicos que jamais saem de moda

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Os especialistas da alta gastronomia, da moda e até mesmo do futebol podem debater opiniões polêmicas e se desentender muitas vezes, mas em uma coisa eles certamente concordam: um clássico sempre será um clássico.

Buscamos o clássico pela comodidade em saber exatamente o que esperar ou o fazemos justamente porque não tem como errar em algo que se firmou em qualidade, independentemente de sua natureza? Quando pedimos um petit gateau no menu de um restaurante, sabemos que iremos receber um pequeno bolo com recheio quente e líquido, acompanhado de um bom sorvete – as releituras ficam por conta do chef e são muito bem-vindas.

Clássicos nos enchem os olhos de diversas formas. Na literatura, é possível reviver as emoções quantas vezes quisermos. A internet e iniciativas governamentais têm sido grandes aliadas neste sentido, garantindo o acesso a sites como http://machado.mec.gov.br/index.php, que disponibiliza a obra completa de Machado de Assis.

O clássico também é uma excelente aposta na moda. A primeira defensora de que o estilo e a elegância não são dependentes completos do poder aquisitivo é a consultora de moda, jornalista e autora Glória Kalil. Ela defende que peças clássicas misturadas com toques de personalidade e autoconhecimento para compor um armário são primordiais para uma boa impressão. Em seu blog, https://chic.com.br/, Glória fala abertamente sobre o assunto de forma divertida e irreverente.

Falando em apostas, o clássico também invade o mundo dos jogos. Partidas de futebol entre Flamengo e Fluminense, ou Palmeiras e Corinthians, costumam lotar os estádios e inflamar o público apaixonado a cada jogada. E mesmo quem não pode acompanhar os jogos nos estádios não fica de lado: além dos diversos canais de televisão e rádio que transmitem os jogos ao vivo, é possível encontrar streamings que fazem o mesmo serviço – alguns até com uma diversão a mais. É como os, também clássicos, cassinos, que além do divertimento dos jogos também oferecem a interatividade do público. Em  https://casino.betfair.com/pt-br/c/slots é possível encontrar diversos jogos de caça-níqueis em versões clássicas como Fruit Mania, Gold Rally, Age of the God e muitos outros.

Há também os clássicos da vida noturna, como bares famosos que acabaram virando pontos turísticos em cidades como o Rio de Janeiro, que, por si só, é um clássico do turismo brasileiro. O Bar Brasil é um dos mais tradicionais bares da Lapa, inaugurado em 1907 sob o nome Zeppelin. Com a segunda guerra mundial, o nome foi alterado para Bar Brasil, mas a referência culinária alemã se manteve firme e forte, brilhando desde então.

O dicionário tem uma definição clara sobre o que é o clássico, como podemos ver em https://www.dicio.com.br/classico/. Entretanto, essa definição não é excludente da dificuldade de coroar um clássico como tal. Além de sua definição histórica, ligada à Grécia antiga e suas manifestações, o termo tem um peso moderno que, ao mesmo tempo que o diferencia dos demais, o coloca em um contexto comum, ainda que com maior status, conferindo o privilégio de sua experiência.

O clássico é a união do bom e do belo, do mais requisitado, do mais marcante, o de maior destaque. Talvez isso responda à pergunta do nosso apreço tão genuíno por algo que nos é apresentado como clássico: certamente, iremos nos permitir uma nova surpresa.