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Dor, tristeza e revolta de familiares e amigos no enterro de jovem grávida

Em 01/02/2008 às 00h12 - Atualizado em 01/05/2008 às 03h33


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O enterro de Juliana de Almeida Sabino O enterro de Juliana de Almeida Sabino

Familiares de Juliana de Almeida Sabino, 20 anos, morta a tiros em frente de sua residência na manhã da última quarta-feira (30), enterraram com muita emoção e tristeza a jovem que estava grávida de seis meses, na manhã de ontem, por volta das 11h30, no cemitério Memorial da Igualdade.
Amigos, parentes e familiares próximos da moça estiveram presentes no enterro. A mulher foi executada por volta das 8 horas, no bairro Vila Badejo, por uma dupla que estava em um carro Gol, de cor prata, placa não identificada.
De acordo com investigações, os assassinos de Juliana avistaram a moça logo que ela abriu o portão de sua casa, e retornaram o veículo na rua seguinte e voltaram atirando. A vítima, que estava com o filho de três anos no colo, caiu no chão baleada com diversos tiros na cabeça e um na barriga.
O filho da moça também foi atingido pelos disparos, mas passa bem no hospital. Juliana morreu na hora, deixando aos 20 anos um filho pequeno. Segundo informações da família, a vítima morava com a mãe e o filho.
A polícia investiga os autores do crime que chocou a população, na manhã de quarta. Este homicídio aterrorizou vizinhos que conheciam a moça. Segundo especulações, Juliana no passado teria se envolvido com um namorado traficante, mas nada confirma de fato a ligação do homem ao crime.
Juliana foi enterrada com muita emoção pela família e deixou saudades. Amigos próximos, chocados com o crime, clamam por justiça. “Eu e Juliana fomos criados juntos, desde pequenos, somos amigos desde nossa infância e nunca esperava que isto fosse acontecer com ela. Minha amiga adorava sorrir e curtir a vida”, afirmou um amigo da vítima que por medida de segurança não será identificado.
Os projéteis da arma utilizada no assassinato da mulher, recolhidos no local do crime, foram encaminhados para a perícia. O resultado será encaminhado à polícia que investiga o caso.

Autor: Franciele Terra


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