Cadastre-se e receba nossas novidades:

Notícias

Eduardo Eugenio defende reforma da Previdência

Presidente da Firjan afirmou que medidas devem ter efeitos no próximo ano

Em 15/12/2017 às 13h04


Versão para impressão
Enviar por e-mail
RSS
Diminui o tamanho da fonte Aumenta o tamanho da fonte

Para Eduardo Eugênio, a medida é fundamental para se garantir equilíbrio fiscal no país Para Eduardo Eugênio, a medida é fundamental para se garantir equilíbrio fiscal no país
Em almoço de final de ano com industriais fluminenses, o presidente do Sistema FIRJAN, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, defendeu a necessidade de aprovar a Reforma da Previdência. Ele destacou a importância da medida para recuperar as contas do governo federal e a estabilidade financeira do país.

"É imprescindível que os deputados e senadores que nos representam no Congresso Nacional votem pela reforma da Previdência. A PEC que estipula um teto para os gastos públicos, aprovada no ano passado e que comemoramos como medida fundamental para o equilíbrio das contas, pode não ter mais efeito já no ano que vem se essa reforma não for aprovada", ressaltou o presidente, que propôs reunir prefeitos fluminenses e empresários em um encontro na FIRJAN em prol da mobilização pró-reforma.

A questão da gestão fiscal responsável é, na avaliação do prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, um dos pontos mais importantes hoje para o estado do Rio: "A retomada do Rio passa por esse tema".

No evento, o jornalista Gerson Camarotti apresentou o cenário político atual e as perspectivas para o ano que vem. Para ele, é preciso refletir até quando o Brasil conseguirá pagar o custeio previdenciário, que, se não for contemplado com a reforma agora, impactará negativamente as gerações futuras.

Eduardo Eugenio detalhou no almoço as conquistas e ações do Sistema FIRJAN em um ano difícil, cheio de desafios, mas também de reações. Um dos destaques em 2017, segundo o presidente, foi a luta pela aprovação da reforma trabalhista, que simplificou as burocracias e regulamentou modelos de trabalho coerentes com a época atual.

"Também saímos em defesa dos incentivos fiscais. Um estudo realizado pela nossa equipe técnica mostrou a importância desses estímulos para as empresas e, consequentemente, para os municípios. Esse trabalho foi fundamental para a decisão da Justiça de revogar uma liminar que proibia a concessão, ampliação ou renovação dos incentivos", afirmou.

O presidente do Sistema FIRJAN também lembrou a atuação da Federação contra o crime de roubo de cargas e pela necessidade do ajuste das contas públicas: "Esse tema passou a ser o maior problema econômico do país. O nosso Índice FIRJAN de Gestão Fiscal (IFGF) revelou o mau uso dos recursos dos municípios. Por isso, realizamos seminários e encontros com prefeitos com o objetivo de mostrar essa radiografia e sugerir soluções para cidades e estados que estão à beira da insolvência".

Mauro Varejão, presidente do Sindicato da Indústria de Mármores, Granitos e Rochas Afins do Estado do Rio de Janeiro (Simagran-Rio), destacou o posicionamento assertivo da Federação sobre os temas de defesa de interesse. "Isso fortalece a representação do setor produtivo fluminense em níveis municipal, estadual e federal. Para 2018, é essencial fortalecer ainda mais as ações iniciadas este ano".

Para Claudio Tangari, presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico de Nova Friburgo (Sindimetal), embora tenha sido um ano de crise, 2017 possibilitou o avanço de diversas ações em prol do estado do Rio, como a reestruturação do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), aprimorando suas capacitações empresariais: "Superada a crise, essa iniciativa permitirá que a indústria fluminense seja ainda mais competitiva".

Autor: O DEBATE

Foto: Renata Mello/Firjan


    Compartilhe:

Tags: economia


publicidade