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Retomada da Bacia de Campos muda a perspectiva da economia da região

Representantes das instituições que compõem a cadeia produtiva do petróleo apontam novo cenário

Em 16/08/2017 às 17h49


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A revitalização do fator de produção dos campos maduros e os leilões de novas áreas de exploração, que serão realizados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) a partir de setembro até 2019, são os fatores essenciais para a retomada das operações de óleo e gás na Bacia de Campos, e que criam também um novo olhar sobre o desenvolvimento de todos os setores que pertencem a base da economia de Macaé e dos demais municípios da região.

Na celebração pelos 40 anos de produção da Bacia de Campos, realizada pelo jornal O DEBATE no Hotel Personal, na tarde da última segunda-feira (14), representantes das instituições que integram a economia regional destacaram a nova perspectiva, otimista, sobre o futuro das atividades que geram receitas para o município e criam milhares de oportunidades de postos de trabalho.

Apesar da necessidade de definição de alguns pontos políticos, tanto em Macaé quanto em Brasília, as instituições acreditam que esse é o novo momento para o mercado do petróleo nacional, ao criar oportunidades para a restruturação da Petrobras e de investimentos de outras grandes empresas internacionais de óleo e gás, com interesse no Brasil.

"As empresas da IADC acreditam no potencial da Bacia de Campos, através dos leilões da ANP e dos campos maduros. Mas as regras para esse novo processo precisam ser bem definidas."
Leandro Luzone, secretário do capítulo Brasil da IADC







"Há um sentimento de que a retomada da indústria vai acontecer. Nós acreditamos, pela força que a nossa região possui em oferecer o suporte necessário para a produção da Bacia de Campos nesses 40 anos."
Francisco Agostinho, fundador da Comissão Municipal da FIRJAN







"Pelo potencial do petróleo da Bacia de Campos, e pela produção também de gás, a indústria vai estabelecer um novo momento. E para Macaé, um novo porto é fundamental nesse processo."
Francisco Navega, vice-presidente da Comissão Municipal da FIRJAN







"A indústria do petróleo ajuda a expandir o potencial do turismo, como um pilar da economia local. É importante que a receita criada pelo setor offshore seja transformada em investimentos no turismo."
Guilherme Castro, presidente do CVB-Macaé







"Esse novo momento do mercado do petróleo indica a restruturação da economia da região. A retomada não será local, mas sim regional. E o Porto do Açu ajuda a projetar essa nova dinâmica."
Luis Mário Concebida, gerente da Representação NF da FIRJAN






"Para o comércio, a dinâmica do petróleo é um fator primordial. Nesses 40 anos de produção da Bacia de Campos, o setor varejista de Macaé se tornou referência regional. E vamos voltar a crescer."
Luiz Henrique Fragoso, presidente da CDL - Macaé







"A Rede Petro - Bacia de Campos mapeia os novos indicadores da retomada da indústria. Acreditamos que uma nova fase de oportunidades vai acontecer em Macaé e na região."
Vitor Silva, coordenador da Rede Petro-Bacia de Campos







"A Bacia de Campos é um polo de desenvolvimento de pesquisas. Macaé é a única cidade na região a possuir uma Cidade Universitária, onde são formados profissionais que atendem ao petróleo nacional."
Aristóteles Riani, professor da UFF Campus Macaé

Autor: Márcio Siqueira marcio@odebateon.com.br

Foto: Wanderley Gil


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Tags: economia


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