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Falta de remédio volta a ser alvo de reclamação

De acordo com Roberto Soares, o filho que é excepcional está há oito meses sem receber assistência do município e do estado

Em 05/07/2017 às 15h18


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Essa não é a primeira vez que a população denuncia a falta de medicamento na rede Essa não é a primeira vez que a população denuncia a falta de medicamento na rede
Na Capital do Petróleo é assim. Como se não bastasse a demora na marcação de exames, o agendamento para consultas, entre outras demandas relacionadas à saúde, a população denuncia também a escassez de remédio na rede pública. Essa não é a primeira vez que a falta de medicamente controlado é alvo de reclamação dos munícipes. 

Há oito meses sem conseguir o Fenobarbital 100mg, que o filho Roberto Soares Guia, que é excepcional, precisa, na manhã de ontem seu Roberto Soares Guia procurou a redação do Jornal O Debate. Ele disse que não sabe mais o que fazer e que, sem a medicação, as crises do filho costumam ficar rotineiras. 

"Os remédios são justamente para tentar controlar, sem eles fica difícil. Ele faz uso 4 x ao dia e enquanto a gente não consegue na rede estamos contando com a ajuda dos familiares e amigos, mas mesmo assim não é fácil. A gente sabe que o remédio é um direito dele e me entristece todas às vezes que vou lá com a receita e sou informado que não tem a medicação", disse o pai. 

Além do Fenobarbital 100mg, Roberto precisa também do Risperidona 2mg . "São dois medicamentos fundamentais para a saúde dele e que ele não está recebendo", lamentou seu Adilson. 

Ele conta, ainda, que em meio a toda dificuldade que está passando para custear o medicamento do filho, outro dia teve a sua bicicleta furtada com as compras que havia feito para o rapaz, enquanto parou em uma padaria para tomar um cafezinho. "Foi coisa rápida. Parei para tomar um café e quando voltei minha bicicleta não estava mais no lugar. Eu dependia dela para ir à farmácia e resolver uma coisa e outra. E se alguém puder me ajudar, me doar uma bicicleta usada, ou tiver uma para vender, por favor, eu preciso muito, é o meio de transporte que eu uso", disse. 

Interessados em ajudar o seu Adilson com a medicação para o seu filho ou até mesmo com uma bicicleta usada, como ele mencionou, pode fazer contato com o Jornal (22) - 2106-6060 (a pedido dele). "Eu venho no Jornal O Debate todos os dias, e às vezes o meu telefone não funciona, por isso, eu prefiro que se alguém puder me ajudar, que ligue para o Jornal. Qualquer ajuda será muito bem-vinda", disse.  
A redação do Jornal entrou em contato com a Prefeitura  mas até o fechamento da edição, o órgão não havia se pronunciado. 

Autor: Juliane Reis juliane@odebateon.com.br

Foto: Kaná Manhães


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Tags: geral


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