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Acidentes ascendem problemas de escoamento de água na Linha Azul

Duas colisões foram registradas na manhã de hoje (7) na via por conta das poças d’ água. Em uma delas, um caminhão derrubou um poste

Em 07/11/2013 às 17h43


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Duas colisões foram registradas na manhã de hoje (7) na via por conta das poças d’ água. Em uma delas, um caminhão derru Duas colisões foram registradas na manhã de hoje (7) na via por conta das poças d’ água. Em uma delas, um caminhão derru
A Linha Azul, uma das principais vias expressas de Macaé, foi palco de dois graves acidentes na manhã de ontem (7). As colisões chamaram a atenção para duas deficiências: a precariedade do escoamento da água na via e ao não cumprimento pelos motoristas da velocidade permitida no local que é de 80km por hora.

Em um dos acidentes, a lama da pista foi a causa da perda da direção do motorista de uma caminhão. Ao frear para passar em uma poça, o condutor derrapou na lama, rodando várias vezes na via e colidindo com um poste que caiu em cima do caminhão.

Apesar do susto, ele saiu ileso do acidente. Parte da via ficou sem energia.

Na outra colisão o motorista de um Honda Fit bateu na traseira de um Fiat Idea que havia freado também por conta de uma poça d’ água na pista. Ambos seguiam em direção ao Monumento do Petróleo. Neste acidente, as vítimas tiveram escoriações leves e foram encaminhadas para o Hospital Público de Macaé (HPM). De acordo com a unidade de saúde, que não revelou o nome dos pacientes, todos os envolvidos na colisão tiveram alta após passarem por uma bateria de exames. 

Apesar dos pardais instalados na via, a maioria dos motoristas passa pela Linha Azul a 120 km por hora, ultrapassando o limite estabelecido pelo Código Brasileiro de Trânsito para vias expressas em 40%. Outro motivo de acidentes é o acúmulo de água da chuva na pista e no acostamento. Como no entorno da via há vários terrenos de terra batida, a lama acumulada transborda no asfalto criando um efeito "sabão" e fazendo com que os motoristas derrapem na pista.

Outro problema, os alagamentos crônicos ocorrem também em ruas paralelas à Linha Azul. Em alguns bairros bastam algumas horas para alagar um espaço de circulação de pedestres. Na comunidade Piracema, às margens da via, moradores já se acostumaram a viver em meio à lama. O local fica alagado por vários dias porque não tem por onde escoar a água das chuvas, uma ameaça ao desenvolvimento do mosquito transmissor da dengue.



Autor: Bertha Muniz/ berthamuniz@odebateon.com.br

Foto: Sylvio Savino


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