Frente Parlamentar lança “Operação Marca Buraco”

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Vereador convidou a população a participar de ato, em tom de protesto, para cobrar obras

Líder da Frente Parlamentar Macaé Melhor, o vereador Maxwell Vaz (Solidariedade) lançou na última quarta-feira (06) a campanha “Operação Marca Buraco”. A ideia do parlamentar é chamar atenção do Executivo para os problemas de infraestrutura que se espalham por todos os bairros e comunidades da cidade

Durante a sessão ordinária da Câmara Municipal esta semana, com uma lata de tinta em spray nas mãos, Maxwell defendeu a proposta, convidando os moradores da cidade para fazerem vídeos pintando os buracos e publicar nas redes sociais.

“É lamentável a situação vivida por todos nós macaenses. Estamos em um município que arrecada mais de R$ 2 bilhões por ano, só na semana passada o governo suplementou superávit de R$ 95 milhões. Como aceitar ou defender uma gestão que não prioriza as necessidades de todos nós cidadãos? Para onde está indo todo esse dinheiro?”, questiona o parlamentar.

A campanha será realizada pelo site do vereador, pelo Facebook e também pelo Whatsapp. Maxwell explicou que basta as pessoas pintarem o buraco de amarelo para participar da campanha. “Vocês podem pegar uma tinta em spray e pintar o buraco. Depois grava o seu vídeo e manda para gente. Hoje mesmo vou sair para pintar alguns”, contou, lembrando que os buracos têm causado prejuízos aos motoristas e motociclistas.

Os vídeos produzidos podem ser enviados para o Whatsapp do mandato do vereador, que é o (22) 99609-4817.

O parlamentar afirmou que a medida visa garantir que investimentos em infraestrutura sejam garantidos para bairros e comunidades que sofrem com o problema.

Desmatamento

Na terça-feira (5), Dia Mundial do Meio Ambiente, a Câmara Municipal de Macaé aprovou um requerimento denunciando desmatamentos na Região Serrana. A proposição, de Marcel Silvano (PT), solicita esclarecimentos à Guarda Ambiental e às secretarias de Meio Ambiente e de Interior.

“Percorrendo a rodovia na região, há vários pontos onde é possível ver verdadeiras ações criminosas, por exemplo, na mata do Parque do Atalaia”, disse o autor. A falta de vegetação no entorno de nascentes afeta o fornecimento de água. “Tomei conhecimento de estudos que indicam risco de desabastecimento para as fábricas e para o consumo da população”, acrescentou Marcel.

Maxwell Vaz (SD) afirmou que desde 2010 propõe a desapropriação das áreas em volta das fontes que, segundo ele, estão desprotegidas. “É mais um elemento para reforçar a proibição do desmatamento”. Na mesma sessão, foi aprovado outro requerimento de Marcel denunciando a retirada ilegal de areia de rio em Córrego do Ouro.

Bolsonaro: estatais que dão prejuízo ou são cabide de emprego serão extintas

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Fernando Frazão / Agência Brasil
Por Constança Rezende

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) disse que estatais que dão prejuízo “e servem de cabide de emprego” serão imediatamente extintas ou privatizadas em seu eventual governo. Porém, ele ponderou que “não será inconsequente” nos cortes.

“Existem estatais estratégicas, como do setor energético, Banco do Brasil e Caixa Econômica, que nós não pretendemos mexer nelas”, disse, em coletiva de imprensa.

A bomba que pode destruir o PT o Senador conta tudo sobre a CPI das obras inacabadas

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A esquerda continua dobrando a aposta e atacando os militares

Finalmente, parece que as obras inacabadas do PT serão investigadas.

O senador Carlos Portinho (PL-RJ), conseguiu as assinaturas necessárias para abrir uma CPI que vai investigar as obras paradas dos governos Lula e Dilma.

“Ninguém pode desprezar mais de 2.000 inacabadas que se iniciaram no governo do PT, entre 2006 e 2018. 

Estamos falando de pelo menos 200 mil universitários que não foram beneficiados pelas obras contratadas e não acabadas. 

Geralmente obra inacabada há tanto tempo assim tem digital de corrupção”, detona.

Veja o Vídeo:

Por Ponto e Vírgula

Ministro do STF diz que cancelou audiências para dar prioridade ao caso de Lula

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Por Rafael Moraes Moura

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), rebateu nesta terça-feira (11) a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que lamentou a “ausência de qualquer” decisão do STF sobre o recurso extraordinário antes de a sigla ter trocado a cabeça da chapa presidencial.

Celso disse que cancelou audiências para dar prioridade à análise do caso de Lula, trabalhou madrugada adentro e ressaltou que a “sequência cronológica das datas” processuais não era favorável ao ex-presidente desde o início da tramitação do recurso extraordinário no Supremo.

Celso negou nesta terça os pedidos do PT para adiar o prazo de substituição de Lula e suspender a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que negou o registro do petista.

Em despacho assinado na noite de hoje, o ministro informou que “interrompeu todas as atividades do gabinete, inclusive cancelando audiências e deixando de examinar outros processos, para cuidar, em caráter absolutamente prioritário, do pedido de efeito suspensivo que me foi dirigido”.

“Depois de ler e analisar as 175 (cento e setenta e cinco) laudas da petição inicial, além dos 05 (cinco) pareceres jurídicos que a instruíram, iniciei a elaboração de minha decisão, ingressando madrugada adentro, para concluí-la, na data de hoje (11/09/2018), com estrita observância do prazo dado ao requerente pelo TSE”, observou Celso de Mello.

O ministro ressaltou que proferiu a sua decisão “em tempo oportuno”, examinando os fundamentos de Lula, “culminando por repeli-los, por entendê-los destituídos da necessária plausibilidade jurídica, revelando-se, por isso mesmo, insuficientes ao acolhimento do pleito cautelar”.

Celso de Mello ainda apontou que o recurso extraordinário de Lula somente poderia ser julgado pelo plenário do STF a partir de 19 de setembro, depois de cumpridos prazos processuais. As sessões plenárias do Supremo ocorrem às quartas e quintas-feiras

“Ou seja, a apreciação do apelo extremo apenas poderia ter lugar quando já esgotados não só o prazo dado pelo Tribunal Superior Eleitoral (11/09/2018) como, também, o limite temporal máximo a que alude o art. 13, § 3º, da Lei nº 9.504/97 (dia 17/09/2018, segunda-feira, no caso)”, ressaltou, em referência à data-limite do calendário eleitoral para a substituição de candidaturas.

Mesmo que fosse analisado pela Segunda Turma do STF, e não pelo plenário, o recurso só seria julgado, “na melhor das hipóteses, no próximo dia 18/09, quando ultrapassados todos os limites temporais previstos na legislação eleitoral”, frisou o decano.

CCJ aprova projeto que susta resolução do CNJ sobre Política Antimanicomial do Poder Judiciário

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Vinicius Loures/Câmara dos Deputados O relator, deputado Felipe Francischini, recomendou a aprovação do projeto A Comissão de Constituição e Just…

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 81/23, que suspende a resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que criou a Política Antimanicomial do Poder Judiciário, com medidas voltadas para o atendimento de pessoas com transtorno mentais que cometeram crimes.

Entre outros pontos, a Resolução 487/23 estabelece regras para o atendimento especializado e em local adequado. A norma veda a internação em instituição de caráter asilar, como os hospitais de custódia e tratamento psiquiátrico, e prevê medidas para evitar que o tratamento do acusado ou preso seja descontinuado.

Autor da proposta, o deputado Kim Kataguiri (União-SP) acredita que o CNJ ultrapassou os seus poderes ao editar a resolução, criando direitos e obrigações não assegurados em lei. Para ele, a proposta “garante que a população não vai ser internada no SUS [Sistema Único de Saúde] com criminosos de alta periculosidade”. Ele disse que nenhuma atrocidade acontece nos hospitais de custódia.

O parecer do relator, deputado Felipe Francischini (União-PR), foi favorável ao projeto e apensados (PDLs 131/23, 153/23 e 154/23), com substitutivo. Ele concorda com o autor que “a resolução foi muito além dos termos definidos pela Lei Antimanicomial (Lei 10.216/01) e legislou em vários pontos”.

“As mudanças que a resolução do CNJ pretende viabilizar devem ser discutidas no âmbito do Congresso Nacional no intuito de ampliar o debate com a sociedade, considerando tratar-se de alterações substanciais que afetam toda a disciplina das medidas de segurança previstas no Código Penal”, disse o relator.

Debate
O deputado Patrus Ananias (PT-MG) pediu a retirada de pauta da proposta para debater melhor o texto, ouvindo pessoas especializadas em saúde mental. “O Brasil tem uma história ruim, de violência, de segregação social, até mesmo de tortura através de choques elétricos e outros procedimentos que ferem a dignidade da pessoa humana”, alegou. A retirada de pauta foi rejeitada.

O deputado Gilson Marques (Novo-SC) defendeu a revogação da resolução do CNJ. Na avaliação dele, se existe tortura e violência nos hospitais de custódia, o problema precisa ser resolvido, e não os estabelecimentos serem fechados.

Já a deputada Erika Kokay (PT-DF) defendeu a resolução e disse que ela indica que todas as pessoas com medidas de internação deverão ser analisadas individualmente e terão que ter proposta terapêutica individualizada. Segundo ela, a internação continuará acontecendo quando for necessária, mas acabará a “lógica medieval” dos hospícios, respeitando-se a dignidade humana.

Para o deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), se a política for levada adiante, as pessoas que cometeram crimes e sofrem de doenças mentais “passarão a conviver com seus familiares, vizinhos, em sociedade, ou, na melhor das hipóteses, em hospitais psiquiátricos”.

O deputado Carlos Jordy (PL-RJ) apontou pontos da resolução dos quais discorda. “O artigo 18 fala que, em até seis meses a contar da publicação, a autoridade judicial determinará a interdição parcial de estabelecimentos, alas ou instituições congêneres de custódia e de tratamento psiquiátrico e, em até dois meses, a interdição total e fechamento das instituições. Extrapola evidentemente a competência do CNJ”, afirmou.

“A resolução está em vigor desde fevereiro e não aconteceu nada daquilo que foi dito. Criar esse pânico é, na verdade, distorcer o debate sobre a necessidade de avançarmos na luta antimanicominal no Brasil e no mundo”, argumentou o deputado Helder Salomão (PT-ES).

Tramitação
O projeto segue para análise do Plenário da Câmara.

TCE certifica Macaé como a cidade mais transparente do Estado

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Foto Wanderley Gil

Um novo indicador do Tribunal de Contas do Estado (TCE) certifica Macaé como a cidade mais transparente do Rio de Janeiro, por obter os melhores resultados na aplicação da Lei de Acesso à Informação.

Ao garantir acesso a dados sobre arrecadação, licitações, contratos, despesas e dados de pessoal, Macaé obteve o maior percentual de aprovação no Índice de Transparência e Acesso à Informação (ITAI), dentre todas as 92 cidades fluminenses.

Assim como Macaé, apenas outros três municípios alcançaram a categoria verde do ITAI, por se destacarem em requisitos como acessibilidade, conteúdo e atualização de informações (tempestividade).

De acordo a análise do TCE, o ranking do Índice aponta o nível de comprometimento das prefeituras em respeitar as diretrizes da Lei de Acesso a Informação, ao divulgar dados fiscais e tributários de fácil conhecimento e controle da sociedade.

“A transparência é a premissa de um governo que se dedica a acompanhar a realidade da sociedade que segue, cada dia, mais comprometida em assumir o seu papel junto a gestão pública”, afirma o prefeito Dr. Aluizio.

Cidades da categoria verde do ITAI

Macaé – 82,60%
São Pedro da Aldeia – 80,31%
Mesquita – 80,19%
Niterói – 80,18%

Câmara defende servidores da saúde que combatem coronavírus

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Divulgação

Também foram propostos alívio de cobranças e prorrogação de auxílio entre outros

Duas proposições aprovadas na sessão extraordinária online desta terça-feira (16), pela Câmara Municipal de Macaé, visam reconhecimento a profissionais no combate à pandemia. O Requerimento 230/2020, de Márcio Bittencourt (Cidadania), solicita ao governo informações sobre horas extras de servidores nas barreiras sanitárias e no HPM, entre outras unidades e serviços.

“Quando foram chamados para trabalhar além do horário, esses agentes tiveram a promessa de receber a mais. Se houve fraudes de quem ganhou sem trabalhar, só infratores devem ser punidos”, justificou ele sobre extras não pagas. “Assim, quem for convocado não irá mais confiar no governo”. Segundo Márcio, cerca de 30% dos funcionários nessas funções pegaram o Covid-19.

Maxwell Vaz (Solidariedade) comentou: “O não pagamento foi comunicado em ofício dos Recursos Humanos da prefeitura, sem justificativas, no dia 1º de junho, talvez por problemas com a Lei de Responsabilidade Fiscal. Mas essas pessoas precisam ser reconhecidas e pagas”. A matéria foi aprovada por 10 votos favoráveis e nenhum contrário.

Insalubridade

Já o Requerimento 231/2020, de Maxwell, pede ao Executivo elevação, ao grau máximo de insalubridade, com pagamento adicional de 40%, para os Agentes de Combate às Endemias (ACEs) na luta contra o coronavírus (Covid-19). “Os servidores me procuraram com essa demanda. Eles são pagos com verba do governo federal, que já reconheceu o direito. O município só precisa efetivar a medida”.

O vereador enfatizou o risco dos ACEs, “Eles vão às casas das pessoas, correndo um perigo enorme de serem infectados”. Marcel Silvano (PT) citou dados sobre mais de 5 mil agentes comunitários de saúde. “São profissionais que se arriscam no contato direto, tentando convencer a população a aderir às medidas sanitárias”. Foram 12 votos a favor e nenhum contrário.

Outras proposições

Os parlamentares também votaram, entre outros, o Requerimento 152/2020, de Robson Oliveira (PTB), que solicita prorrogação, até dezembro, do auxílio alimentação aos alunos da rede municipal; o 221/2020, de Luiz Fernando (PTB), que propõe nova licitação para o transporte escolar, considerando que a atual foi feita antes da pandemia; e o 252/2020, de Julinho do Aeroporto (PSDB), sugerindo suspensão da cobrança das parcelas de empréstimos consignados de servidores junto à prefeitura enquanto durar a epidemia. Todos foram aprovados por unanimidade.

A proposta apresentada por Cesinha (Pros), no 203/2020, de flexibilização da exigência do uso de máscaras por autistas, foi rejeitada por 4 votos contrários, 2 favoráveis e 5 abstenções.

Silvinho Lopes coloca em debate o futuro da economia em Macaé

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Engenheiros Silvinho Lopes, Marcelo Merrel e Cliton - Divulgação

O Pré-candidato a prefeito, Engenheiro Silvinho Lopes, realizou uma live sobre o futuro da economia, contando com a participação dos empresários Marcelo Merrel e Cliton Santos

Com suas atenções voltadas para os interesses do município, o pré-candidato a prefeito, engenheiro Silvinho Lopes, realizou quarta-feira (5), uma live sobre o futuro da economia, contando com a participação dos empresários Marcelo Viana Reid (Merrel) e Cliton Silva Santos. Abordando o tema ‘Perspectivas da Economia, como gerar mais emprego, renda e crescimento em Macaé”, no sentido de traçar projetos para a retomada da economia, neste período de crise causada pela pandemia do coronavírus.

O assunto em destaque foi a questão ligada ao gás natural e a implantação das termelétricas, no sentido de reaquecer a economia na cidade, gerando empregabilidade e renda. Como mediador, Silvinho ressaltou que a cidade está vivendo um momento difícil de recessão mundial, mas que é preciso ver uma luz no fim do túnel. “Macaé ainda é uma potência econômica, sendo a 25ª cidade mais rica do Brasil, com orçamento de mais de R$ 2 bilhões de reais”, declarou. E prosseguiu: “Esperamos em curto tempo reverter essa tendência de recessão e desesperança e transformar Macaé novamente na cidade das oportunidades e do acolhimento de pessoas de diferentes partes do mundo, que vêm em busca de trabalho e que hoje são macaenses de coração”.

Por sua vez, o empresário Cliton da Silva Santos disse que os munícipes precisam ter conhecimentos dos avanços que estão acontecendo nos grandes projetos. “Desde 2014 a cidade vem passando por uma série de crises, como a do petróleo, da Petrobras, do país e, agora, a da pandemia do novo coronavírus. Se nós considerarmos hoje a situação de Macaé comparando aos outros municípios, a nossa é um pouco melhor, então, nós, nesse momento, temos um Porto, já em vista de licenciamento, e temos uma Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) super necessária para que o gás seja direcionado às termelétricas”, comentou.

Cliton Santos revelou ainda que essas obras já estão acontecendo, e em cima dessas tem outras duas. Uma é o gasoduto ligando Cabiúnas às Termelétricas; e a outra é a adutora ligando o Rio Macaé às Termelétricas. Para o empresário, há ainda uma série de situações em que se entende que o futuro do município não é tão sombrio como em outras cidades. “Não podemos desconsiderar a situação de outros segmentos econômicos como o Turismo, que está se reinventando, e que é importante para a nossa cidade, e nós já percebemos uma movimentação através do Macaé Convencion Visitors Bureau, de que mudará o perfil do turista de nossa região. O turismo será regional, visto que as pessoas não viajarão para outros países por agora, o que é uma oportunidade para fomentar os hotéis e restaurantes de nossa cidade”, pontua.

De acordo com Cliton, o comércio sofrerá um pouco mais, já que sua recuperação será lenta. Entretanto, quando a economia começar a se movimentar, acredita-se que o mesmo terá um avanço também. “É preciso que se pense em outros segmentos tão importantes para a nossa cidade ligados à parte econômica como a pesca, que precisa urgentemente de políticas públicas tão ausentes para criação desse setor. Temos também a agricultura e a pecuária, que são segmentos econômicos que acreditamos ter num período mais curto de tempo os seus crescimentos”, destaca. E concluiu: “O que nos anima é que num futuro muito próximo teremos 14 termelétricas em Macaé. Teremos condições de nos próximos, cinco a oito anos, ter uma Itaipu em termos de geração de energia em nossa cidade. Itaipu produz 14 gigas, exatamente o que a cidade produzirá com essas 14 termelétricas. Isso tudo faz com que venha para nós a esperança de que as coisas voltem a sua normalidade. Mas para isso, é preciso que a sociedade organizada esteja cada vez mais unida, é preciso que o poder público entenda a importância das instituições organizadas e se aproximem das organizações empresariais, para que essa união faça com que esses investimentos e projetos acelerem cada vez mais, agilizando assim, os seus resultados”.

O Pré-candidato Silvinho Loppes frisa que, num passado não muito distante, o gás não era tão aproveitado, mas, que agora virou o novo ‘eldorado’, sendo uma nova esperança de desenvolvimento não só para Macaé, mas em todo Brasil. “A cidade será brindada com 14 termelétricas, sendo a cidade da energia – e energia – é desenvolvimento. Não se faz desenvolvimento sem energia”, diz.

O empresário Marcelo Reid (Merrel) declara que Macaé foi atingida em cheio na crise do óleo, gás e petróleo, de 2014 a 2019, onde muitas pessoas perderam suas empresas e os seus empregos e, agora em 2020, ao iniciar o ano com uma grande perspectiva de crescimento, foi interrompida pela pandemia do COVID-19. “Da mesma forma que a cidade foi uma das primeiras a ser atingida por essa crise, nós acreditamos na potencialidade dela e seremos uma das primeiras cidades a sair da mesma. A ‘menina dos olhos’ da vez realmente é o gás natural e, nessa semana, a Firjan fez um estudo chamado ‘Rio a todo gás’, onde prevê investimentos no estado do Rio de janeiro em cerca de 45 bilhões nos próximos anos, sendo 20 bilhões, investidos em nossa região Norte-Fluminense, principalmente, nas cidades Campos dos Goytacazes e Macaé. O que nos traz um certo alívio e um horizonte mais a frente”, revela.

Merrel afirma que é preciso estruturar a cidade e, na geração de empregos e rendas, é necessário que se tenham investidores. “O gás natural hoje é uma grande vitrine para nós, mas também, não podemos descartar o petróleo, que vem tendo sua significância, não só pelo passado, mas pelo futuro que ele ainda nos traz pela frente e acreditamos muito nesse potencial. E não podemos esmorecer nunca. Nossa missão é muito grande, e trago essas notícias como um alento a todos nós. Vamos parar de olhar pelo retrovisor e voltar as ações para o futuro”, finaliza.

Silvinho Lopes, empolgado com o compartilhamento das pessoas nas diversas plataformas de transmissão, disse que sua preocupação é com os macaenses nativos e os aqui radicados e que tem experiência capaz de mudar o quadro atual, contando para isso com pessoas qualificadas e capazes de mudar o quadro atual para melhor, além de resgatar o patrimônio público que está abandonado, acentuou.

Câmara quer acompanhar mudanças no serviço de abastecimento de água

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Vereador Cesinha defende que o Legislativo forme uma comissão especial para atuar no caso

A proposta foi aprovada na sessão de terça-feira (25), na Câmara Municipal de Macaé

Após a aprovação do projeto de lei que autorizou a prefeitura a retomar o abastecimento de água na cidade, os vereadores pretendem fiscalizar a atuação do Executivo no caso. Em março deste ano, o prefeito Dr. Aluízio (sem partido) anunciou que a Cedae deixaria de ser a responsável pelo serviço e que o município não mais cobraria pela água, que teria taxa zero. Por meio de requerimento, Cesinha (Pros) solicitou a criação de uma comissão parlamentar especial para acompanhar a transição. A proposta foi aprovada na sessão de terça-feira (25), na Câmara Municipal de Macaé.

Segundo o autor do requerimento, a ideia é mostrar como será feita a retomada do abastecimento de água na cidade. “Precisamos conhecer o planejamento, o orçamento previsto para investimentos e saber quando áreas que permanecem sem água, como o Lagomar e a Ajuda, serão atendidas”, justificou Cesinha.

Maxwell Vaz (SD) apoiou a iniciativa do colega e sugeriu que a comissão especial fosse composta por membros das comissões permanentes de ‘Meio Ambiente e Saneamento Básico’ e ‘Obras, Serviços Públicos e Urbanismo’. “Dar água de graça é estimular o desperdício e vai na contramão do Plano Nacional de Recursos Hídricos. Além disso, só servirá para rico encher piscina, já que os pobres continuam sem acesso à agua nas regiões de periferia”.

Outro que fez críticas ao Executivo foi Marvel Maillet (Rede). Ele explicou que alguns vereadores – como ele – foram contra o projeto, na ocasião da sua votação, por este não dizer como iria retomar o abastecimento de água. “A prefeitura está pagando R$ 2 milhões por mês à Cedae, mesmo sem previsão orçamentária, e não conseguimos entender o porquê”, disse.

O vereador Márcio Barcelos (MDB) ponderou que há 30 anos a Cedae não consegue atender a população. “A concessionária arrecada R$ 56 milhões ao ano em Macaé e investe apenas R$ 6 milhões. E até hoje não sabermos quando alguns bairros receberão água”. O parlamentar Luciano Diniz (MDB), que também é funcionário da Cedae, informou que a empresa tem planejamento para abastecer todas as áreas da cidade. “O impasse está na Justiça e eu espero que a concessionária seja autorizada a implementar o projeto”.

Val Barbeiro (PHS) e Marcel Silvano (PT) também se manifestaram favoráveis a criação de uma comissão especial para participar das discussões. “Há 15 dias, as Malvinas convivem com um vazamento de água e os cidadãos não sabem a quem recorrer. Seria à prefeitura, à Cedae – que estão em litígio judicial – ou à BRK, que faz a cobrança da conta? Alguém sabe responder?”, indagou o petista.

Seif critica investigação contra Bolsonaro e pede ajuda para vítimas da chuva em SC

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O senador Jorge Seif criticou o anúncio do Ministério Público Federal, feito na última sexta-feira (17), de que vai acompanhar o inquérito instaura…

O senador Jorge Seif criticou o anúncio do Ministério Público Federal, feito na última sexta-feira (17), de que vai acompanhar o inquérito instaurado pela Polícia Federal para saber se o ex-presidente Jair Bolsonaro importunou uma baleia jubarte enquanto pilotava um jet ski no litoral paulista, em junho deste ano, no feriado de Corpus Christi. Em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (20), o parlamentar disse “não acreditar” no tema investigado pela PF e afirmou que “as instituições estão desviando o foco de questões mais importantes para o país”. Ele chamou a situação de “tragicômica”:

— Eu não sei se eu rio ou se eu choro, mas me dá vontade de gargalhar […]. Vocês estão jogando a reputação de vocês na lama. Ridículo, vergonhoso: molestar baleia por passar com jet ski? Vocês estão de brincadeira comigo e de brincadeira com o brasileiro que paga o salário de vocês. Tem pouco vagabundo e bandido solto para vocês ficarem perdendo tempo com palhaçada — ironizou.

Ainda durante o pronunciamento, o senador fez um apelo ao Parlamento e à população brasileira, pedindo mobilização para doações de alimentos, água, colchões e outros itens essenciais às vítimas dos temporais em Santa Catarina. O senador destacou a campanha de arrecadação da Secretaria de Assistência Social do estado e incentivou aqueles que estiverem fora de SC a contribuir por meio de mercados que realizam vendas on-line com entrega na região.

Segundo dados divulgados hoje pela Defesa Civil estadual, são 67 os municípios atingidos pelos temporais que registraram ocorrências. Subiu para 71 o número de cidades em situação de emergência, sendo 11 em estado de calamidade pública: Trombudo Central, Rio do Sul, Vidal Ramos, Rio do Oeste, Pouso Redondo, Botuverá, São João Batista, Agrolândia, Braço do Trombudo, Agronômica e Lontras. Quase 6 mil pessoas estão desabrigadas.