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Assaltos continuam preocupando a população

Ações criminosas ocorridas no Centro da cidade deixam os moradores de Macaé preocupados

Em 09/02/2018 às 14h48


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Um dos locais de maior reclamação dos moradores da cidade é a área central de Macaé Um dos locais de maior reclamação dos moradores da cidade é a área central de Macaé
Mesmo com os trabalhos de intensificação no policiamento, moradores de Macaé pedem mais ajuda da Polícia Militar, para aumentar mais a segurança no município.

Meliantes estão agindo no Centro da cidade, roubando, furtando e cometendo outros delitos. Não só os transeuntes ficam com receio de circular pelas ruas, mas os comerciantes também ficam com medo de serem assaltados por esses indivíduos, que se aproveitam de qualquer oportunidade.

Na tarde de última quarta-feira (7), passageiros que aguardavam ônibus no ponto, próximo ao Cine Clube, na Rua Francisco Portela, no Centro, foram surpreendidos por dois bandidos em uma motocicleta. Um dos criminosos desceu da moto e roubou todos os pertences das vítimas no ponto de ônibus.

Um leitor que prefere não se identificar, comenta que neste mês entrou na estatística - ele e a esposa. "Semana passada fomos assaltados. A loja estava com clientes, que ficaram bastante assustados também. Porque os bandidos chegam de forma bruta, gritam, ameaçam, levam o nosso dinheiro e conseguem fugir. A gente sabe que a polícia está na rua, mas parece que esses roubos estão aumentando, porque eles ficam sem saber como conseguir dinheiro e vêm para o Centro roubar", declarou.

Uma jovem de 16 anos, acompanhada de seu primo foram abordados na ponte entre o Terminal Central e o Bairro Visconde de Araújo, quando retornavam para suas casas após o culto. De acordo com declarações da mãe da jovem, o fato aconteceu por volta das 21h, momento em que eles saíram do terminal.

"Minha filha e meu sobrinho foram parados na travessia da ponte por dois bandidos, que pediram os telefones dos dois e falaram ainda que, se não entregassem eles iriam atirar", contou. 

Três dias depois, quando os mesmos dois estudantes estavam indo para o curso, por volta das 15h, avistaram os mesmos elementos na ponte e voltaram para casa com medo de serem assaltados novamente e foram para a escola de carona.

"Minha filha está traumatizada, com medo de passar pelo local, independente do horário. O que queremos na verdade, é um policiamento mais eficiente e uma viatura para o local, principalmente para proteger os jovens que saem do terminal e são obrigados a passar por ali", pediu a mãe da jovem que foi vítima de assalto.

Autor: O DEBATE

Foto: Wanderley Gil


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Tags: polícia


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